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Brazilian Bands - Banda Delunes

Postado por Renan Tambarussi quarta-feira, 9 de outubro de 2013 0 comentários




Não são coloridos! Na toada hardcore-melódica há mais que acordes pulsantes. Há inspirações estancadas por Chuck Berry, Ramones e Millencolin. Até Alfred Hitchcock e seus frenéticos pássaros negros. São reais. Nas letras, há mais que rimas, há a tradução de alguns sentimentos que exploram sonhos muitas vezes inalcansáveis. Não há contos de fadas ou esperanças enfadonhas. "Nada vai dar certo / Eu não acredito em final feliz", primeiro single lançado em 2007 fez desmoronar receitas prontas de autoajuda. "Gostamos de brincar com os sentidos das palavras e expressões, isso deixa o resultado aberto e quem decide sobre o que estamos falando é quem está escutando", ressalta o vocalista Ti Oliveira.

Não são amadores. Arrancaram elogios de Fernanda Takai e Fabrizio Martinelli e em nove anos de estrada, deixaram os rastros dos pátios de uma antiga escola estadual do interior de São Paulo para marcarem festivais nacionais como Toshiba Planet, Banda Antes MTV e faixa Zero KM, do canal Multishow.

São inovadores. Já adotaram instrumentos não convencionais como escaletas e metalofone e apostam na Internet com sua nuvem infinita de arquivos e, ali, distribuem conteúdo para todos os palcos.

Em 2009, com a realidade aumentada, escancaram a senha para o download de músicas do novo trabalho EP 20001 HZ, que contava com o set list: "Last Cigarrete", "Pássaros" e "A.P.C.J.", além do punk "Eu não acredito em final feliz".

São jovens. Nascidos na segunda metade da década de 80, ecoam que "a liberdade é a beleza de viver". A voz de Ti Oliveira, a bateria Shell, o som grave do baixo de Bob e os riffs das guitarras de Boo e Serj formam a banda Delunes.

 Simples, rápida e sem frescuras. O DELUNES, tem em seu currículo mais de 200 apresentações incluindo apresentações em SP e MT, dividindo o palco com bandas como CPM22, NX ZERO, DEADFISH, HATEEN, RESTART, REPLACE, FAKE NUMBER, GARAGE FUZZ, GLÓRIA, RAIMUNDOS, BBS PARANOICOS (Chile), BLACK MARKET CRASH (Suiça), EARLY STRIKE (USA), entre outras.

Las Vegas - EP 

Dois meses após completar nove anos de existência, a banda de rock nacional Delunes lança seu primeiro trabalho, Las Vegas. Gravado na Big House, em Alphaville, assinado pelo produtor André Kostta e com participações de Marcus Maia (Ex-Fake Number e Hevo 84), ao todo são seis faixas musicais, todas compostas pela a banda, que surgiu em abril de 2004 na cidade de Rio Claro/SP. Ele está sendo distribuído pela Blast Stage Records e aposta no e-commerce para disseminar as canções. O EP começa com uma singela homenagem ao cineasta inglês Alfred Hitckcock e seus frenéticos pássaros negros.O material está disponível no Itunes ou Amazon, como também pelo ONE PRM - clique na imagem abaixo:



Delunes - Nada Vai Mudar


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Site oficial







Brazilian Bands - Banda Intrínseco

Postado por Renan Tambarussi quarta-feira, 11 de setembro de 2013 0 comentários



Projeto musical de São Bernardo do Campo, que mistura do rock ao funksoul, com letras em português e inglês, a banda Intrinseco foi oficialmente formada no ano de 2011 pelos integrantes Ian Veiga e Fernanda Gamarano.

 No início a banda era formada pelos dois e ambos passavam a maior parte do tempo compondo as músicas e gravando em seu estúdio caseiro, humilde, porém um estúdio que serviu para gravar o primeiro material da banda IntrinsecoSampa. Mas eles sabiam que em dois dificilmente conseguiriam divulgar a banda; sem fazer shows? Sem baterista? Sem baixista? seria muito mais difícil....

 Estava difícil achar um baterista, tentaram nas redes sociais, buscaram de todos os jeitos, sem encontrar ninguém para tocar, nenhum resultado. Acompanhando a situação, o irmão mais velho de Ian, Demian Veiga, se propôs a fazer parte do projeto mesmo sem nenhuma experiência com bateria, fechando assim um power trio...mas ainda faltava algo!

