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Metal de todos os gêneros e para todos os gostos

Postado por Renan Tambarussi domingo, 10 de novembro de 2013 0 comentários


Sei que não é apropriado generalizar nada, porém, quando uma pessoa ouve música (eu pelo menos faço isso), sempre procura por algo que a chame a atenção. Seja esse algo um assunto de seu interesse ou um ritmo que a acalme ou a deixe empolgada. Na minha opinião, o Metal é o estilo mais diversificado que existe, pois fala sobre tudo o que se pode imaginar e ainda pode ser tão calmo quanto uma brisa e tão agressivo quanto uma tempestade.

Quando se fala em Metal não é possível especificar um assunto apenas. Existem músicas sobre amor, sexo, estupro, necrofilia, ódio, violência, drogas, guerra, paz, sentimentos, amizade, morte, vida, sonhos, literatura, fantasia, lendas, folclore, História, religião (várias), ficção, universo, dimensões paralelas, terror, mitologia e até alguns temas bem inusitados como frutas, contos de Natal, ursos e bodes (isso mesmo).

Cada pessoa se interessa por estilos e assuntos diferentes, mas isso não importa, pois o Metal está aí pra todos, com os seus inúmeros subgêneros e combinações. E é sobre isso que vamos falar agora. Vamos caminhar entre alguns dos estilos mais conhecidos e outros nem tanto e aproveitando para falar sobre os principais temas abordados por cada um deles. Vamos ao que interessa.




Aborda temas como: vida, sexo, drogas e jogos de azar. É o gênero pra quem curte um som pesado e tradicional. Um grande destaque na minha opinião é o Chrome Division





Aborda temas como: violência, sexo, batalhas e Metal. Gênero que ajudou a dar origem ao Thrash e ao Power Metal. Às vezes é confundido com o Thrash por ter elementos praticamente idênticos. Um grande destaque na minha opinião é o Primal Fear.





Aborda temas como: guerra, morte, vida, álcool e sociedade. Popularizou-se nos anos 80 com as suas letras sobre os problemas da sociedade e o seu som agressivo. Um grande destaque na minha opinião é o Testament.





Aborda temas como: fantasia, literatura, magia, mitologia e Metal. Esse gênero é muito famoso entre fãs de literatura fantástica, jogos de RPG e mitologia. Um grande destaque na minha opinião é o Blind Guardian.






Aborda temas como: sonhos, filosofia, sentimentos e fantasia. Gênero que conta com composições extremamente complexas e técnicas. Foi influenciado pelo Jazz e pela Música Clássica. Um grande destaque na minha opinião é o Epysode.






Aborda temas como: poesia, filosofia, amor, depressão e literatura antiga. Como o próprio nome já diz, tem forte influência da Música Clássica, conta geralmente com vocais femininos, com algumas exceções. Um grande destaque na minha opinião é o Haggard.






Aborda temas como: folclore, mitologia, culturas diversas e batalhas. Surgiu da fusão do Heavy Metal com a Música Folk tradicional. Utiliza-se instrumentos variados como, gaita, alaúde, harpa, bandolim e violino. Um grande destaque na minha opinião é o Trollfest.






Aborda temas como: tristeza, depressão, desespero e suicídio. Gênero que conta com uma atmosfera sombria nas suas composições. É um dos subgêneros mais antigos, figurando junto com Heavy. Um grande destaque na minha opinião é o Funeral Circle.





Aborda temas como: morte, sangue, violência e humanidade. Uma das vertentes mais extremas do Metal, conta com vocais guturais e composições complexas. Um grande destaque na minha opinião é o Blood Red Throne.






Aborda temas como: satanismo, blasfêmia, morte, sangue, guerra e anti-cristianismo. Vertente extrema do Metal que conta com vocais guturais e composições atípicas que parecem ter sido mal produzidas. Um grande destaque na minha opinião é o Impaled Nazarene.





