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Guitar Vicious: Meu Equipamento (Gear) parte 1 - Pedais

Postado por Renan Tambarussi quarta-feira, 6 de novembro de 2013 0 comentários

Resolvi que seria bacana falar das coisas que formam meu gear hoje e ir atualizando no blog sempre que houvesse mudanças. Conhecendo os equipamentos de um músico você consegue entender um pouco como ele obtém determinados sons. Talvez eu tenha tido alguma ideia que possa te agradar e te ajude a dar mais um passo. Eu acredito que você pode pegar informações úteis aqui e caso queira conversar mais, basta deixar sua mensagem nos comentários.










Quero também, não só dizer O QUE estou usando, mas também PORQUE e COMO estou usando. E pra começar vou falar da "pedaleira" que venho usando pra shows. Let's talk about pedals!

Stax Rocks - Mg Music

Este pedal da MG chegou aqui por acaso; eu estava interessado em adicionar um Wha no meu set e já conhecia este pedal por te-lo visto na internet. Então vi um anúncio de um pedal à venda e resolvi levar. Eu ainda não o usei em nenhuma gravação, porém pretendo explorá-lo bastante neste sentido pois ele é um pedal bem versátil.

As características que me agradaram é que ele tem diversas opções de regulagem que mudam a frequência em que o pedal atua. Dessa forma você consegue ajudar para que a área de frequência em que o pedal trabalha coincida com o timbre da sua guitarra. Se você possui uma guitarra mais grave o Wha pode "falar" mais na região dos graves. Se tem um set onde se destacam os médios idem. O pedal tem 6 opções de regulagens. Além disso possui uma chave que muda o indutor do pedal, tendo assim 2 tipos de timbre. Um mais clássico e um com uma leve modulação junto com o Wha que lembra me um phaser.

Alien Booster - Mg Music
Após um tempo tocando com vários pedais de drive comecei a ficar incomodado com as mudanças drásticas no timbre quando mudava de um para o outro. Eu queria criar variações de sons, porém com base no mesmo som, pois assim acredito que soe mais orgânico, mais natural.
 Então trouxe esse boost de Germanium da MG para compor meu set. A função dele é ficar antes do Big Muff e quando acionado aumentar os médios, dessa forma o Bigg Muff soa mais drive do que fuzz. Eu chamado esse som de "som Slash" porque ele me lembra o hard rock feito por bandas dos anos 70 e pelo Guns no albumAppetite for Destruction. É um som basicamente usado pra fazer solos agressivos porque o Alien torna o som do Big Muff bem quente.



O post não acaba aqui!
clique na imagem e veja o resto do equipamento no blog do autor:

Guitar Vicious é um quadro da Comissão do Rock realizado em parceria com o blog Vamos Falar de Guitarra, do músico Filipe Zanella. Nesta sessão você irá conferir alguns testes realizado pelo autor, que costuma dar suas dicas de guitarra e compartilhar suas experiências com uma linguagem simples e de fácil compreensão. 

Acessando o ícone abaixo você verá as postagens anteriores dessa sessão:

Rick Allen completa 50 anos

Postado por Renan Tambarussi sexta-feira, 1 de novembro de 2013 0 comentários

Geralmente quando algum músico completa uma idade redonda, vários veículos fazem a famosa retrospectiva de sua carreira. Começam desde o início, passando depois, pelos álbuns que fez junto de sua banda, falando sobre shows de destaque... Aqui na Comissão do Rock não temos muito o costume de fazer isso, mas o aniversariante do dia merece todas as congratulações possíveis pelo grande exemplo de vida que ele dá aos fãs de rock. Parabéns, Ricky Allen!


Ricky Allen nasceu no dia 1º de novembro de 1963 na cidade de Dronfiel, Inglaterra. Começou a tocar bateria aos 15 anos de idade e tinha tudo para ter uma carreira normal. Não era um músico virtuoso, excepcional, mas dava conta do recado, tanto que entrou para o Def Leppard em 1978 e participou da gravação de três álbuns, incluindo o Pyromania, de 1983 que teve bastante destaque.

