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George Harrison foi o primeiro ex-Beatle que conseguiu emplacar um grande sucesso nas paradas em carreira solo. Ele veio através da belíssima e espirituosa “My Sweet Lord”,lançada como single em novembro de 1970. Enquanto os 6 continentes derramavam lágrimas por grandes perdas no mundo da música comoJim Morrison, Jimmy Hendrix, Janis Joplin, o fim dos Beatles e, os mais pessimistas, temiam que o rock estivesse dando seus últimos suspiros, a obra surgiu com uma melodia envolvente que deu as mãos à mensagem contida na letra, fazendo com que a canção chegasse como uma resposta. 


Inspirado por “Oh Happy Day!”, do grupo Edwin Hawkins Singers, George foi compondo ao seu estilo, tendo em mãos um violão. O músico temia que o sucesso fosse recebido de forma negativa, já que fala de Deus, e também porque nunca compôs nada sobre o tema. Sua intenção era fazer sua própria música podendo nela acrescentar sua espiritualidade e visão de fé oriental, levando ao público aquilo em que acreditava. Ele sabia que, assim que chegasse ao mercado, “My Sweet Lord” estaria acompanhada de mudanças em sua carreira. E foi exatamente isso que aconteceu.

No início de 1970, o quarteto de Liverpool ainda não haviam se separado oficialmente, o futuro da banda era incerto. George não tinha a pretensão de gravar um disco, então entregou a música para Billy Preston gravar em seu álbum, intitulado "Encouraging Words", pelo selo Apple, dos Beatles, que foi lançado em setembro do mesmo ano. Porém, a interpretação de Billy não obteve muito sucesso, problema que se agravou ainda mais em novembro, quando Harrison lançou o álbum “All Things Must Pass”, do qual a canção faz parte.

Ela só precisou invadir as emissoras de rádio para virar sucesso no mundo inteiro, chegando ao primeiro lugar em dezenas de países e alcançando o álbum triplo. Após anos vivendo à sombra de Lennon e McCartney, George conquistou seu espaço, ele vivia um momento de enorme alegria e satisfação pelo seu trabalho. Porém, não demorou muito tempo para o início do drama de “My Sweet Lord”.

Em 1971, a editora "Bright Tunes Music", detentora dos direitos autorais de "He’s So Fine", alegou que existia uma grande semelhança entre as músicas e entrou com um processo contra Harrison, acusando-o de “plágio involuntário”. (“He’s So Fine”, de Ronald Mack, foi gravada originalmente pelo grupo "The Chiffons" e lançada em 1962. No ano seguinte, chegou a ficar 4 semanas em 1° lugar nos 100 mais da Billboard. Após esse período de sucesso absoluto, ela foi começando a cair no esquecimento e só era tocada praticamente em rádios de flashback).

O processo se arrastou ao longo de 12 anos. Resumidamente, ele alega que George copiou a música de Ronald Mack. Nas audiências, provas foram apresentadas e analisadas por especialistas e musicólogos que encontraram duas semelhanças entre as canções: uma chamada parte A e a outra parte B.
  • Parte A: 4 repetições das notas G ( Sol ) – E ( Mi ) – D ( Ré )
  • Parte B: G ( Sol ) – A ( Lá ) –C ( Dó ) –A ( Lá ) –C ( Dó ) na qual foi adicionada mais uma nota após o segundo A ( LÁ ), ficando a seqüência G ( Sol ) – A ( Lá ) – C ( Dó) – A (Lá) – D (Ré) – C (DÓ).
E as semelhanças não param por aí.
  • Ambas possuem um refrão título de três sílabas seguido por uma descida da escala maior na chave tônica (Mi Maior:"My Sweet Lord", Sol maior: "He’s So Fine").
  • Em "I Really Want To See You " e "I don’t how I'm gonna do it" há uma subida semelhante. Porém, The Chiffons mantém a tônica G para quatro barras, enquanto George introduz a harmonia mais complexa de um relativa menor (C # m), bem como o motivo de guitarra muitas vezes repetida, fundamental e distintamente inicial de slides. 