Além desses estilos que eu citei, temos ainda algumas subdivisões dos mesmos, como por exemplo, o Death Metal pode ser subdividido em Melodic, Technical e Symphonic Death. Essas subdivisões interferem não somente na sonoridade como também nos temas líricos que podem ser totalmente alterados dependendo da banda.

Isso tudo mostra como o Metal pode ser variado. Tudo depende da vertente que você escolherá para apreciar. Seja qual for o seu gosto, o Metal vai satisfazê-lo. Espero que tenham gostado. Até mais.

A cultura e a mitologia dentro do Metal

Postado por Renan Tambarussi sábado, 21 de setembro de 2013 0 comentários




Diversas culturas e mitologias de todas as partes do mundo são usadas como temas para gerar letras de músicas das bandas dos mais variados subgêneros do Metal. Cultura celta, inca, indígena, viking e egípcia são alguns dos temas abordados por bandas do mundo inteiro para conduzir estórias em seus álbuns que prendem o ouvinte até a última faixa.

Claro que utilizar esse tipo de tema requer estudos aprofundados sobre os mesmos para que sejam evitados equívocos. Equívocos esses que podem fazer de uma obra de arte musical se tornar uma “bola fora” de proporções gigantescas. 

Chega de papo a vamos ao que interessa, as bandas.


Ex Deo
O Ex Deo é uma banda canadense de Symphonic Death Metal formada em 2008. Trata-se de um projeto paralelo do vocalista da banda Kataklysm. Na verdade, poderíamos dizer que é um projeto paralelo da banda inteira pois todos os membros do Kataklysm fazem parte do Ex Deo, mas como a ideia partiu apenas do vocalista, ele leva os créditos pela formação da banda. O principal tema da banda é a História romana antiga. O som, apesar da banda ser de Symphonic Death, beira muitas vezes ao Technical e até mesmo ao Brutal Death. A fusão do som brutal com a fluência dos arranjos orquestrados, somados às belas letras baseadas na cultura romana, fazem dessa banda, um das melhores do estilo.




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Aquaria

O Aquaria é uma banda nacional de Symphonic Power Metal formada em 2002 com o nome de Uirapuru (o pássaro sagrado) e que infelizmente encerrou as atividades em 2010. Com a proposta de levar até os seus ouvintes, letras que falassem sobre o folclore brasileiro, a banda cumpria muito bem esse papel e lançou dois ótimos álbuns, o Luxaeterna em 2005 e o Shambala em 2007.




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Furor Gallico

A banda foi formada em 2007 na Itália e traz um Folk Metal poderoso com instrumentos clássicos do Folk Metal, como flauta, violino e harpa. A banda possui apenas um álbum, auto intitulado. O principal tema das suas canções é a cultura celta, que por sinal é muito bem utilizada pela banda.




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Gwydion

Banda portuguesa de Symphonic Black/Folk/Viking Metal formada em 1995 que traz para os seus ouvintes a cultura escandiva. A banda tem bastante influência do Black Metal e possui vocais guturais poderosos aliados aos acordes típicos do Folk.




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Heidevolk

A banda foi formada em 2002 na Holanda com o nome Hymir mas logo mudaram de nome. A banda faz um Folk/Viking Metal de primeira com tudo o que os fãs podem esperar de uma banda desse estilo. Suas músicas são inspiradas na cultura e História holandesa e na mitologia germânica como um todo.




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Manegarm

Banda sueca formada em 1995 com o nome Antikrist, mas no mesmo ano alteraram o nome para Manegarm (provavelmente porque a proposta não era passar a imagem de uma banda profana, apesar de ser uma banda pagã). O paganismo e a História viking são os temas abordados por essa banda que consegue se superar em cada álbum com as suas fantásticas  estórias.




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Nile

Banda formada em 1993 nos Estados Unidos. Eles conseguem como ninguém unir a brutalidade do Death metal com temas fantásticos, como a mitologia egípcia. E eles realmente levam isso muito a sério e muitas vezes você se vê obrigado a pesquisar sobre um determinado tema pra conseguir entender por completo as letras, pois eles se aprofundam muito no tema.




