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Entrevista com a banda Pandemonium

Postado por Renan Tambarussi terça-feira, 11 de setembro de 2012 0 comentários

Olá, amigos da Comissão do Rock

Mais uma vez trazemos um conteúdo bem interessante para vocês. Temos uma entrevista com a banda Pandemonium, que está fazendo uma turnê por várias cidades do país. A banda tem shows agendados dia 21 e 22 de Setembro, em Goiânia e Brasília, e além disso, estão aqui na Comissão do Rock, nessa entrevista que foi realizada pela nossa amiga Maria Luiza Revoredo, assessora da banda, que tem em seu histórico, uma parceria com o músico Serguei.



Sobre a parceria com o Serguei:

 Foi em 2009 quando lançamos o CD "Bom Selvagem" em parceria com o lendário roqueiro Serguei. O Cd traz músicas compostas por Serguei, algumas censuradas pela Ditadura Militar como "Alpha Centauro", "Ouriço" & "Burro Cor-de-rosa"; uma do Celso Blues Boy "Marginal", "Sweet Home Chicago" e uma música do PANDEMONIUM, "Poder Paralelo".



Essa é a formação original? Qual a história da banda? 

 A banda já teve várias formações, em 1988 os irmãos Alex Anjo Ribeiro e André Ribeiro, com seus amigos, o guitarrista Afonso Henry e o vocalista Bill, fundaram a Banda "Filhos do Mundo" que chegou a tocar no festival rock que rola por essas bandas da antiga Rádio TransaméricaFM na Hobin Wood Pub (Alto da Boa Vista), onde foram finalistas. No ano seguinte, com a entrada do vocalista Pedro, passou a se chamar "Nirvana", mas na mesma época surgiu a Nirvana norte-americana e resolveram mudar o nome. Nesse mesmo período entrou para a banda o baixista Paulo que levou a banda para a produtora Cidade Elétrica, de Niteroi. A mesma sugeriu um novo nome, que passaram a adotar a partir de 1990. Nesse período entrou um novo vocalista na banda, Alex Moon. Assim surgia a Banda PANDEMONIUM em 1990 composta por Alex Anjo (batera), André Ribeiro (guitarra base e vocal), Afonso Henry (guitarra solo), Alex Moon (vocal) e Paulo (baixo). Dois anos depois a banda tinha uma nova estrutura com Alex Anjo, André (assumindo sozinho nos vocais), Afonso e 2 novos integrantes, Jerdison (baixo) e Márcio (guitarra base). Nesse período a banda tocou dois anos seguidos 1993 e 1994 no Luso City (Clube Luso Brasileiro) no Rio de Janeiro, para mais de 10 mil pessoas, para bandas como RPM , Paralamas , entre outras.

 Tocavam sexta 13 da DiscMel com apresentação de Maria Paula (Caceta e Planeta) e no GARAGE (Praça da Bandeira). Porém, por volta de 2000 a banda acabou. Em 2004, Os irmãos Alex Anjo e André, convidaram o ex-guitarrista Afonso, juntamente com um novo baixista Márcio para voltar a tocar. Fizeram vários shows com essa formação. Mais tarde o guitarrista Afonso saíu e deu lugar ao atual guitarrista Diego Brisse e um pouco depois, o baixista Márcio saiu da banda e deu lugar a um velho amigo, Nilson Jr, que já havia tocado esporadicamente com a banda em alguns eventos e em outras bandas formadas por amigos. Mas logo depois Marcio voltou a assumir o baixo chegando assim a formação atual.



Quando a banda se formou e como foi o primeiro contato entre os integrantes do grupo? 

 A banda foi formada pelos irmão Alex Ribeiro e André Ribeiro no início dos anos 1990. A banda passou por diversas formações, mas sempre com os irmãos Ribeiro como a espinha dorsal da banda. A formação atual foi concretizada em 2003, quando o Guitarrista Diego Brisse se juntou a banda junto com o baixista Márcio Baugartenh. No período de 2008 a 2010 o Márcio se ausentou da banda temporariamente, sendo substituído nesse período por Nilson Junior, que gravou o CD Bom Selvagem - Serguei + Pandemonium. No final de 2010 o Márcio retornou para a banda e imediatamente demos inicio a produção do novo trabalho da banda.