Especialistas contratados por ambas as partes, concordaram que tal repetição era incomum. O juiz concluiu que as duas músicas eram praticamente idênticas e estava convencido de que não havia uma apropriação da melodia de “He’s So Fine" para o uso de George, mas isso não serviu como defesa. Ele admitiu ter ouvido a música antes de escrever "My Sweet Lord". Dessa forma, seu subconsciente sabia que a combinação de tons utilizada na sua composição iria funcionar, pois isso já havia sido feito. O processo foi redefinido para um julgamento. Entretanto, ele não foi sobre direito autoral, mas sobre uma indenização. 

O principal argumento utilizado foi o de cópia subconsciente, pois não havia nenhuma evidência de que o plágio foi proposital. Tal posição foi rejeitada pelo tribunal, que apoiou a constatação da infração apontando a Lei dos Direitos Autorais, a qual não exige uma demonstração de “intenção de infringir”. Como as partes não concordavam com o valor da indenização, o processo foi se arrastando por muitos anos. Ele seria fechado em 1981 e pago a ABKCO Records, fundada por Allen Klein, ex-empresário dos Beatles, que comprou uma parcela insignificativa da Bright Tunes e se tornou detentor dos direitos de “He’s So Fine".

Após tantas idas e vindas, o caso finalmente foi encerrado em novembro de 1990, pelo juiz da corte federal americana Richard Owen, que definiu que Harrison ficaria com os direitos autorais de "My Sweet Lord" assegurados para execução e vendagem nos Estados Unidos, Reino Unido e Canadá. Klein continuaria com os direitos de “He’s So Fine". George teve que pagar royalties à ABKCO como indenização simbólica pelas execuções da música ao longo do processo. 

John Lennon, na histórica entrevista à Playboy em 1980, falou sobre o assunto e criticou o antigo parceiro de banda. Para ele, apenas pequenas mudanças no arranjo teriam resolvido o problema, mas não o fez e acabou pagando o preço. Já o baterista Ringo Starr disse que a melodia é semelhante, porém a versão de George é mais pesada que a das Chiffons e que ele poderia ter feito isso com o original no fundo de sua mente, mas não teve a sorte e alguém que fizesse um teste com ele no tribunal.

Confira um trecho retirado de sua autobiografia:

“Eu fui inspirado a escrever My Sweet Lord pela versão das Edwin Hawkinks Singers da musica Oh! Happy Days. Pensei muito sobre fazer My Sweet Lord ou não. Porque eu estaria me comprometendo publicamente e eu esperava que muita gente pudesse achar isso estranho. Muitos temem as palavras "Senhor" e "Deus" – tomando- as com raiva por alguma razão estranha. O ponto é que eu estava pondo meu pescoço na berlinda , porque agora eu teria que viver para algo, mas ao mesmo tempo, eu pensei 'Ninguém está dizendo isto, eu queria que alguém o estivesse fazendo. Você sabe que todo mundo está fazendo "Be Baby Bop' - Ok, pode ser bom para dançar, mas eu era ingênuo e pensei que poderíamos expressar nossos sentimentos uns aos outros, não suprimi-los e mantê-los unidos. Bem, era o que eu sentia e porque ser infiel a mim mesmo? Passei a acreditar na importância de que se você sente algo forte o suficiente, então você deve dizer isso. Eu não estava consciente da semelhança entre He’s So Fine e My Sweet Lord, quando eu escrevi a canção que era mais um improviso e não tão direta, embora quando a minha versão da canção saiu, um monte de gente por aí começou a falar sobre o assunto e foi então que eu pensei "por que não percebi ? "Teria sido muito fácil mudar uma nota aqui ou ali, e não afetar o sentimento do registro. Eu penso que My Sweet Lord foi um 'disco' bom. Na indústria fonográfica, há "canções" e "discos" - de qualquer maneira eu pensei que o som geral do disco fosse tão importante como as palavras ou melodia - a atmosfera realmente. Eu queria mostrar que "aleluia" e "Hare Krishna" são exatamente a mesma coisa. Eu fiz as vozes cantando "Aleluia" primeiro e depois a mudança para "Hare Krishna" para que as pessoas estejam cantando o Maha Mantra - antes que se soubesse o que estava acontecendo. Eu estive cantando "Hare Krishna" por um longo tempo e essa música foi uma idéia simples de como fazer um equivalente pop ocidental a um "Mantra", que repete e repete sempre, nomes sagrados. Eu não me sinto culpado ou mal sobre ela, na verdade, muitas vidas de viciados em heroína foram salvas por essa musica. Eu sei os motivos por detrás de escrever música em primeiro lugar e seu efeito ultrapassou em muito o incômodo legal".