 Nesse meio tempo um amigo dos integrantes da banda, comentou sobre seu primo, William Sales Vazquez, que tocou por anos em diversas bandas Brasil à fora.  William adorou o som que a banda fazia e abraçou o projeto se comprometendo de corpo e alma. Fazendo música,algo que mais gosta, sua contribuição com idéias e experiência ajudou a formatar a banda e seu estilo de som atual.

Hoje o Intrinseco é formado por:
Ian Veiga (Teclados/Vocal)
Fernanda Gamarano (Guitarra/Vocal)
 Demian Veiga (Bateria) 
William Vazquez (Baixo/Vocal)






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Brazilian Bands - Slasher

Postado por Renan Tambarussi sábado, 1 de junho de 2013 0 comentários

Rock nacional muitas vezes é mal visto pela maioria dos banguers pois o som é "ruim", sinceramente deve ser pelo fato que vocês não escutam as bandas certas. Eu voltei ao blog para poder apresentá-las a todos vocês. Altamente recomendado para quem gosta de Thrash metal.





Detentora de uma sonoridade agressiva, elaborada e moderna, a banda Slasher soma suas Influências, por parte de cada integrante, chegando ao que conhecemos como Thrash Metal, onde o estilo resulta composições únicas e nenhuma limitação e regras do estilo.


Broken Faith
Iniciou seus trabalhos áudio gráficos em 2008 com o lançamento do EP Broken Faith (Independente) conseguindo uma ótima recepção pelos fãs e mídia especializada e garantindo destaque nos principais veículos de comunicação (Roadie Crew, Whiplash, etc) O alcance desse primeiro Ep ultrapassou  as expectativas despertando o interesse de sites, revistas e rádios em diversos países da Europa e América do Norte. Em 2011 foi lançado o álbum debut Pray For The Dead de forma independente com a assinatura de Ricardo Piccoli e arte do álbum pelo artista francês Stan W-D.






A banda foi selecionada por representantes da Sony Music, EMI, Maquinaria e SWU para participarem de uma coletânea em que foram os únicos representantes nacionais. Com os resultados positivos a banda foi convidada para participar de enventos importantes como W.O.A., Metal Battle Brasil, Ratos de Porão, Angra e André Mattos. Também sendo selecionada como “Melhor Banda do Estado de São Paulo” em pesquisa realizada pelo site Whiplash.

Formação
Lucas Bagatela/ Skeeter/ Wellington Clemente/ Taddei Roberto/ Lúcio Nunes
Video Clip


Escutem os albuns online



Realmente intenso e agressivo, fazia tempos que não escutava um grande banda de trash nacional! As musicas dão vontade de sair dando porrada em tudo que se tem pela frente. Nem sempre eu tenho músicas preferidas, pois todas tem um significado diferente, mas a música Hate, mesmo sendo curta, é a que mais me chamou atenção pela sonoridade simples e intensa.

OBS: Ultimamente eu tenho obtido tanto orgulho do trabalho nacional, nunca tinha me atentado tanto anteriormente, que vou até solicitar alteração do nome do quadro, pois nosso BRASIL é com "S" e não com "Z" o que acham?

Brazilian Bands - Holdana

Postado por Renan Tambarussi sábado, 29 de setembro de 2012 0 comentários

Olá, amigos seguidores,

Estou de volta a Comissão do Rock depois de uma semana meio tensa, na qual tivemos alguns problemas internos.Até pensei em começar um outro projeto porque as coisas estavam complicadas, mas preferi voltar para a casa do que recomeçar outra vez. E nesse meu breve retorno, trago mais uma banda nova para vocês, a banda paulista Holdana.



RELEASE:

A essência do rock pode ser sentida ao ver cinco caras em cima de um palco misturando acordes com intensidade de quem está fazendo o que gosta. 

É com essa pegada que a Holdana figura entre as bandas mais solicitadas no cenário musical do interior de São Paulo.

Cacah comanda o ritmo na bateria, acompanhado pelo caçula Mascote, nos graves do contra-baixo, Adriano e Luka dividem as bases e melodias das guitarras, que servem de cama à voz de Pedrinho, frontman agitado e vocalista da banda. 

Em 2012 as músicas de autoria própria começaram a ter papel principal na vida da banda. Um EP, com cinco faixas inéditas e a já lançada "Lugar Certo Hora Errada", está a caminho com produção musical e artistica de Thiago De Leo e Vitor Bellote (Valetes). 

Aliás, esse tal de Rock n' Roll não foi criado por amigos que se divertiam fazendo música? 

Holdana é Rock, Holdana é Show!