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Rotting Christ

O Rotting Christ é uma banda grega formada em 1987. No começo eles tocavam um som mais voltado para o Black Metal, com o passar do tempo foram mudando de estilo até que chegaram no Gothic e enfim acharam o seu melhor momento tocando um Extreme metal brutal e ao mesmo tempo virtuoso. Entre os seus temas líricos está a mitologia grega, muito bem trabalhada pela banda.




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Tierramystica

Mais uma banda brazuca. Dessa vez é o Tierramystica. A banda foi formada em 2007 e traz um Power/Folk Metal de qualidade excepcional. O som regado a muitas flautas, gaitas, violinos, charango (instrumento parecido com um alaúde) Entre os temas abordados está a cultura inca. Hoje, a banda é considerada um dos maiores expoentes do Folk Metal nacional.




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Lemuria
É uma banda belga de Symphonic Black/Folk Metal. A banda foi formada em 1999 com o nome de Spinal Chill, mas em 2001 eles mudaram o nome para Lemuria. A sonorida, como o estilo pede, é um som pesado, com vocais guturais e rasgados intercalados, aliados a sons típicos do Folk Metal. A temática da banda é o que a torna superior a outras do mesmo estilo. Músicas sobre as Crusadas e sobre mitologia como um todo, são o carro chefe da banda.




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Chthonic

Banda de Melodic Black/Death Metal de Taiwan. A banda foi formada em 1995 e posso dizer que além de ser uma banda diferente, é também altamente competente. A sonoridade é algo extraordinário, passando pelo Death, Black e Folk. A ambientação criada pela banda em cada álbum é totalmente imersiva e você se sente lutando em batalhas reais ao lado de exércitos feudais. O principal tema da banda são as lendas e também o próprio folclore taiwanês. O visual dos membros também é um show a parte.





Bem, muita coisa que hoje eu conheço sobre mitologia e culturas diversas, se deve ao fato de eu ouvir Metal praticamente a minha vida toda. É uma maneira bem interessante de se aprender sobre culturas variadas, enquanto se ouvi um som de qualidade e altamente viciante. Existem centenas de bandas que fazem uso desses temas (e muitos outros) para abordar suas canções, o que as torna verdadeiras obras de arte. O cuidado com que as bandas trabalham as suas letras, é algo muito importante. Deve-se evitar alterar ou inventar quando se lida com esse tipo de assunto para que se possa se abster de problemas com os respectivos representantes dos mesmos.

Especial: Black Sabbath - parte 3

Postado por Renan Tambarussi terça-feira, 27 de dezembro de 2011 0 comentários




O álbum seguinte, Black Sabbath Vol. 4 de 1972, revelou a primeira de várias alterações no som da formação, devido a uma clara contaminação do rock progressivo. Um dos pontos fortes do álbum é a balada "Changes", onde Osbourne canta acompanhado por piano e cordas. A canção é um exemplo de como os sons da formação teve evoluído, mas canções como "Tomorrow's Dream", "Snowblind" e "Supernaut" ainda mostram seu lado musical mais profundo.



Em 1973, a banda publica Sabbath Bloody Sabbath, álbum com a atmosfera caracterizada pelo rock progressivo ainda mais visível. Também conta a presença de Rick Wakeman do Yes que apareceu nos teclados, como membro externo. Entre as canções mais claramente progressistas pode citar a "Spiral Architect" e "A National Acrobat", mas ainda faltava o "clássico", com uma boa formação de "Sabbath Bloody Sabbath" e "Killing Yourself to Live". O disco foi outro grande sucesso e considerado um ponto importante na carreira artística.