Em 2001, quando "All Things Must Pass" foi relançado para comemorar o 30° aniversário de lançamento do disco, a música foi regravada e nenhuma das “semelhanças” foi tocada. Mesmo assim, ela não descaracterizou seu sentido, que continuou o mesmo, ou até mais bonito que o da versão original.

Coincidências Musicais - O riff mais popular da história do Rock

Postado por Renan Tambarussi quarta-feira, 28 de agosto de 2013 4 comentários


Quando você pensa que já viu todas as Coincidências Musicais aqui na Comissão, eis algo inédito. Reunindo grande nomes do Rock; Judas Priest, Dio, Kiss e entre outros homenagearam o riff de guitarra mais tocado na história. É pecado a gente dizer que é plágio, mas sim uma oferenda e uma homenagem ao riff mais clássico do Rock.




Veja a lista das bandas e músicas dos riffs do vídeo:

1. Ted Nugent Stranglehold - 1975, September 
2. Rory Gallagher /Moonchild - 1976, 24 October
3. Kiss /Makin Love - 1976, 11 de Novembro
4. Judas Priest/ Hell Bent for Leather - 1978, October 9th 
5. Saxon/ Stallions Of The Highway - 1979, May 21st
6. Budgie/ Wildfire 1980 
7. Def Leppard/ Wasted 1980 March 14th 
8. Journey/ Where Were You 1980 March 23
9. Judas Priest/ You Don't Have to Be Old to Be Wise 1980 April 23rd 
10. White Spirit/ Midnight Chaser 1980 September 19th
11. Venom/ Welcome to Hell 1981 January 12th
12. Riot/ Swords & Tequila 1981 February 9th 
13. Judas Priest/ heading out to the highway 1981 February 17th
14. Tygers of pan/ Tang Hellbound 1981 April 
15. Praying Mantis/ Thirty Pieces of Silver 1981 
16. Samson/ Riding With The Angels 1981 May 
17. Diamond/ Head Play It Loud 1981 August 29th 
18. Saxon/ Never Surrender 1981 October 5th 
19. Anvil/ Tease Me Please Me 1982 April 15th 
20. Manowar/ Metal Daze 1982 August
21. Accept/ Flash rockin man 1982 October 4th
22. Gary Moore/ Rockin every night 1982 September 
23. Saxon/ Power And The Glory 1983 March 21st 
24. Dio/ Stand Up And Shout 1983 May 23rd 
25. Metallica/ Seek and Destroy 1983 July 13th
26. Motley Crue/ Looks That Kill 1983 September 26th 
27. Raven/ Seek and Destroy 1983 August 1983
28. Mercyful Fate/ Curse Of The Pharaohs 1983 October 30th 
29. Anthrax/ Metal Thrashing Mad 1984 February 
30. Ratt/ In Your Direction 1984 March 27
31. Saxon/ Bad Boys like To Rock N Roll 1984 April 16th 
32. Armored/ Saint Can U deliver 1984 July 
33. Jag Panzer/ Warfare 1984 August 
34. Grave/ Digger Headbanging man 1984 October 
35. Tyrant/ Making Noise And Drinking Beer 1984 October
36. Iron Maiden/ 2 Minutes To Midnight 1984 September 3rd 
37. TNT/ Deadly Metal 1984 
38. Madam X/ Dirty Girls 1984 
39. Bathory/ Born For Burning 1985 May 27th 
40. Helloween/ Phantoms of Death 1985 October
41. Warrior/ Fighting for the Earth 1985 
42. Dokken/ Lightnin Strikes Again 1985 November 9
43. Metallica/ Master of puppets 1986 February 21st
44. Sodom/ Christ Passion 1987 December 1st 
45. Overkill/ Hello From the Gutter 1988 July 5th 
46. Lion/ Never Surrender 1987 July 21st 
47. Nitro/ Freight Train Music 1989 
48. Lion/ Love Is A Lie by 1989 June 12th 
49. Steelheart/ Rock N Roll (I Just Wanna) 1990 May 10
50. Megadeth/ Skin O My Teeth 1992 July 6th 
51. Running Wild/ Dancing On A Minefield 1994 March 24th
52. Grave/ Digger Circle of Witches 1995 April 3rd 
53. Impellitteri/ Speed Demon 2000 January 21st 
54. Extremoduro/ Puta 2002 
55. HammerFall/ Fury of the Wild 2005 March 7th 