A HISTÓRIA:

A Holdana teve início em maio de 2011, quando o baterista Cassiano Calore e o guitarrista Luka Rocha saíram de uma banda que tocavam para se juntar com Pedrinho, João Mascote e Adriano Calore e formar uma banda com um intuito diferente das bandas que já tivemos. Desde o começo já tínhamos na cabeça a ideia de escrever e executar músicas próprias. Então, fomos ao estúdio Chapeira Som gravar nossa primeira demo, com 4 músicas cover e nossa primeira música de trabalho: Lugar Certo, Hora Errada.

A ideia da gravação das covers no começo, era pra mandar para casas de show a fim de conseguirmos datas em toda a região. Nesse meio tempo, Thiago De Léo e Vitor Bellote (Guitarrista e baixista da banda Valetes, respectivamente) viram o potencial da banda e decidiram entrar como produtores da banda. A ideia era gravar um disco com mais 5 faixas inéditas para lançar até o fim do ano. Foi um processo longo de pré-produção, até a gravação nos estúdios da Valetes em Bauru/SP e no BMA Estúdio de Botucatu/SP, que contou com profissionais como Thiago De Léo, Kaioh Norcia e Emil Shayeb.

Toda a mixagem do disco foi feita pelo produtor Thiago De Léo, exceto o single da banda “Ainda Espero” que foi mixado pelo produtor Kaioh Norcia. O Disco foi masterizado por Lampadinha do estúdio MixMasterMusic de São Paulo/SP, renomado produtor que já trabalhou com bandas como Charlie Brown Jr. e NXZero.

O disco chega na 4ª semana de setembro da fábrica para distribuição, junto com as camisetas que estão sendo produzidas.


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Brazilian Bands - Valete In Blues

Postado por Renan Tambarussi quinta-feira, 1 de março de 2012 0 comentários

Será que dá certo misturar cartas de baralho com rock? O pessoal da banda Valete in Blues mostra que isso até é possível. Por intermédio do vocalista Filipe Zanella, que entrou em contato com a gente, a Valete está aqui em nosso Brazilian Bands. Conheça a banda a seguir:


A VALETE IN BLUES é uma banda de rock clássico de São Paulo, SP. Filipe Zanella (vocais e guitarra), Pedro Tavares (bateria), Elton Alisson (baixo) e Felipe Paiva (teclados) integram a atual formação da banda, que se consolidou em 2010.


A banda iniciou as atividades em 2007, quando faziam parte do projeto (então chamado THE ROCKS) apenas Filipe Zanella e Igor Dias (teclados). Meses depois passaram a integrar a banda Pedro Tavares (bateria) e Elton Alisson (baixo). No final de 2009, Igor Dias deixa a banda. Artur o substitui por alguns meses e, em 2010, Felipe Paiva assume os teclados.


Em 2011, já renomeada VALETE IN BLUES, a banda anuncia o lançamento de seu primeiro álbum, um EP semi ao-vivo em edição limitada, denominado “Valete in Blues” .

CLIPE


    VALETE BLUES NA WEB                                   
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Gostaram da banda? Então deixe seu comentário!

Brazilian Bands - Banda Davina Rock

Postado por Renan Tambarussi domingo, 18 de setembro de 2011 2 comentários

Olá fãs do rock!

A Comissão está aqui mais uma vez com uma nova banda em nosso quadro Brazilian Bands, que ajuda a divulgar talentos nacionais. A banda em questão, que será apresentada nesse post é a Davina Rock.

A banda por ela mesma:


Somos um grupo que luta por um ideal: o de crescer como pessoas, como banda e como músicos. Sempre buscamos a perfeição e estamos em constante aprendizado.



O nome Davina, que pronuncia-se: Dah-Vi-Nah, é de origem hebraica e significa "amado por todos", beloved. É dessa forma que eles definem suas músicas.

O grupo é bastante novo, tem menos de um ano que tocam juntos. A banda foi formada em novembro de 2010 e os integrantes são de São Paulo - capital. O vocal é ocupado por Danilo Correia; os guitarristas e backing vocals são Gabriel Fontenele e Rafael Queiroz; o baterista atende pela alcunha de "Pezão" e o baixista se chama Matheus Santos.

Davina Rock é uma banda que varia entre os estilos pop-rock e hardcore, mas suas músicas também tem um estilo meio post-hardcore. No momento a banda está se empenhando na gravação do primeiro CD e por esse motivo não tem se dedicado muito aos shows, porém segundo o "porta voz" da banda, Rafael Queiroz, eles voltarão a se apresentar após o término do álbum



Vídeo da música "Espero Sem Saber". Apresentação em programa da JustTV


Aqui no Brazilian Bands você já sabe: quem julga as bandas são vocês, amigos leitores. Gostaram da Davina Rock ou acham que eles precisam melhorar? Utilize as reações e os comentários e dê o seu veredito!