Tudo ia bem até que alguns fatores passaram a interferir na vida de Allen. Nessa época, passou a beber excessivamente e um acidente trágico deixou marcas em seu corpo. No dia 31 de dezembro de 1984, músico dirigia a caminho da cidade de Shefield quando tentou ultrapassar um outro veículo que não abria caminho. Em uma das tentativas, Rick Allen perdeu o controle do carro em uma curva; o veículo despencou ribanceira abaixo e Ricky foi lançado para fora do carro. Seu braço esquerdo, que ficou preso no cinto de segurança mal colocado e foi arrancado de seu corpo. Sua então namorada, Miriam Barendsen também estava no veículo, e apesar de ter ficado presa às ferragens, teve só ferimentos leves.

O braço de Ricky Allen chegou a ser implantado, mas devido a algumas infecções, foi rejeitado. Poderia ser o fim da carreira do músico. Enquanto não chegavam a uma definição, o Def Leppard interrompeu suas atividades num momento em que estava no auge. A banda teve até que desmarcar a apresentação que faria no Rock in Rio de 1985, além de vários shows. O Whitesnake foi a banda substituta no festival carioca.

Apesar da deficiência de Allen, o Def Leppard não estava disposta a colocar outro baterista na banda. Ele também queria continuar a tocar, então, a solução encontrada foi a montagem de uma bateria adaptada, para Rick Allen pudesse realizar a maioria dos movimentos com os pés, além de utilizar seu único braço.

Toda essa superação de Rick Allen fez com que ele se destacasse ainda mais musicalmente em comparação ao período anterior ao acidente. Joe Elliot, seu companheiro de banda afirmou: Rick é um melhor baterista agora do que quando tinha dois braços. Após continuar tocando, contrariando todas as adversidades que sua nova condição lhe proporcionara, Rick mostrou garra e dedicação para continuar seguindo seus sonhos, para continuar fazendo aquilo que gostava. Rick não só demonstrou isso tocando como também criou uma ONG com a sua esposa, Laura Monroe, chamada The Raven Drum Foundation para auxiliar por meio de aulas de bateria, pessoas com algum tipo de deficiência e traumas emocionais, como no caso de ex-guerrilheiros.

Veja Ricky Allen em ação:

Em abril de 2012, Rick Allen lançou na internet uma coleção de arte digital chamada Eletric Hand: Rhythm + Change, na qual as artes eram realizadas através de captura de seus ritmos de assinatura - um processo que envolve tempo e manipulação de luz. Em setembro deste ano, o baterista lançou sua segunda coleção, chamada Rock-On-Canvas que assim como a primeira, também pode ser encontrada em seu site: http://www.rickallenart.com/


FONTES:

Brazilian Bands - Banda Eletroacordes

Postado por Renan Tambarussi quinta-feira, 31 de outubro de 2013 0 comentários

Conheçam a banda Eletroacordes nesta edição da semana do nosso quadro Brazilian Bands!


O nome Eletroacordes veio da ideia de “registrar a lógica da transposição musical pela essência das canções tocadas de forma simples, acústica, em apenas um acorde com notas – de violão ou piano – para uma composição processada e plugada na forma amplificada pela banda”. A banda, que reside em Porto Alegre, tem como integrantes: Rodrigo Vizzotto de 44 anos, vocal, harmônica, teclados e baixo; Fabrício Costa de 45 anos, vocal, guitarra e violões; Evandro Veit de 40 anos, baterista. 