Neste período, houve uma série de acontecimentos na banda. Todos os membros tiveram sérios problemas de dependência de drogas, em especial Osbourne e Ward que, após a admissão do cantor, fizeram uso de LSD todos os dias por mais de dois anos. Uma mudança de gravadora (de Vertigo para a Warner) tinha atrasado o lançamento do seu novo álbum, Sabotage, publicado somente em 1975. Do ponto de vista musical, o álbum é um dos mais variados do grupo, alternando as canções de heavy metal de "Hole in the Sky" e "Symptom of the Universe", para o canto gregoriano de "Supertzar", e sons de pop rock de "Am I Going Insane (Radio)".

DMCA.com

11-11-11: um dia histórico para o Metal

Postado por Renan Tambarussi sábado, 12 de novembro de 2011 0 comentários


Às 11:11 da manhã do dia 11-11-11, o mundo do metal recebeu uma das melhores notícias de sua atualidade. O BLACK SABBATH está de VOLTA, com sua formação clássica! É de arrepiar!
O site oficial da banda anunciou a volta, com um álbum de INÉDITAS! Detalhe, que o album será o primeiro em 33 anos!
A banda também já anunciou uma data no Download Festival (10 de junho de 2012) e  logo em seguida uma tour mundial. E os fãs brasileiros estão na expectativa de que a banda pise em terras brasileiras com sua turnê.
A coletiva da banda aconteceu na casa de shows Whisky A Go-Go, local onde a banda fez seu primeiro show.
O produtor do disco, Rick Rubin, anunciou que o processo de composição do novo álbum está na metade e que a banda deve começar as gravações do novo álbum de estúdio no início de 2012.

Iommi disse "Era agora ou nunca, de verdade. Temos ótima música para tocar."
Para pessoas como eu, que achavam que nunca veriam o Sabbath em sua formação clássica, tá aí uma ótima oportunidade de ver uma das maiores bandas do mundo em cima do palco!
Emocionante!

Abaixo o vídeo oficial que anunciou a volta do Black Sabbath.

Clipe da Semana Informativo - Shows do Alice Cooper no Brasil

Postado por Renan Tambarussi sexta-feira, 20 de maio de 2011 0 comentários


O bom e velho Alice Cooper, virá ao Brasil com sua turnê turnê No More Mr Nice Guy – The Original Evil Returns.

A princípio o músico faria shows em Porto Alegre (31/05), São Paulo (02/06) e em Curitiba, (03/06), mas a acessoria de imprensa de Alice anunciou que por conta de "motivos técnicos", o show que seria em Curitiba, teve que ser cancelado. Porém, a apresentação migrará para o Rio de Janeiro, mais precisamente, para a casa de shows Citybank Hall.

Agenda de Shows:

31/05-  Alice Cooper
-  Porto Alegre - RS  
02/06-  Alice Cooper -  São Paulo - SP
03/06 -  Alice Cooper -  Rio de Janeiro - RJ


Locais:

31/05 - Pepsi On Stage (Av. Severo Dulius - 1995) - RS 
02/06 - Credicard Hall - Av. das Nações Unidas, 17.981 – Santo Amaro – SP
03/06 - Citybank Hall - Av. Ayrton Senna, 3000 - Barra da Tijuca - RJ

Provável Setlist:  


1. The Black Widow
2. Brutal Planet
3. I'm Eighteen
4. Under My Wheels
5. Billion Dollar Babies
6. No More Mr. Nice Guy
7. Is It My Body
8. Halo of Flies
9. I'll Bite Your Face Off
10. Muscle of Love
11. Only Women Bleed
12. Cold Ethyl
13. Feed My Frankenstein
14. Clones (We're All)
15. Poison
16. Wicked Young Man
17. I Love the Dead
18. School's Out

Bis:

 
Elected


Para mais informações sobre o show, clique aqui

OUTRAS FONTES:  


BLOG "PRA CIMA COM A VIGA, MOÇADA!"


Veja a seguir o clipe da música Clones (We're All) e reveja o clipe School's Out, que também foi publicado em nosso Clipe da Semana.