 Alex Ribeiro: bom... o André, meu irmão, conheço desde a “maternidade” ! Rs... Na verdade , resolvemos formar nossa primeira banda “Filhos do Mundo” no início da década de 80. Já como Pandemonium, quando era Diretor de uma escola estadual, conheci o Márcio, que respondeu a um anúncio que colocamos na escola, na qual ele estudava. Diego, tocava numa das bandas que ensaiava em meu estúdio e ficou sabendo que precisávamos de um guitarrista. Ele veio fazer um teste e ficou.

 André Ribeiro: O rock me veio desde criança com um tio meu que trabalhava de vendedor em uma loja de discos, ele me deu um vinil do Beatles e do Kiss. Passei a adolescência tocando rock nacional e Heavy Metal. Marcio veio para banda ainda bem jovem e com cabelos longos, tocando guitarra e logo se mostrou um grande artista e compositor, o difícil foi convencê-lo a trocar a guitarra pelo baixo. Diego é na verdade o verdadeiro músico, virtuoso e temperamental como todo grande músico, mas extremamente profissional. Sem duvida hoje a Pandemonium possui a melhor formação que já tivemos.

 Márcio Baugartenh: meu primeiro contato veio primeiramente com o “diretor Alex”, não musicalmente , mas tentar enrolá-lo pra matar aula, umas vezes com sucesso rs... um tempo depois respondi a um anúncio procurando muúsico pra uma banda de rock e lá estava denovo, alex.. rs.. em seguida, fui convidado a uma reunião conheci os demais, na época o André e mais outros dois caras que saíram tempos depois.. entrei na guitarra base, passei ao baixo ... logo mais tarde, com a saída do guitarrista entrou o Diego que já conhecia de ensaiar no estúdio do Alex.. Diego era guitarrista de uma banda que ensaiava sempre aqui, um som fresco e mais colorido que saco de jujuba mista! Rsrs... como bom músico que era e responsável foi convidado a teste e graças a Deus deixou de lado aquela história de rock jujubinha , e sem intervio de métodos violentos! Rs.. independente do começo os fins foram ótimos e a formação encontrou seu rumo! Pra quem veio procurando um pouco de rock e festa alcoólica achou mais um pouco!

 Diego Brisse: Ensaiava com minha antiga banda no estúdio da banda Pandemonium. Com o tempo fiz amizade com o pessoal e quando o guitarrista deles saiu da banda, eles me convidaram para um ensaio teste. O ensaio deu certo e fui convidado a entrar para a banda.


Que estilo musical a banda segue?

 A banda, desde o começo e ao longo dos anos, vem passando diversas fases. "Passeou" pelo hard rock, pelo blues e absorveu até as tendências do rock nacional dos anos 80, mas se identificou mesmo com o rock n' roll, se preocupando em manter uma identidade brasileira, somente com letras em português.


Como surgiu a parceria com ele?

Durante um show no Circo Voador, em agosto de 2008, onde participavam da Festa Ploc 80', Silvinho BlauBlau,Elke Maravilha e George Israel (Kid Abelha), entre outras celebridades, conheceram nos bastidores o lendário roqueiro Serguei (namorado de Jenis Joplin, amigo de Mick Jeguer, Raul Seixas, Erasmo, Roberto Carlos, entre outros; e que tocou no Rock in Rio II e III ). Convidamos Serguei para tocar na Festa do Clube de Motociclistas Ossos Quebrados, porém o show não rolou. Marcaram um show no Espaço UP que ficou super lotado. Em seguida, tocaram juntos na Festa de 40 Anos da Feira Hippie de Ipanema, que também foi maravilhoso. A amizade foi crescendo e surgiu a idéia de gravarem um CD com algumas músicas do Serguei com novos arranjos. Entramos em estúdio em abril de 2009 e lançaram o CD "Bom Selvagem" em julho do mesmo ano. Em 19 de setembro lançamos para todo o Brasil e para o mundo, no programa do Jô Soares.