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Coincidências Musicais – The Who? Não, é One Direction

Postado por Renan Tambarussi terça-feira, 30 de julho de 2013 0 comentários

O quadro Coincidências Musicais está de volta e, coincidentemente ou não, o foco é a banda One Direction. Sim, mais uma vez! Eles não param de utilizar riffs famosos do cenário roqueiro em suas canções. A introdução de “Shoud I Stay Or Should I Go?”, do Clash, e a lendária batida de “We Will Rock You”, do Queen, são dois dos exemplos de plágio. Isso sem contar que já foram processados pela Cantora Whigfield, que foi sucesso na década de 1990. O último post sobre o assunto é do nosso amigo Pedro Sodré e você, leitor da Comissão, pode conferir aqui. O alvo da vez são os britânicos da banda The Who.


Para a mortal que vos escreve, a introdução de “Baba O'Riley” é uma das mais emblemáticas de uma galáxia chamada rock 'n' roll. Nela, foi usado um sintetizador, que foi adotado por diversas bandas de antigamente. A música foi gravada em 1971 e faz parte do clássico álbum “Who's Next”, aquele que tem uma capa que mostra os integrantes da banda urinando em um monólito de cimento, localizado numa paisagem cinza e solitária. Também vale citar também que a canção é a música tema de CSI: New York. 


Agora confira a música do One Direction (a música só começa no segundo minuto de vídeo):


A introdução termina e, para o bem ou para o mal, tudo se transforma em uma música típica da boyband.

Longe de fazer uma análise mais profunda sobre o trabalho dos garotos, que de forma alguma me agrada, eu apenas lamento. Não por existir algo que não agrade aos meus ouvidos, pois há quem goste e o que devo fazer é respeitar. Mas lamento pelo o rumo que a música atual está tomando. Obviamente, não é algo que deva ser generalizado, assim como o plágio não é algo que surgiu agora, mas o que é notório é que, cada vez mais, as bandas se importam menos em inovar, em produzir conteúdo diferente, até mesmo misturando estilos, como fez o Sambô, por exemplo, o que até já foi tema de um post do querido Jack Bracan.


É a mesma fórmula: um rosto bonito para atrair fãs adolescentes e vender. Eles podem ter talento? É claro que sim! Mas, infelizmente, ele não é a chave da porta do sucesso de um músico, hoje em dia. Muito menos a criatividade, vide os plágios que o One Direction faz. E os riffs? E a melodia? Não parecem sempre a mesma coisa? A música muda, mas, muitas vezes, a impressão que tenho é a de que estou ouvindo sempre a mesma coisa, é tudo muito igual. O que vale também para as letras e temas abordados.  

A pergunta que fica é: o que eles têm a dizer com suas canções?

Me ajudem, pois ainda não encontrei resposta para tal questão.



Coincidências Musicais - Na direção dos plágios

Postado por Renan Tambarussi quarta-feira, 3 de julho de 2013 0 comentários

Estou de volta, depois de um breve recesso forçado para resolver algumas pendências pessoais e retorno à Comissão do Rock com um tema polêmico, como não podia deixar de ser. 

No Coincidências Musicais deste post, teremos uma boyband muito famosa, que inclusive já foi citada aqui por plagiar a música Should I Stay Or Should I Go da banda punk The Clash. São os garotos do One Direction, que pelo visto continuaram seguindo na mesma direção no caminho das cópias musicais e compuseram várias músicas parecidas com grandes clássicos do rock.


Ingleses atravessando a rua? Isso parece ser muito original!

Nesse primeiro vídeo temos a "suposta" sensação de que o grupo teen copiou a introdução da famosa We Will Rock You, do Queen. Freddie Mercury deve estar se revirando, seja lá onde estiver. Até o título da música é parecido: What Make You...
  

Além desse caso, o pessoal do One Direction não contava que iriam receber um processo da cantora Whigfield, que fez sucesso nos anos 90. Também por plágio. A cantora dinamarquesa encontrou algumas semelhanças na música Stole My Heart, a qual julgou ser parecida com sua canção, de nome Think Of You.


Internautas também suspeitam de que o One Direction pode ter copiado músicas de outros artistas. Nos vídeos abaixo temos montagens que supostamente apontam semelhanças entre uma música do rapper Taio Cruz e a canção Stole My Heart, a mesma que foi o objeto do processo de Whigfield. 