Os integrantes:

Fabrício Costa (esquerda). Rodrigo Vizzoto (centro) e Evan Veit

FABRÍCIO COSTA (vocal/guitarra) – Apenas seis cordas incrementadas por distorção, reverber e oscilações vibrantes dos amplificadores valvulados dão vida e harmonia a Eletroacordes. O dentista, de 45 anos, empunha sua possante guitarra executando composições versáteis, mantendo originalidade e bom gosto. Solos virtuosos e acordes harmônicos – ou dissonantes – temperam e dão molho ao repertório, do qual enfilera inúmeras composições de sua autoria. O guitarrista acumula passagem pelas bandas Somma, Baião de Dois, Quatro de Paus, Zuma, Vedanta. Fabrício bebe da vertente do rock, especificamente de bandas do rock clássico dos anos 70, Led Zeppellin, Deep Purple e guitarristas como Frank Zappa e Jeff Beck.

RODRIGO VIZZOTTO (Vocal/baixo/teclado) – Inspiração e transpiração em prosa e verso, letra e música. Nessa ordem, ou inversamente submisso as mais variadas formas de sonoridades, surgem algumas das composições da Eletroacordes. Pelas mãos do jornalista, designer gráfico e músico Rodrigo Vizzotto, 44 anos, e há 27 anos flertando com o rock, põe em movimento ideias, frases e ritmos para quem quiser ouvir. Atuou nas extintas bandas Somma, Quatro de Paus, Primatas Psicodélicos entre outros projetos paralelos. O baixista busca inspiração para letras e composições em bandas como The Beatles, The Police, The Doors, REM, U2 e Rush, entre outras.

EVAN VEIT (Bateria) - O som pulsante e ardente das baquetas do baterista Elio Bandeira, 40 anos, dá a condução, ritmo e sonoridade para a banda. Sem firulas e despertando a batida sincronizada para as canções, mescla ritmos em profusão, preenche espaços e encorpa as músicas do trio "rockniano". Também formado em jornalismo, divide as atenções na banda Deadline (formada só por jornalistas), e entre uma pauta e outra, promove ideias e produções da Eletroacordes. Elio é embalado pelas bandas The Cure, Red Hot Chili Peppers, The Police, Paralamas do Sucesso, R.E.M, Echo & The Bunnymen, Oasis e Rolling Stones.

Com mais de quatro anos de estrada, Eletroacordes ensaia de uma à duas vezes por semana. Sobre músicas próprias a banda explicou:  

As composições são feitas em sua maioria pelo Rodrigo, mas os arranjos concebidos pela banda. O Fabrício tem sua participação, tanto em letras como em composições. As ideias surgem pelas influências dos músicos e as letras retratam uma realidade mais refinada em tratar dos assuntos cotidianos. Busca contrapor com o rock, uma reflexão de temas, mas sem dramaticidade ou frases e rimas estereotipadas/pré-fabricadas. 


Suas influências vêm principalmente de Beatles, Rush, Police, Doors, Deep Purple, Mutantes, Raul Seixas, TNT, Cachorro Grande; mas a banda ressalta que a sua música é original:  

O som da banda mescla o mais puro e autêntico rock com outras tendências, ora pop, ora blues, ora jazz. É eclético, mas com personalidade e sem apelos estéticos ou de modismos”.

Com o EP “Respire Fundo” e o single atual “Quem foi que disse” lançados, a banda tem como incentivo o apoio do público: 

A sensação do público apoiar fica evidente a cada show, o que reforça em prosseguir, sobretudo, em um trabalho autoral

Apesar de fazerem shows na maioria das vezes em Porto Alegre, a banda não se sente satisfeita com a sua cidade: Porto Alegre ainda segue restringindo o trabalho para iniciantes ou fora da cena tradicional.  

Os espaços são escassos. Mas a cena underground ou independente começa a se movimentar por outras vias, sobretudo, pela internet. Por aí, creio ser um caminho promissor para driblar gravadoras, mídia convencional ou mesmos bares da moda que insistem em som mecânico dos gringos, avalia Rodrigo.