Veja um dos clipes da banda:


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Matt Sorum: "cantor com quem estamos animados é conhecido"

Postado por Renan Tambarussi domingo, 16 de janeiro de 2011 0 comentários

Fala Fala galera do Rock n' Roll,felizmente estarei com mais tempo para vocês leitores da Comissão! Bom,chega de blá blá blá e vamos ao que interessa.

 O website “Noisecreep” conduziu uma extensa entrevista com o baterista do Velvet Revolver  e ex-Guns N' Roses, Matt Sorum. O músico falou, dentre outros assuntos, sobre a escolha do novo vocalista do VR.



Como tem sido o processo de audições?
Nós testamos muitos caras novos e, basicamente, é um processo e tanto. Scott Weiland é um dos melhores frontmans por aí, e eu já estive em bandas com Axl Rose e Ian Astbury. É um cargo de responsa. Então estamos procurando por um indivíduo experimentado e verdadeiro, que possa se entrosar com caras como nós, que já têm estado por aí por muito tempo.
Não tem sido uma tarefa fácil e é por isso que está demorando tanto. Mas nós não queremos voltar com meia força. Nós queremos criar algo que faça as pessoas dizerem: “uau, isso é demais”! Tivemos algumas situações em que estivemos com alguns cantores, mas desistimos porque não nos sentimos completamente seguros para seguir com determinado cara ou se era o movimento certo.
Testamos alguns caras desconhecidos e outros que já estão por aí, mas o cara com quem estamos bastante animados agora é bem conhecido. Não quero dizer nada ainda, porque ainda estamos na fase dos encontros. Ainda não consumamos o relacionamento ou fizemos um acordo de cavalheiros. Então, não posso adiantar nada até termos um selo oficial de aprovação no acordo.
Você e Slash já escreveram algum material para o próximo álbum?
Sim, temos algumas músicas. Temos alguns ótimos riffs. Estamos tentando lapidá-los um pouco mais, mas há algumas coisas ótimas. Eu diria que, provavelmente, temos cerca de quatro ou cinco boas apostas, com letras, para coisas que me deixariam felizes num disco. É definitivamente matador. Mas, ao todo, ainda não temos música o suficiente, porque iremos entrar no estúdio e fazer.
A beleza de se estar numa banda com estes caras, por tantos anos, é que sabemos o que temos para oferecer. Então, não temos que “pré-pensar” muito. Mesmo que possamos aliviar com baladas e tocar em outros estilos, nós estamos bem confortáveis, sendo uma unidade Rock n’ Roll. Nós não precisamos fazer de nós algo que não somos. Neste sentido, somos tradicionais.
Matéria Original: Whiplash!

Entrevista com Paul McCartney

Postado por Renan Tambarussi domingo, 7 de novembro de 2010 0 comentários



No dia 05 a revista Rolling Stone fez um entrevista exclusiva com Paul McCartney, que está prestes a fazer um show em porto alegre.


Abaixo, um trecho da conversa que poderá ser lida integralmente na edição 50 da revista Rolling Stone(nas bancas a partir de 8 de novembro):


Como funciona a sua seleção de repertório para as turnês? Você tem mais de 50 anos de músicas para escolher. Certamente muita coisa fica de fora. Você sofre fazendo isso?
Não é ruim, é um processo meio interessante. Eu começo pensando: "Se eu fosse a esse show, o que eu gostaria de ouvir a banda tocar? O que eu gostaria de ouvir o Paul cantar?" Começo com essa lista, e há algumas canções que são meio óbvias. Eu provavelmente gostaria de ouvi-lo cantar "Let It Be"... Esse tipo de coisa. Então existe essa lista das que você não poderia deixar de fora. E aí surge uma segunda lista, de coisas novas que podemos fazer para surpreender a plateia, para manter as coisas frescas. Misturamos essas duas listas. E aí tem uma terceira lista, que tem as músicas que nós gostaríamos de tocar, sabe? Sem nos importarmos com o resto, as coisas das quais simplesmente gostamos. Juntamos tudo isso e ensaiamos todas as músicas que escolhemos, e às vezes os caras da banda dizem: "Oh, talvez devêssemos tentar esta aqui..." Todos podemos sugerir. Depois dos ensaios, vemos quais [músicas] ficaram melhores. Normalmente somos eu e o nosso cara dos teclados, Wix, que é o nosso DM, diretor musical. Na reta fi nal dos ensaios, nos sentamos e vemos qual será o set list e o escrevemos. No último dia de ensaio, tocamos esse repertório para que cada um saiba qual
guitarra [usar], para que os caras da técnica saibam o que está acontecendo. E é assim que fazemos!