Nem o filme Grease escapou. A famosa trilha Summer Night foi adicionada junto da música What Make You, que é aquela mesma que tinha a introdução parecida com We Will Rock You.


Em uma entrevista à rede BBC de televisão, Louis Tomlinson respondeu às acusações de plágio que seu grupo tem sofrido. Em suas palavras, deu a entender que os plágios seriam inevitáveis.
Eu suponho que deve ser muito difícil de fazer um riff único agora, porque tem tantas canções gravadas no mundo. Com certeza existe uma quantidade limitadas de riffs que você consegue tocar.
Harry Styles, outro membro do One Direction, assumiu o plágio da música do The Clash: Foi meio que de propósito. É um grande riff, então ...


O apresentador Chacrinha, bem que dizia que " nada se cria, tudo se copia". E por causa disso ficou cada vez mais fácil fazer sucesso nos tempos atuais. É só utilizar essa fórmula do One Direction: pegue algumas músicas que fizeram sucesso em gerações anteriores, misture e assim surge um novo hit do pop.

É lamentável como a música segue uma involução, porque hoje em dia, o que todo mundo quer é ganhar dinheiro rápido. Não se tem mais aquela preocupação com a técnica, com o fato de dominar os instrumentos, criar canções reflexivas, fazer música de qualidade. Nessa sociedade de massa dos tempos recentes, cada vez mais a música vira negócio e vai perdendo aos poucos sua essência. Assim surgem essas formas hegemônicas de criar personagens; juntam-se uma meia dúzia de "rostinhos bonitos" com alguns riffs populares e surge um produto novo, direcionado a um público alvo distinto. Concordam comigo? Respondam nos comentários!


Coincidências Musicais - Blur x Ke$ha x Big Time Rush

Postado por Renan Tambarussi sexta-feira, 8 de março de 2013 0 comentários


Quem veio primeiro, o ovo ou a galinha? Para se analisar uma situação como essa, de plágios musicais, essa emblemática questão tem que ser levada em consideração, mas no Coincidências Musicais de hoje, fica fácil a gente desvendar essa questão.

A vítima da vez é uma música que fez muito sucesso na década de 90, de uma banda que por ter composto essa canção, entrou para a lista das bandas one-hit-wonder (bandas de uma música só), porque não conseguiu emplacar outras, músicas que tivessem o mesmo sucesso. 

A música se chama Song 2, do grupo britânico Blur, conhecida popularmente como Woohoo! Recentemente eles não tiveram apenas um plágio, foram dois! Um deles da Ke$ha e outro de uma boy band chamada Big Time Rush. E foi um plágio bem descarado! Se vocês ouvirem no vídeo abaixo, vão reparar que as únicas diferença é a voz dos cantores e sutis alterações no ritmo.


Vocês acharam que foi plágio ou só uma coincidência? Comentem aí!

Coincidências Musicais : One Direction x The Clash

Postado por Renan Tambarussi quinta-feira, 18 de outubro de 2012 4 comentários

O Coincidências Musicais está de volta a Comissão do Rock. Da mesma forma como fazemos como todos os quadros que pararam por um tempo, faremos uma reconfiguração nele para darmos continuidade. Esta sessão entrará para a lista de quadros da Comissão, pois foi criado como uma série e agora fará parte da programação do blog, mostrando em cada publicação um tipo de plágio ou coincidência musical



Neste post traremos um caso que está dando o que falar na mídia. A boy band One Direction foi acusada de ter feito plágio na intodução do single Live While We´re Young. A vítima dos garotos londrinos foi outra banda local,  a The Clash, tradicional banda punk dos anos 70. E por falar em tradicional, a música copiada é um grande clássico do rock'n roll; é nada mais nada menos que Should I Stay Or Should I Go, do álbum Combat Rock

Ouça as músicas a seguir:




É plágio ou mera coincidência? Dê a sua opinião nos comentários!


ERRATA:


Obs: Pedimos desculpas pelos erros no post. Pelo fato de termos tido algumas dificuldades na adição do código do vídeo do One Direction, acabamos publicando o vídeo errado sem percebermos, depois de procurarmos por vários que se pudessem ser exibidos na própria postagem. Agora o problema foi resolvido. Obrigado pelos avisos!