Sobre o EP:
Eletricidade na veia. Esta foi a vertente, em voltagem 220, como ingrediente para inspiração de múltiplos acordes em sequência, originalmente apresentado pela forma acústica de um simples violão. Até ganhar nova forma e nome para o primeiro EP da Eletroacordes banda: RESPIRE FUNDO. Gravado no Estúdio do Morro Apamecor entre 2010-2011 e lançado somente em março de 2013, o projeto do EP ficou “estacionado” por mais de um ano devido à transição e mudanças entre os integrantes da banda. Seja pela paternidade coletiva, mudança de cidade e outros projetos pessoais e profissionais, as seis canções gravadas passaram por um minucioso trabalho de lapidação na mixagem, realizado pelo “Graforréia” Alemão Birck, do Estúdio Music Box, em Porto Alegre. Uma a uma, as canções constituiram corpo a partir da aprovação de cada músico (apenas a música “Alucinada” ficou de fora). Reverber, efeitos, sons incidentais e até a inclusão de teclados por Emílio Spinatto preencheram os espaços.

Respire Fundo - TEASER-

O título “Respire Fundo”, que vem de uma das canções do EP, remete a variantes múltiplas para uma primeira intuição sobre o que vem pela frente, para tirar o fôlego. A capa, inspirada em um projeto para fotos individuais em P&B dos três integrantes da Eletros para a divulgação, acabou ganhando destaque em primeiro plano, em um singular e irônico registro, sobretudo, pela “sacada” do fotógrafo Luciano Lobelcho e arte-final de Clau Sieber. Os shows e ensaios, estampados na contracapa renderam um repertório para covers e novas composições. Ouça o registro desta história em alto e bom SOM!

Quem Foi Que Disse? 

QUEM FOI QUE DISSE? - Primeira música apresentada para a banda por Rodrigo, e que até hoje é o carro-chefe do repertório. Lasciva, quase como desabafo, predomina nos refrões os gritos primais estendendo-se até as levadas e passagens mais contidas.Guitarra vibrante e batida contundente, seduzindo os ouvidos dos amantes do rock. Destaque em trecho da composição para momento psicodélico com backing de Fabrício transformando-se em ruídos em plena levada reggae.


ENDEREÇOS SOCIAIS:

        

SITE OFICIAL:


Clipe Lixo da Semana - Os piores covers

Postado por Renan Tambarussi segunda-feira, 28 de outubro de 2013 0 comentários

Segunda-feira é dia de humor na Comissão do Rock e abriremos a semana com uma das sessões mais divertidas do blog, o Clipe Lixo da Semana! Hoje ele vem reforçado com os piores covers compartilhados no YouTube. Haja coragem para publicar isso na internet!


Vejam só essa banda! Dá para perceber que eles são meio desajeitados já na hora de se organizarem para o show. Depois que eles terminam de arrumar as coisas, todo mundo deve se perguntar: cadê a bateria? Uma banda de rock sem bateria não dá! Tanto é que um internauta até fez uma piada com isso nos comentários:

Baterias são ilegais na sua região?

Confira o cover de Smells Like Teen Spirit feito por esse pessoal (começa em 1:29)


O próximo vídeo também tem uma música do Nirvana, só que dessa vez, ao invés de ser uma banda é um baixista que aparece na gravação. Ele está tentando mostrar como se toca Heart Shaped Box, mas não aprendam com ele porque é uma cilada!


Essa outra banda é brasileira, infelizmente. Mais uma vergonha para o nosso país ter esse cover tosco entre os piores covers do YouTube! O único que se salva um pouco é o guitarrista solo, que tenta melhorar um pouco o nível da música, mas banda é o coletivo e quando o resto não ajuda... acontece isso!



Viu algum cover tão ruim quanto esses? Mande sua indicação através da aba de sugestões no canto direito da sua tela, com o título Sugestão - Clipe Lixo da Semana. Assim você ajuda a tornar a Comissão do Rock mais divertida!