Clipe da Semana - Yesterday Is Dead And Gone – Arch Enemy

Postado por Renan Tambarussi segunda-feira, 2 de maio de 2011 0 comentários

Tive alguns problemas com meu computador essa semana, eu tive q ressucitá-lo, Trágico.
Agora vou falar sobre a minha banda preferida, na verdade uma do meu top five. Este é o clipe do novo álbum, que estou esperando mais ansiosamente por ele agora, que se chama Khaos Legions e que infelizmente não sei a data de lançamento, =(. Mas vamos ao que interessa:
 

Eis a letra da música:
Yesterday Is Dead And Gone – Arch Enemy
The fires inside us tonight
These bridges will burn so bright
Tomorrow there's no life
No more power

Reaching for the life beyond
We will rise to the dark again
Ready to fight fpr what
We believe to be right
Yesterday is dead and gone

Breaking the chains
Shaking the cage
Heed our war cry
Let there be no doubt
We walked out
This is reckoning time

We are standing in the flames
Reaching for the
Fight until the end
Yesterday is dead and gone

Under a blood red sky
Our voice will be heard
In a world
Where compassion is lost
You try to control us
This is so absurd
Freedom will be won at any cost

Breaking the chains
Shaking the cage
Heed our war cry
Let there be no doubt
We walked out
This is reckoning time

We are standing in the flames
Reaching for the
Fight until the end
Yesterday is dead and gone
Yesterday is dead and gone

Breaking the chains
Shaking the cage
Heed our war cry
Let there be no doubt
We walked out
This is reckoning time

This is reckoning time
Yesterday is dead and gone

Until The Light Take Us

Postado por Renan Tambarussi segunda-feira, 25 de abril de 2011 0 comentários


Olá pessoal que segue a avassaladora (sou foda) Comissão do Rock!

O post de hoje é para divulgar um documentário sensacional.
Until The Light Take Us, dirigido por Aaron Aites e Audrey Ewell, nos traz um pouco de aprofundamento na cultura e no universo do Black Metal norueguês.
Lá, no Norte gelado, onde o som é mais bruto, e as atitudes são mais extremas, a molecada pegou pesado, em todos os sentidos, no começo da década de 90.

Alguns assassinatos, algumas igrejas queimadas, e o surgimento de um dos sons mais violentos do Heavy Metal.

Trago este material porque ando ouvindo muito Black Metal norueguês, e também por se tratar de um conjunto de entrevistas com diversos personagens da cena.

O destaque vai para Varg Vikernes, do Burzum, que na época ainda estava na prisão, e Gylve Fenris Nagell, baterista do Darkthrone, que aparece a maior parte do filme. Mas também é legal destacar a participação de Bård G. "Faust" Eithun do Emperor, e dos caras do Immortal.

O tema gira em torno de tudo o que tornou a cena mais famosa: o peso, o satanismo, os assassinatos, as igrejas...
Traz algumas respostas a algumas questões sérias, e permite que os próprios protagonistas destas histórias bizarras nos esclareçam certas coisas, e tragam ao mundo seus pontos de vista.

Alguns momentos merecem destaque, como o momento em que Vikernes conto como assassinou Euronymos, e a reação de Fenriz ao visitar o local onde antes existia a famosa Helvete, a loja de discos localizada em Oslo que se tornou um marco para o Black Metal Norueguês.

Vale a pena conferir, e entender melhor este estilo metalístico tão controverso.

Você pode baixar aqui, via torrent.

Comissão Downloads - Now, Diabolical - Satyricon

Postado por Renan Tambarussi quarta-feira, 20 de abril de 2011 0 comentários




Banda: Satyricon
Álbum: Now, Diabolical
Gênero: Black Metal
País: Noruega
Ano: 2006

Resenha (retirada do Antro Musical):
Para começo de conversa, o Satyricon é uma banda de Black Metal da Noruega, o que significa som agressivo, extremo, malévolo.