O Top 20 dos plágios - Parte II

Postado por Renan Tambarussi sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012 0 comentários

Olá rockeiros e rockeiras,


Em mais um post da série Coincidências Musicais, iremos mostrar mais uma coletânea de plágio do mundo da música. Vejam o nosso segundo Top 20 a seguir:



Após a gente assistir esse vídeo a gente chega mesmo a essa conclusão que o vídeo relata. Será que a música contemporânea anda tão parecida que os plágios são acidentais ou essas músicas não passam de cópias descaradas de gente que não tem criatividade? Eu acho que a segunda opção é mais válida, mas a primeira não está totalmente descartada

Se formos falar desses grupinhos de arrombados que tocam música emo e colorida, acho que a falta de criatividade domina. Além de não saberem tocar direito, não sabem compor, então para se lançarem no mercado da música, eles copiam mesmo, e o pior é que eles escolhem umas bandas tão toscas e que quase ninguém conhecem para copiar e dizer que as músicas são deles. Isso é o fim!

Agora o Charlie Brown Jr... quanto mais a gente fuça na internet a gente encontra plágios deles. Parece até que as cópias deles dão em árvore, porque em todo lugar você encontra. Se você não viu os posts anteriores  você vai ver que a gente já meteu o pau neles. Agora já nem comentamos mais.



Veja os posts anteriores da série clicando nos links abaixo:
"Coincidências" Musicais - Capítulo I
"Coincidências" Musicais - Capítulo II

"Coincidências" Musicais - Capítulo III (O Top 20 dos plágios)

Postado por Renan Tambarussi sábado, 17 de dezembro de 2011 4 comentários

Fala pessoal,


A Comissão do Rock resolveu detonar de uma vez, e no "Coincidências" Musicais de hoje, trazemos o primeiro Top 20 dos plágios, com músicas nacionais e internacionais.



O esporro da vez, novamente vai para as bandinhas brasileiras como CPM 22, Strike, Fresno etc. Exatamente porque essas bandas não fazem o menor esforço para realizarem composições próprias. Isso é uma vergonha total para o Brasil, porque a sensação que fica é de que nós não somos capazes de utilizar a nossa tão falada criatividade, para fazer músicas e por isso plagiamos bandas e artistas internacionais. 


Pelo o que a gente pode observar, bandas como Sum 41 e Blink 182 são as favoritas dos conjuntos tupiniquins, pelo fato de utilizarem um tom mais meloso para as suas músicas. Os riffs ficam, mas as letras mudam e para falar a verdade, mudam para pior.  


Outra que abusou dos plágios foi a "gloriosa" Avril Lavigne, mas essa eu prefiro nem comentar. Primeiro porque ela não fede nem cheira e porque o que ela toca não merece ser chamado de rock.


FONTE DE CONSULTA:
RÁDIO BLOG

Veja os posts anteriores da série clicando nos links abaixo:
"Coincidências" Musicais - Capítulo I
"Coincidências" Musicais - Capítulo II

DMCA.com

"Coincidências" Musicais - Capítulo II

Postado por Renan Tambarussi sexta-feira, 11 de novembro de 2011 1 comentários

Estamos de volta com a série "Coincidências Musicais"! Hoje temos mais bandas que seguem a máxima do "nada se cria, tudo se copia".




OASIS


Outra banda que adora copiar os outros é o Oasis. O vocalista Noel Gallagher tinha uma obsessão tão grande pelos Beatles que copiou muitas coisas deles e também de outros músicos.

O Oasis fez um assalto a mão armada. Roubou tudo o que pode:
- a introdução de Imagine, do John Lennon;
- o nome do livro dos Beatles;
- o título do documentário do Bob Dylan;
- uma peça do John Osbourne.


Deve ser por isso que a banda não deu mais certo e resolveu acabar logo. Isso é que eu chamo de falta de criatividade musical!


Veja uma das cópias a seguir:



Strike


Sim, até os emos metidos a punk do Strike fizeram plágio! Os brasileiros se apropriaram de alguns riffs da música Fat Lip do Sun 41 para sua música Paraíso Proibido


           



coldplay


A música Viva La Vida do Coldplay é bem parecida com If I Could Fly do Joe Satriani. Só mudam algumas notas.