Brazilian Bands - Banda Locked

Postado por Renan Tambarussi quinta-feira, 24 de outubro de 2013 0 comentários

O Brazilian Bands dessa semana apresenta a banda de pop rock Locked, natural de Socorro, São Paulo. O grupo, que surgiu em 2012, passou por algumas reformulações e agora se encontra em uma nova fase, alterando e evoluindo sua sonoridade. A Locked tem como influências musicais as bandas Raimundos, CPM 22, o músico Marcelo D2 e também o Charlie Brown Jr. Através dessas influências musicais a banda tenta moldar seu som e busca encontrar seu espaço no cenário nacional. Já se apresentaram em cidades como Rio de Janeiro, São Paulo capital e em algumas regiões do interior paulista, como Serra Negra, Morungaba, Itapira, e Águas de Lindoia. Também abriram um show para a banda Charlie Brown Jr.

Locked e Chorão
A banda Locked se define como "a mistura de música e amizade que conduz a vida de cinco caras. São histórias e sons para ouvir e sentir. Sua formação tem Caue Vattemo no vocal, nas guitarras, Guilherme Rasoppi e Guilherme Henrique, Giovanni Boneto no baixo e Arthur Pietrafesa na bateria.

Locked - Mais um Dia

ENDEREÇOS ONLINE:

        

Site:

Clipe Show da Semana - War Pigs (Black Sabbath)

Postado por Renan Tambarussi terça-feira, 22 de outubro de 2013 0 comentários

Semana passada tivemos o Clipe da Semana Interativo e hoje, depois de algum tempo, lançamos mais um post da categoria Clipe Show da Semana. O vídeo é da recente apresentação que o Black Sabbath fez em São Paulo, uma das cidades que recebeu a banda em sua turnê que passou pelo Brasil e a música tocada é War Pigs.

Roquenrou FAIL - Trollando os posers

Postado por Renan Tambarussi segunda-feira, 21 de outubro de 2013 0 comentários


O que mais tem atualmente no mundo são os posers, espécie essa que se prolifera rapidamente em todos os lugares e está sempre em destaque.  Para desmascará-los, participantes de um programa de humor dos Estados Unidos inventaram algumas bandas que não existem e saíram nas ruas perguntando para as pessoas se elas conheciam.O resultado você assiste no vídeo a seguir:


Viu alguma publicação engraçada a por aí? Mande sua indicação através da aba de sugestões no canto direito da sua tela, com o título Sugestão - Roquenrou FAIL. Mas tem que ter alguma referência ao rock ou à música em geral!

Guitar Vicious: Vídeo Aula - Masterclass (Joe Bonamassa)

Postado por Renan Tambarussi sábado, 19 de outubro de 2013 0 comentários


Essa nova "sessão" do blog (Vamos Falar de Guitarra) é uma ideia que tive para falar um pouco sobre técnica, ideias novas e evolução na forma de tocar guitarra. O objetivo é simples: compartilhar aqui no blog as vídeo-aulas que eu escolho pra praticar, quem sabe você não curte e decide pegar as dicas desse vídeo?

Filipe, como você seleciona as vídeo-aulas pra estudar? 

Isso é muito simples... Pelo som! Não tem segredo, eu não estou me importando pras técnicas que são ensinadas, meu processo consiste em procurar no Youtube sobre "guitar lessons", assistir os videos e ver se algo me chama atenção sonoramente. A maioria das coisas não são aproveitáveis, porque ou são malabarismos ou o som não me empolga. Quando eu acho algo que eu ouço e me chama atenção eu sinto vontade de aprender a tocar aquilo, então eu começo a estudar a lição. Ah, já ia me esquecendo, eu também evito aulas longas, porque não consigo ficar meses estudando só a mesma coisa. Então prefiro videos curtos de 10 min. em média.

Sobre o processo de estudo:

Também não é muito complexo. A maioria das coisas eu vou tirando de ouvido, mas quando tem tablatura ajuda, principalmente nas partes mais rápidas.