Acontece que o som que temos no Now, Diabolical não é tão malévolo quanto os discos mais antigos da banda. É um Satyricon desacelerado.
Ainda temos instrumentos imundos, vocais grunhidos e fungados, rugidos. Mas cada parte da sujeira do som se destaca da maneira correta, a voz de Satyr, ainda que grunhida, apresenta uma dicção louvável (estamos falando de Black Metal, oras!).
Mas um destaque merecido vai para a bateria de Frost, que apesar de estar pelo menos 50 km/h mais lento do que de costume, fez um trampo de baquetas exemplar.

Pauladas nos momentos exatos, e riqueza de detalhes nas partes mais calmas. E até mesmo nos momentos de porrada solta, esqueça a predominância dos famosos blast beats, pois o cara varia bastante.

Os riffs são diferente do tradicional trato que o Black Metal tem com a guitarra, estão mais ricos e menos atmosféricos. Algumas vezes até se aproximam de um Rock N' Roll mais tradicional, o que é de se espantar.

No geral, é um álbum para deixar os Black Metallers mais tradicionalistas de cabelo em pé, pois aqui o Satyricon apresenta músicas mais acessíveis, mais "pops", digamos assim, mesmo que ainda estajem longe do termo, claro.
A meu ver é um disco que mostra como uma banda consegue romper as correntes do rótulo, e apavorar por aí, fazendo um som original, para banguear nervoso, e que mesmo sendo ligeiramente mais leve do que se espera de uma banda de Black Metal da Noruega, é um som porrada, de quebrar pescoço e assustar a avó.
Quer comparar? Coloque para rolar a faixa K.I.N.G., e em seguida ouça Mother North, clássico da banda do disco Nemesis Divina, de 1996, obrigatória em todos os shows até hoje.
A impressão que fica é de que mesmo sendo bom pra caramba, os caras conseguiram fazer melhor ainda, inovando e ousando.

Assita no fim do post os vídeos de K.I.N.G. (minha favorita no álbum) e The Pentagram Burns (cuja frase "Fight my friend" deveria ser bordada em alguma bandeira).

Faixas:
01. Now, Diabolical
02. K.I.N.G.
03. The Pentagram Burns
04. A New Enemy
05. The Rite Of War Cross
06. That Darkness Shall Be Eternal
07. Delirium
08. To The Mountains
09. Storm (Of The Destroyer)

Formação:
Satyr - Guitars, Keyboards, Vocals, Horns arrangements, Producer, Additional sound engineering, Art Direction
Frost - Drums

Músicos adicionais:
Lars K. Norberg - Bass
Øivind Westby - Horns arrangements

DOWNLOAD!

Este post é uma exclusividade dos blogs O Antro Musical e Comissão do Rock.






Clipe da Semana - School's Out (Alice Cooper)

Postado por Renan Tambarussi terça-feira, 19 de abril de 2011 0 comentários

Olá, estudiosos leitores da Comissão do Rock.


Estamos praticamente em clima de feriado, mas aqui na Comissão as aulas continuam!

-Como assim, Pete Sudray? Vocês não dão aula de nada aqui no blog!

Realmente nós não damos, mas nosso "professor" Alice Cooper sim, e esse professor diabólico está louco para a escola acabar, para que ele possas se livrar de seus alunos e de seu baixo salário.