Houve uma fase, no começo dos anos 70, quando você não tocava músicas dos Beatles com o Wings...
[Interrompendo] Sim, é verdade.


Como era tocar só músicas novas para um público que talvez estivesse esperando sucessos dos Beatles?
É, bem, foi... Foi muito bom porque determinamos essa regra, já que estávamos tentando estabelecer algo novo com o Wings. Eu queria, antes de tudo, fazer com que o Wings tivesse sucesso por mérito próprio. Eu não queria usar as músicas dos Beatles, queria que tivéssemos uma identidade particular. Depois que conseguimos isso, por volta de 1976, depois do Band on the Run, me senti mais confortável. Mas, sim, você percebia que a plateia gostaria que você tocasse músicas dos Beatles. Só que eu achei que essa seria uma saída fácil e não queríamos fazer isso com o Wings, então criamos a regra para, mais tarde, podermos começar a tocar faixas dos Beatles. Como já fi z isso [no passado], é muito libertador poder fazer o que eu quiser hoje, posso escolher qualquer música. Provei algo.


Por falar em tendências, parece que existe uma nova nas turnês: o Roger Waters está fazendo uma do The Wall (1979), os Rolling Stones já falaram sobre fazer uma do Exile on Main Street (1972). O que você acha disso? Faria algo do tipo?
Quer saber? Eu não me interesso por isso. Já me perguntaram se eu faria o Band on the Run. E eu toco muitas músicas dele, mas... Não sei, sinto que se eu tocasse só esse disco seria uma apresentação interessante, mas haveria tantas músicas que eu teria de deixar de
fora e... Eu não gosto de colocar essa pressão em mim mesmo. Não é uma ideia que me interessa o bastante porque a acho um pouco restritiva. Gosto de poder escolher o que me der na telha, o que eu quiser tocar. Mas acho que faremos algumas coisas agora, com o relançamento de Band on the Run. Acho que tocaremos mais canções do disco. Só que a ideia de tocar só esse álbum... Não sei. Se os Stones tocassem só o Exile, seria uma noite divertida - mas eu provavelmente fi caria meio decepcionado por eles não tocarem "Honky Tonk Women" ou "Satisfaction". Sabe? Eu gostaria de ouvilos tocar essas músicas também.


Tenho uma teoria: se você quisesse, poderia passar o resto da vida sem ter de trabalhar, vendendo autógrafos. Com um por dia, você ganharia cerca de mil dólares a cada 24 horas. Seria só rabiscar um papel, simples assim. Não é um pensamento assustador?
Sim, pense em fazer apenas isso para o resto de sua vida. Quero dizer, como seria tedioso... Entendo o que você quer dizer, mas não dá para pensar assim. Isso passa pela sua cabeça uma vez, você pensa: "É, seria incrível". Mas na verdade não é algo que você gostaria de fazer. Eu amo a música! Música é o que me deixa feliz. Conheci alguém ontem que explicou isso muito bem, ela disse: "Eu não conseguiria respirar sem música". Achei muito legal, disse que entendia o que ela queria dizer. Acho isso muito verdadeiro e acho que muita gente sente isso. É algo mágico que os humanos desenvolveram, é muito especial para muita gente. É algo que cura. Uma das coisas de que mais gosto é quando me encontro com alguém e a pessoa me diz: "Eu estava doente e escutei a sua música, que me fez melhorar". Penso: "Uau! Que legal". 





Rolling Stone

Delta Rock Rio - Entrevista

Postado por Renan Tambarussi quarta-feira, 21 de abril de 2010 1 comentários

Voltamos hoje a publicar mais uma entrevista. Essa é com a banda Delta Rock Rio. Eles foram entrevistados nessa semana. O primeiro é um vídeo mais descontraído do pessoal; a entrevista começa realmente no segundo.













Delta Rock Rio - Mentiras


Delta Rock Rio - Pra Sempre


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