Sobre o vídeo selecionado pra essa aula:

Bem, este é um vídeo do Joe Bonamassa que parece ter sido gravado em um camarim ou quarto de hotel. Possui cerca de 10 min. de duração, e nele Bonamassa mostra ideias que usa pros seus solos. Se vocês buscarem mais coisas na net do Bonamassa vão achar umas vídeo-aulas mais antigas, porém estas não me interessam muito. Ao longo do tempo ele foi moldando seu estilo e é o som que ele tira hoje que me interessa. Eu fiquei fascinado pelas passagens de palhetada rápida usando um som encorpado e com pouco drive, como se tivesse um Q de jazz no som. Isso me fez rever como eu estava tocando diversas coisas, minha base está totalmente fundamentada nos ligados. Eu nunca fui um rapaz palhetador, mas depois desse vídeo repensei sobre essa questão, suei bastante a camisa e agora estou usando muito mais a palhetada alternada. Com certeza a palhetada foi a parte da aula em que tive mais dificuldade. Outra coisa que me ajudou muito nessa aula foi perceber que o timbre grave e com menos drive fica sensacional pra esse tipo de som. Então pela primeira vez o captador do braço da minha guitarra deixou de ser um enfeite e passou a ter uma finalidade real.

Agora chega de papo e vamos ao vídeo:



 Clique na imagem e veja versão feita pelo Filipe na publicação de seu blog

Guitar Vicious é um quadro recente da Comissão do Rock em parceria com o blog Vamos Falar de Guitarra, do músico Filipe Zanella. Nesta sessão você irá conferir alguns testes realizado pelo autor, que costuma dar suas dicas de guitarra com uma linguagem simples e de fácil compreensão.


 Acessando o ícone abaixo você verá as postagens anteriores dessa sessão:


Clipe da Semana Interativo

Postado por Renan Tambarussi terça-feira, 15 de outubro de 2013 0 comentários

Terça-feira é dia de Clipe da Semana e hoje teremos a versão interativa do quadro, com alguns clipes que os leitores indicaram.


O primeiro clipe foi indicado por Arthur Dutra, que da equipe atual da Comissão do Rock é o integrante mais recente. A música se chama Breezeblocks, da alt-J (∆), uma banda que muita gente não deve ter ouvido falar; porém, o clipe chamou a atenção pela sua qualidade. Foi muito bem trabalhado!



O segundo vídeo foi sugerido pelo internauta Ruben Costa Reis, no grupo Space Rock, que é administrado pela Comissão do Rock. O clipe é da música Stinkfist, da banda Tool, de metal progressivo. Outro clipe de qualidade!



O terceiro e último vídeo de hoje não é um clipe, é um lyric video (nome dado aos vídeo com letras das canções) da banda Lego Lepricons. O nome da música é Well I Don't Think So, e quem a indicou para a gente foi o internauta e integrante da banda, Leo Yaish, também pelo grupo Space Rock. Boa dica do gringo!



Para dar suas dicas e participar do quadro, é bem simples! Você pode enviar suas sugestões através dos comentários, pode enviar pela aba de sugestões do canto direito da tela ou então pode colaborar enviando suas dicas pelo grupo da Comissão do Rock que você pode acessar abaixo:




Roquenrou FAIL - Dilma motoqueira

Postado por Renan Tambarussi segunda-feira, 14 de outubro de 2013 0 comentários


Saiu na Folha de São Paulo e também no portal Whiplash, matérias que diziam que a presidenta Dilma Roussef manifestou o interesse de aprender a pilotar motocicletas. Em agosto ela própria afirmou que havia "fugido" dos seus seguranças na garupa da moto do ex-ministro Carlos Gabas. Veja um trecho a seguir, compartilhado pelo Whiplash:

Recentemente, no mês de agosto mais precisamente, a nossa presidenta Dilma Rousseff se revelou uma grande apreciadora de motocicletas. A excelentíssima senhora Dilma se mostrou muito interessada em aprender a pilotar motos, até porque ela já andou tendo uma aulinhas por aí com o seu "professor", o secretário-executivo do Ministério da Previdência, Carlos Gabas.