Veja a seguir a teatralidade do clipe School's Out de Alice Cooper que conta com a participação dos Muppets





School's Out - Alice Cooper


Well, we got no choice
All the girls and boys
Makin' all that noise
'Cause they found new toys
Well, we can't salute ya
Can't find a flag
If that don't suit ya
That's a drag

School's out for summer
School's out forever
School's been blown to pieces

No more pencils
No more books
No more teacher's dirty looks

Well, we got no class
And we got no principles
And we got no innocence
We can't even think of a word that rhymes

School's out for summer
School's out forever
School's been blown to pieces

No more pencils
No more books
No more teacher's dirty looks
Out for summer
Until fall
We might not go back at all

School's out forever
School's out for summer
School's out with fever
School's out completely


Acabou a escola - Alice Cooper (Tradução)


Bem, nós não temos escolha
Todas as garotas e garotos
Fazendo todo aquele barulho
Porque eles acharam novos brinquedos
Bem, nós não podemos saudá-los
Não é possível achar uma bandeira
Se isto não servir
Isto é péssimo

Fora da escola pelo verão
Fora da escola Para sempre
A escola exploda em pedaços

Sem mais lápis
Sem mais livros
Sem mais olhares sujos dos professores

Bem, nós não temos aula
E nós não temos princípios
E nós não temos inocência
Não podemos nem fazer rimas

Fora da escola pelo verão
Fora da escola Para sempre
A escola exploda em pedaços

Sem mais lápis
Sem mais livros
Sem mais olhares sujos dos professores
Fora pelo verão
Antes do inverno
Nós não vamos voltar afinal

Fora da escola para sempre
Fora da escola pelo verão
A escola exploda em pedaços
Completamente fora da escola

DMCA.com

Conheçam o Emigrate

Postado por Renan Tambarussi quinta-feira, 7 de abril de 2011 0 comentários

Olá novamente, caros amigos da Comissão!
Hoje vou trazer mais uma banda que muitos não conhecem, mas que devem conhecer!
"Ow véy! Como assim, deve conhecer?"
Ué! Música boa é música boa, cara!

Trago hoje Metal Industrial.
E antes que menininhos e menininhas torçam os narizes, e chorem, e xinguem, pois eu sou feio e bobo de falar desse tipo de música, já vou avisando que música boa é universal, meus camaradas! E se é bom, eu vou falar sobre!
O material de hoje é o Emigrate, projeto musical do nosso amiguinho Richard Z. Kruspe.

E para quem não sabe, Kruspe é guitarrista  e um dos fundadores do Rammstein.

Em 2005, aproveitando um momento de repouso de sua banda, Ricardinho decidiu sair pelo mundo em busca de aventuras musicais diferentes, pessoais, mais dele.
O resultado foi uma banda chamada Emigrate, que apesar de apresentar uma proposta diferente do Rammstein, consegue preservar boa parte dos fatores que caracterizam a banda alemã.
Temos aqui um industrial bem "enxugado", que se foca mais nos riffs duros, secos, pesados, do que nos efeitos de teclado e sintetizadores.
O Emigrate também traz um pouco mais de melodia.

Outra coisa interessante é o vocal, que ficou por conta do próprio Richard. Imaginava algo meio bizarro, mas me surpreendi. A voz do rapaz ficou perfeita nesse som próprio, remetendo a Sisters Of Mercy e Depeche Mode, que, como todos sabemos, fazem parte das muitas influências do R+.

Infelizmente, para mim que sou grande fã do Rammstein, ficou difícil ouvir o Emigrate com "ouvidos limpos", sem pensar no som do R+, e sem fazer comparações.

Pensando nisso agora, e tentando me livrar da sombra da banda de Berlim, posso dizer que o som do Emigrate é um pouco diferente do muita coisa que existe por aí, e apresenta um cuidado especial no que diz respeito a efeitos, sons sintéticos e exageros tecnológicos, o que o torna um Metal Industrial menos forçado que o Oomph, por exemplo.

É importante deixar claro que não é apenas a genialidade de Kruspe que faz desse álbum um dicso sensacional, mas também a competência dos demais integrantes, que são Olsen Involtini na guitarra, Henka Johansson, do Clawfinger, na bateria, e Arnaud Giroux, do Axel Bauer, no baixo.


Confira abaixo dois clipes do único álbum que a banda lançou, o Emigrate, de 2007, e me digam o que acham.
Detalhe: é todo cantado em inglês, e sem sotaque!