Charlie brown


Charlie Brown é mais uma banda "brazuca" no festival de Coincidências Musicais da Comissão do Rock. Em vez de se contentarem com um só plágio, fizeram logo um COMBO 4! Bateram o recorde do The Offspring, que em nosso primeiro capitulo da série, tiveram três plágios identificados

Veja quais são as músicas:



1 –Charlie brown jr  VS mustard plus


        



2 –CHARLIE BROWN JR  VS leapfrog



           



3 –CHARLIE BROWN JR  VS fugazi

 

       


4 –CHARLIE BROWN JR  VS dead kennedys



       

Esses foram os plágios selecionados em nosso segundo capítulo da série "Coincidências Musicais". Se você conhece alguma banda que copiou alguma música de outra, escreva nos comentários. Pode ser que sua sugestão apareça no próximo capítulo, que será publicado no mês que vem.

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"Coincidências" Musicais - Capítulo I

Postado por Renan Tambarussi segunda-feira, 10 de outubro de 2011 0 comentários

Você que é fã de rock deve ter ouvido falar sobre vários casos de plágio nas músicas. Nessa nova série da Comissão do Rock iremos dedurar várias bandas de Rock que se "consagraram" nessa prática de se basearem em algum riff ou de copiarem praticamente a música inteira. 



THE OFFSPRING


Podemos dizer que os californianos do The Offspring são mestres em imitações. É uma banda que faz muito sucesso e que eu particularmente admiro bastante, porém, não podemos deixar de citar algumas músicas que eles copiaram. Vejam essas três:


No vídeo anterior vimos que Why Don’t You Get a Job de The Offspring e Ob-La-Di Ob-La-Da dos Beatles são bem parecidas, mas eles não pararam por aí, outra vítima deles foi a banda Def Leppard.



2 – THE OFFSPRING VS DEF LEPPARD


         

Podemos reparar, que a voz dessa introdução, da música Rock of Ages, da banda inglesa Def Leppard, é idêntica a usada no hit Pretty Fly (For A White Guy) de The Offspring.

3 – THE OFFSPRING VS Nirvana


         

Smells Like Teen Spirit, o famoso hino do Nirvana, e Self Esteem tem até uma certa semelhança, mas isso é apenas um capítulo de uma grande e confusa história. Segundo uma publicação do blog Lavoisier na Música, o riff de Smells Like Teen Spirit é clichê no mundo da música, pois várias bandas já fizeram composições parecidas usando a mesma fórmula.


Já imaginaram cinco músicas parecidas? Pois é, existe. O caso será melhor explicado abaixo.

Muitos já ouviram falar que a canção do Offspring, "Self-Steem", presente no terceiro álbum da banda, de 1994, chamado "Smash", é muito parecida com o grande hit do Nirvana, "Smells Like Teen Spirit", presente no álbum "Nevermind", de 1991. O início das duas são realmente muito parecidos. Porém, o que muitos não sabem é que a história é mais longa ainda (e mais longa do que possam imaginar).

Em 1970, a banda norte-americana Boston lançou o disco com o mesmo nome e nele continha também o maior hit do grupo, "More than a feeling". Após o início da música, vemos a semelhança com o começo de "Smells Like Teen Spirit".

Contudo, a banda de Boston parece ter se inspirado em outra canção para compor a sua. O mesmo trecho se parece em muito com a canção "Tend My Garden", do grupo The James Gang. A música está presente no álbum "Rides Again", de 1970.

Cronologicamente, a última banda lançou antes do Boston.

A última banda do título é uma banda de rock americano do começo da década de 60, chamada The Kingsmen. Ela gravou a canção "Louie Louie" em 1963, que foi inicialmente composta por Richard Berry em 1955. O riff é um clássico do rock e se tocada mais rápida trará muita semelhança com a guitarra das outras músicas.

A miscelânea está pronta. A música do The James Gang que se parece com a do Boston que tem o mesmo riff que a do Nirvana que se parece em muito com a do Offspring. E por fim, tudo se parece com a música do Richard Berry.

Kurt Cobain, cantor do Nirvana, disse que o riff era um clichê e tanto poderia se parecer com a música do Boston quanto do The Kingsmen.

As melodias das guitarras que são muito parecidas tornam as coisas muito evidentes. 



(Texto retirado do blog Lavoisier do Rock)






O primeiro capítulo da série "Coincidências" Musicais fica por aqui. Mês que vem tem mais!

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