Só por precaução, Gabas havia confirmado com Dilma se ela tinha alguma noção de pilotar motos, ela disse: "Não, mas já andei muito de bicicleta, sou boa de equilíbrio". Sempre tem a primeira vez, a presidenta ficou tão animada que decidiu repetir a dose no mês passado, sugerindo a Gabas mais alguns passeios.

Como trilha sonora desta aventura, Dilma usou fones de ouvido para ouvir um sonzinho enquanto aprendia como pilotar uma moto. Bem ao estilo de Gabas, Dilma ouviu um pouco de rock pesado do AC/DC e do BLACK SABBATH aliado ao pop-rock do U2 e de COLDPLAY. O modelo dos sonhos de Dilma é uma Harley-Davidson vermelha, modelo "Iron", própria para usar na cidade. Pesa 260 kg, tem 883 cilindradas e velocidade final de 173 km/h. A R$ 30.900.

Harley-Davidson, Iron, sonho de consumo da presidenta
Como o quadro é de humor, selecionamos alguns vídeos que ironizam bem a situação. Esse primeiro mostra como seria um rolé de moto de Dilma pelas ruas de Brasília, ao som de Born To Be Wild!


... e o segundo, mais engraçado de todos, mostra uma Dilma autotunada cantando o funk Dança da Motinha:


Viu alguma publicação engraçada a por aí? Mande sua indicação através da aba de sugestões no canto direito da sua tela, com o título Sugestão - Roquenrou FAIL. Mas tem que ter alguma referência ao rock ou à música em geral!


Guitar Vicious: o som dos mutantes - REGVLVS

Postado por Renan Tambarussi quinta-feira, 10 de outubro de 2013 0 comentários

E da REGVLVS, já ouviu falar?

Basicamente se você nunca ouviu falar sobre essa enigmática guitarra este post é para você.

Pra resumir:


* REGVLVS RAPHAEL é uma guitarra desenvolvida pelo grande (CCDB) Claudio Cesar Dias Baptista. Construída nos anos 60, ela possui inúmeros tipos de inovações que até hoje a tornam uma guitarra diferenciada. O guitarrista mais icônico que utilizou essa guitarra é Sergio Dias (Os Mutantes), irmão do criador da guitarra. 

 O que ocorreu é que na época do incío dos Mutantes, conseguir um instrumento de qualidade no Brasil era algo realmente complicado. Não havia boas opções no mercado nacional, e importar sempre custou uma fortuna. Foi quando o músico Raphael Vilardi pediu a seu amigo CCDB uma guitarra, a melhor guitarra que poderia ser construída. 

 Foi com esse objetivo que a REGVLVS foi construída, e o processo incluiu a construção simultânea de duas guitarras. Uma era um protótipo onde as ideias eram testadas, e o outra era a versão "final", onde as ideias testadas eram aplicadas. No final do processo, o protótipo ficou tão bom que CCDB presenteou seu irmão Sergio com a guitarra.

E quais seriam as inovações dessa guitarra? Porque ela é um instrumento único? Vamos lá:

Construção - Stradivarius: 

 A primeira vista, o desenho dela lembra muito uma Gibson semi acústica, porém vendo a criança de perfil notamos um grande angulo do braço, que lembra muito um violino:


Figura 1:

Figura 2: 



 Figura 3:

Nas fotos acima podemos ver, respectivamente, o braço angulado da REGVLVS, o braço de um violino também angulado em relação ao corpo, e um o braço totalmente reto de um baixo Gibson, que pode ser usado como referência de braço reto em relação ao corpo. Segundo CCDB  esse desenho foi baseado nos violinos Stradivarius. Sergio Dias afirma que este formato de braço torna a guitarra mais ergonômica, pois ela envolve o guitarrista que a toca.

