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Guitar Vicious: Meu Equipamento (Gear) parte 1 - Pedais

Postado por Renan Tambarussi quarta-feira, 6 de novembro de 2013 0 comentários

Resolvi que seria bacana falar das coisas que formam meu gear hoje e ir atualizando no blog sempre que houvesse mudanças. Conhecendo os equipamentos de um músico você consegue entender um pouco como ele obtém determinados sons. Talvez eu tenha tido alguma ideia que possa te agradar e te ajude a dar mais um passo. Eu acredito que você pode pegar informações úteis aqui e caso queira conversar mais, basta deixar sua mensagem nos comentários.










Quero também, não só dizer O QUE estou usando, mas também PORQUE e COMO estou usando. E pra começar vou falar da "pedaleira" que venho usando pra shows. Let's talk about pedals!

Stax Rocks - Mg Music

Este pedal da MG chegou aqui por acaso; eu estava interessado em adicionar um Wha no meu set e já conhecia este pedal por te-lo visto na internet. Então vi um anúncio de um pedal à venda e resolvi levar. Eu ainda não o usei em nenhuma gravação, porém pretendo explorá-lo bastante neste sentido pois ele é um pedal bem versátil.

As características que me agradaram é que ele tem diversas opções de regulagem que mudam a frequência em que o pedal atua. Dessa forma você consegue ajudar para que a área de frequência em que o pedal trabalha coincida com o timbre da sua guitarra. Se você possui uma guitarra mais grave o Wha pode "falar" mais na região dos graves. Se tem um set onde se destacam os médios idem. O pedal tem 6 opções de regulagens. Além disso possui uma chave que muda o indutor do pedal, tendo assim 2 tipos de timbre. Um mais clássico e um com uma leve modulação junto com o Wha que lembra me um phaser.

Alien Booster - Mg Music
Após um tempo tocando com vários pedais de drive comecei a ficar incomodado com as mudanças drásticas no timbre quando mudava de um para o outro. Eu queria criar variações de sons, porém com base no mesmo som, pois assim acredito que soe mais orgânico, mais natural.
 Então trouxe esse boost de Germanium da MG para compor meu set. A função dele é ficar antes do Big Muff e quando acionado aumentar os médios, dessa forma o Bigg Muff soa mais drive do que fuzz. Eu chamado esse som de "som Slash" porque ele me lembra o hard rock feito por bandas dos anos 70 e pelo Guns no albumAppetite for Destruction. É um som basicamente usado pra fazer solos agressivos porque o Alien torna o som do Big Muff bem quente.



O post não acaba aqui!
clique na imagem e veja o resto do equipamento no blog do autor:

Guitar Vicious é um quadro da Comissão do Rock realizado em parceria com o blog Vamos Falar de Guitarra, do músico Filipe Zanella. Nesta sessão você irá conferir alguns testes realizado pelo autor, que costuma dar suas dicas de guitarra e compartilhar suas experiências com uma linguagem simples e de fácil compreensão. 

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Guitar Vicious: Vídeo Aula - Masterclass (Joe Bonamassa)

Postado por Renan Tambarussi sábado, 19 de outubro de 2013 0 comentários


Essa nova "sessão" do blog (Vamos Falar de Guitarra) é uma ideia que tive para falar um pouco sobre técnica, ideias novas e evolução na forma de tocar guitarra. O objetivo é simples: compartilhar aqui no blog as vídeo-aulas que eu escolho pra praticar, quem sabe você não curte e decide pegar as dicas desse vídeo?

Filipe, como você seleciona as vídeo-aulas pra estudar? 

Isso é muito simples... Pelo som! Não tem segredo, eu não estou me importando pras técnicas que são ensinadas, meu processo consiste em procurar no Youtube sobre "guitar lessons", assistir os videos e ver se algo me chama atenção sonoramente. A maioria das coisas não são aproveitáveis, porque ou são malabarismos ou o som não me empolga. Quando eu acho algo que eu ouço e me chama atenção eu sinto vontade de aprender a tocar aquilo, então eu começo a estudar a lição. Ah, já ia me esquecendo, eu também evito aulas longas, porque não consigo ficar meses estudando só a mesma coisa. Então prefiro videos curtos de 10 min. em média.

Sobre o processo de estudo:

Também não é muito complexo. A maioria das coisas eu vou tirando de ouvido, mas quando tem tablatura ajuda, principalmente nas partes mais rápidas.

Sobre o vídeo selecionado pra essa aula:

Bem, este é um vídeo do Joe Bonamassa que parece ter sido gravado em um camarim ou quarto de hotel. Possui cerca de 10 min. de duração, e nele Bonamassa mostra ideias que usa pros seus solos. Se vocês buscarem mais coisas na net do Bonamassa vão achar umas vídeo-aulas mais antigas, porém estas não me interessam muito. Ao longo do tempo ele foi moldando seu estilo e é o som que ele tira hoje que me interessa. Eu fiquei fascinado pelas passagens de palhetada rápida usando um som encorpado e com pouco drive, como se tivesse um Q de jazz no som. Isso me fez rever como eu estava tocando diversas coisas, minha base está totalmente fundamentada nos ligados. Eu nunca fui um rapaz palhetador, mas depois desse vídeo repensei sobre essa questão, suei bastante a camisa e agora estou usando muito mais a palhetada alternada. Com certeza a palhetada foi a parte da aula em que tive mais dificuldade. Outra coisa que me ajudou muito nessa aula foi perceber que o timbre grave e com menos drive fica sensacional pra esse tipo de som. Então pela primeira vez o captador do braço da minha guitarra deixou de ser um enfeite e passou a ter uma finalidade real.