Membros:
Richard Z. Kruspe – vocal, guitarra solo
Olsen Involtini – guitarra rítmica
Arnaud Giroux – baixo, vocal de apoio
Henka Johansson – bateria

KoRn

Postado por Renan Tambarussi sexta-feira, 4 de março de 2011 0 comentários

Korn (às vezes escrito como KoЯn, para imitar o símbolo da banda) é uma banda de nu metal de Bakersfield, Califórnia, que atualmente assinou contrato com a gravadora Roadrunner records. Frequentemente levam o crédito de ser a banda pioneira do género nu metal e ter inspirado a onda de nu metal, metal alternativo e influenciado bandas de rapcore no meio dos anos 1990 e começo do século XXI, ajudando, em particular, Limp Bizkit (banda que foi descoberta pelos Korn) e junto a eles disseminaram o nu metal no mundo todo.

Desde o lançamento do primeiro álbum Korn em 1994, a banda já vendeu mais de 30 milhões de discos no mundo inteiro (16 milhões só nos Estados Unidos), o que faz com que Korn seja uma das bandas de metal mais bem sucedidas dos últimos 17 anos (1994 - 2010). A banda possui sete álbuns de estúdio consecutivos a atingirem a platina, um álbum de compilações platinado, e dez estreias consecutivas (incluindo o Greatest Hits, Volume 1 e MTV Unplugged) no top 10 do Billboard 200.

Os Korn tem as suas origens no começo dos anos 1990, mais concretamente em 1992, em Bakersfield, uma pequena cidade árida ao oeste do "Vale da Morte (Death Valley)". Na adolescência, o baterista David Silveria, o guitarrista Munky e o baixista Fieldy tocam nos L.A.P.D.. Logo depois de gravar um disco com um vocalista provisório a banda acaba. Eles não conseguem ficar separados por muito tempo, voltando como Creep já com o guitarrista Head como membro definitivo.

Em 1996, o Korn faz história na Internet, sendo a primeira banda a promover um programa de rádio interativo online. A intenção é lançar o segundo álbum, Life is Peachy. Nessa época eles já contavam com uma legião de dois milhões de fãs, além de turnês cada vez maiores e uma crescente presença na mídia, junto à bandas da mesma gravadora, a holandesa RoadRunner Records.
Mais uma coisa inusitada acontece, quando um menino de 14 anos com uma doença terminal, pede para encontrar a banda por alguns minutos através da Make a Wish Foundation. A banda fica chocada, mas atende o pedido do menino, e o visitam por dias, isso mais tarde viria a se tornar a canção que leva o nome do menino, Justin.

A banda esteve no Brasil três vezes, a primeira em 2002, ainda divulgando o álbum Issues (Untouchables estava para ser lançado) em uma turnê pela América Latina, passando pela cidade de São Paulo onde tocou no Credicard Hall dois dias seguidos (11 e 12 de março). Seis anos depois eles voltam fazendo parte da turnê de Ozzy Osbourne que também teve a participação da banda Black Label Society como bandas de abertura. Nesta turnê, as três bandas tocaram no Rio de Janeiro e em São Paulo. Em 2010 eles fizeram show único no Brasil, em São Paulo no dia 21 de abril, tocando as músicas que foram votadas no blog oficial da banda, e também foi lançando o até então novo single Oildale (Leave me alone) que está no cd Korn III: Remember Who You are.


Álbuns

1998 - Korn

1998 - Follow The Leader

1999 - Issues

2001 - Life Is Peachy

2002 - Untouchables

2003 - Take A Look In The Mirror 

2004 - Greatest Hits - Vol.1

2005 - See You on the Other Side

2005 - See You on the Other Side [Deluxe Edition]

2006 - Live and Rare

2007 - Untitled

2010 - Korn ||| - Remember Who You Are



•  Essas são as músicas que eu particulamente mais gosto. 

Fontes , Wikpédia, KoRnbrasil , YouTube. 

 

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