 Outro detalhe sobre a construção dessa guitarra é uma característica que ajuda  a dar nome a ela. Depois de escavada a guitarra foi totalmente banhada a ouro por dentro, com a finalidade de reduzir possíveis ruídos de interferência.

 O post não acaba aqui! 

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Guitar Vicious é o novo quadro da Comissão do Rock em parceria com o blog Vamos Falar de Guitarra, do músico Filipe Zanella. Nesta sessão você irá conferir alguns testes realizado pelo autor, que costuma dar suas dicas de guitarra com uma linguagem simples e de fácil compreensão.


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Brazilian Bands - Banda Delunes

Postado por Renan Tambarussi quarta-feira, 9 de outubro de 2013 0 comentários




Não são coloridos! Na toada hardcore-melódica há mais que acordes pulsantes. Há inspirações estancadas por Chuck Berry, Ramones e Millencolin. Até Alfred Hitchcock e seus frenéticos pássaros negros. São reais. Nas letras, há mais que rimas, há a tradução de alguns sentimentos que exploram sonhos muitas vezes inalcansáveis. Não há contos de fadas ou esperanças enfadonhas. "Nada vai dar certo / Eu não acredito em final feliz", primeiro single lançado em 2007 fez desmoronar receitas prontas de autoajuda. "Gostamos de brincar com os sentidos das palavras e expressões, isso deixa o resultado aberto e quem decide sobre o que estamos falando é quem está escutando", ressalta o vocalista Ti Oliveira.

Não são amadores. Arrancaram elogios de Fernanda Takai e Fabrizio Martinelli e em nove anos de estrada, deixaram os rastros dos pátios de uma antiga escola estadual do interior de São Paulo para marcarem festivais nacionais como Toshiba Planet, Banda Antes MTV e faixa Zero KM, do canal Multishow.

São inovadores. Já adotaram instrumentos não convencionais como escaletas e metalofone e apostam na Internet com sua nuvem infinita de arquivos e, ali, distribuem conteúdo para todos os palcos.

Em 2009, com a realidade aumentada, escancaram a senha para o download de músicas do novo trabalho EP 20001 HZ, que contava com o set list: "Last Cigarrete", "Pássaros" e "A.P.C.J.", além do punk "Eu não acredito em final feliz".

São jovens. Nascidos na segunda metade da década de 80, ecoam que "a liberdade é a beleza de viver". A voz de Ti Oliveira, a bateria Shell, o som grave do baixo de Bob e os riffs das guitarras de Boo e Serj formam a banda Delunes.

 Simples, rápida e sem frescuras. O DELUNES, tem em seu currículo mais de 200 apresentações incluindo apresentações em SP e MT, dividindo o palco com bandas como CPM22, NX ZERO, DEADFISH, HATEEN, RESTART, REPLACE, FAKE NUMBER, GARAGE FUZZ, GLÓRIA, RAIMUNDOS, BBS PARANOICOS (Chile), BLACK MARKET CRASH (Suiça), EARLY STRIKE (USA), entre outras.

Las Vegas - EP 

Dois meses após completar nove anos de existência, a banda de rock nacional Delunes lança seu primeiro trabalho, Las Vegas. Gravado na Big House, em Alphaville, assinado pelo produtor André Kostta e com participações de Marcus Maia (Ex-Fake Number e Hevo 84), ao todo são seis faixas musicais, todas compostas pela a banda, que surgiu em abril de 2004 na cidade de Rio Claro/SP. Ele está sendo distribuído pela Blast Stage Records e aposta no e-commerce para disseminar as canções. O EP começa com uma singela homenagem ao cineasta inglês Alfred Hitckcock e seus frenéticos pássaros negros.O material está disponível no Itunes ou Amazon, como também pelo ONE PRM - clique na imagem abaixo:



Delunes - Nada Vai Mudar


ENDEREÇOS ONLINE:
   
            

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