Agora chega de papo e vamos ao vídeo:



 Clique na imagem e veja versão feita pelo Filipe na publicação de seu blog

Guitar Vicious é um quadro recente da Comissão do Rock em parceria com o blog Vamos Falar de Guitarra, do músico Filipe Zanella. Nesta sessão você irá conferir alguns testes realizado pelo autor, que costuma dar suas dicas de guitarra com uma linguagem simples e de fácil compreensão.


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Guitar Vicious: o som dos mutantes - REGVLVS

Postado por Renan Tambarussi quinta-feira, 10 de outubro de 2013 0 comentários

E da REGVLVS, já ouviu falar?

Basicamente se você nunca ouviu falar sobre essa enigmática guitarra este post é para você.

Pra resumir:


* REGVLVS RAPHAEL é uma guitarra desenvolvida pelo grande (CCDB) Claudio Cesar Dias Baptista. Construída nos anos 60, ela possui inúmeros tipos de inovações que até hoje a tornam uma guitarra diferenciada. O guitarrista mais icônico que utilizou essa guitarra é Sergio Dias (Os Mutantes), irmão do criador da guitarra. 

 O que ocorreu é que na época do incío dos Mutantes, conseguir um instrumento de qualidade no Brasil era algo realmente complicado. Não havia boas opções no mercado nacional, e importar sempre custou uma fortuna. Foi quando o músico Raphael Vilardi pediu a seu amigo CCDB uma guitarra, a melhor guitarra que poderia ser construída. 

 Foi com esse objetivo que a REGVLVS foi construída, e o processo incluiu a construção simultânea de duas guitarras. Uma era um protótipo onde as ideias eram testadas, e o outra era a versão "final", onde as ideias testadas eram aplicadas. No final do processo, o protótipo ficou tão bom que CCDB presenteou seu irmão Sergio com a guitarra.

E quais seriam as inovações dessa guitarra? Porque ela é um instrumento único? Vamos lá:

Construção - Stradivarius: 

 A primeira vista, o desenho dela lembra muito uma Gibson semi acústica, porém vendo a criança de perfil notamos um grande angulo do braço, que lembra muito um violino:


Figura 1:

Figura 2: 



 Figura 3:

Nas fotos acima podemos ver, respectivamente, o braço angulado da REGVLVS, o braço de um violino também angulado em relação ao corpo, e um o braço totalmente reto de um baixo Gibson, que pode ser usado como referência de braço reto em relação ao corpo. Segundo CCDB  esse desenho foi baseado nos violinos Stradivarius. Sergio Dias afirma que este formato de braço torna a guitarra mais ergonômica, pois ela envolve o guitarrista que a toca.

 Outro detalhe sobre a construção dessa guitarra é uma característica que ajuda  a dar nome a ela. Depois de escavada a guitarra foi totalmente banhada a ouro por dentro, com a finalidade de reduzir possíveis ruídos de interferência.

 O post não acaba aqui! 

Clique no banner e veja mais detalhes no blog do autor



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Guitar Vicious: Big Muff PI teste - Review e historia

Postado por Renan Tambarussi terça-feira, 24 de setembro de 2013 0 comentários


Senhoras e senhores "guitarreiros",

 Tem muita coisa que eu quero abordar nos próximos posts e uma dessas coisas é o assunto "pedais". Sim pedaizinhos de efeitos, essas caixinhas são extremamente viciantes pra quem curte guitarra(minha namorada pode comprovar essa informação).

 Cada pedalzinho dos que possuo atualmente(não são muitos) foi escolhido a dedo depois de pesquisar MUITO, principalmente na internet. O Big Muff é um pedal clássico e hoje considero ele o meu principal pedal, é aquele pedal que eu levaria pra uma ilha deserta =).

 Sobre a historia do BIG Muff , conta a lenda que ele é uma variação do Muff Overdrive, também da EHX, porém eles buscavam mais sustain(algo bem mais difícil de obter nos anos 60) e acabaram chegando num layout de varias cascatas de ganho, ou seja. O som passa por varias sessões de distorção dentro do pedal, gerando o som super comprimido que conhecemos.

Porque eu curto o som do Big Muff?

 Eu acho que ele tem um som bem orgânico (é difícil explicar isso). Outra coisa que gosto nele é que ele tem um som bem cheio, diferente de outros pedais que limitam muito o som da guitarra nos médios. E tem aquela característica de som de velcro que os fuzz tem.

Basicamente eu uso o Muff de duas formas basicas:

1- Com bastante ganho e muito sustain
2 - Usando menos ganho possível usando com acordes abertos.

 Ele com bastante ganho tem o som clássico do Big Muff, é aquele som que está em muitos dos discos mais marcantes da historia da guitarra. No video abaixo eu estou tocando com o set up de Les Paul + Big Muff + Ampli e vocês podem ver esse som com muito ganho que eu uso pra tocar um riff.


Veja os testes e mais informações diretamente no blog abaixo:
Guitar Vicious é o novo quadro da Comissão do Rock em parceria com o blog Vamos Falar de Guitarra, do músico Filipe Zanella. Nesta sessão você irá conferir alguns testes realizado pelo autor, que costuma dar suas dicas de guitarra com uma linguagem simples e de fácil compreensão. 

Para rever o primeiro post de apresentação, clique em voltar:


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