DMCA.com

Peach Pie

Postado por Renan Tambarussi domingo, 9 de janeiro de 2011 1 comentários

Peach Pie é banda oriunda de Santo Andre ( SP ) formada em 2008, o grupo tem a formação de Bárbara (voz), Henrique (piano) e Sérgio (baixo).
O Peach Pie faz suas composições própias, fazem um estilo mais apropiado ao Pop - Rock, levando bastante a influência dos Beatles, Credeence e muitas outas bandas nessa empreitada. Lembrando que a banda tem um gosto bem eclético, gostam desde Blues a nossa MPB, mas eles não escondem o carinho pelo Rock.


Bárbara ( Voz e Guitarra )
    
             
    
Henrique Stávale ( Piano )

                                                                   Sérgio Stávale ( Baixo )


A banda atualmente toca em festas e em bares, mas sempre leva a música como Hobby e diversão. O conjunto se reune na casa dos integrantes Sérgio ( Baixista ) e Henrique ( Pianista, tecladista e compositor ) para levarem um som no pequeno e bem montado estúdio da banda, e é de lá que sai as músicas do grupo, com os compositores Bárbara e Henrique, mas claro que as opiniões do experiente Sérgio vale muito. Agora veja algumas músicas dessa banda conceitual.

VELHO DESFECHO

CAFÉ FRIO

Aos poucos a banda foi criando sua identidade, e assim pudemos perceber letras entusiasmadas e com arranjos bem legais, se quer ouvir Rock pesado, esqueça pois a especialidade deles é fazer algo mais experimental e pop, mas claro, eles não deixam os princípios do Rock.

E Qual banda nunca fez um cover ? O Peach Pie não é diferente, e tem de monte guardado em suas prateleiras, eles mostram nos covers que a banda é bem ajeitada e tem bastante a mostrar. Vejam Last One com um arranjo de violino que se encaixou muito bem, a banda em vez de quando recebe participações de outros músicos como em Last One, também percebemos ritmos e instrumentos diferentes que deixam o som melhor e mais atraente, isso a gente percebe.

LAST ONE

Bom, essa é banda de alguns amigos meu, mas agora vou ficando por aqui e até a próxima. Espero que curtam. Valeu !

Obs : Vejam mais músicas da banda no canal de Baah04

Entrevista com o vocalista da banda Lethal Gab

Postado por Renan Tambarussi quinta-feira, 6 de janeiro de 2011 0 comentários

Fala pessoal!


A seguir vocês verão uma entrevista com Victor Vidotti, ex-colaborador da Comissão do Rock, e vocalista da banda Lethal Gab cujo estilo varia um pouco entre o Grunge e o Punk Rock. Além de conhecer o estilo da banda, é uma entrevista bastante interessante para analisarmos a visão filosófica e os sonhos de uma pessoa que resolveu se mergulhar de cabeça no mundo musical.


Há quanto tempo a banda está em atividade?


A data de nascimento da banda coincide com o dia da criação de nosso Myspace: 19/03/2008


Como os integrantes da banda se conheceram?


Bem os primeiros integrantes foram meus amigos mais chegados, o baixista por exemplo é meu amigo a 5 ou 6 anos, ele não sabia nada de baixo. Os primeiros integrantes eram o Leandro, meu irmão mais novo - na bateria - , Anthony - no baixo - e eu, no vocal e guitarra. Tinha também outro amigo meu que me ajudou a gravar as músicas do myspace, e fez umas linhas melódicas de guitarra, mas ele entrou na USP.
Em geral o nome Lethal Gab teve umas 3 formações. Sempre comigo.


Qual inspiração que vocês tiveram e o que os influenciaram para chamarem a banda de Lethal Gab?


Eu liguei as palavras "lethal" com "gab", que eu achei no dicionário e achei original.


Como vocês definem o som de Lethal Gab, e em que a banda tenta se
inspirar em suas músicas?


A questão é mais profundo ainda. Acho que essa pergunta merece uma atenção mil vezes mais especial. A inspiração assim como o nome, no que eu quero compor, surge do psicológico, ou do confronto do psicológico com o mundo real. Quando você vai atrás do que você quer e na primeira patada você desiste surge uma dúvida, até onde eu vou? A música tem me resarcido e me consolado nas minhas derrotas, mas eu permaneço sendo derrotado... Quero dizer que a música tem me consolado ao invés de pessoas me consolarem e trocar idéias comigo. A música sempre foi minha inspiração para viver, até doentia. Quero manifestar meu sentimento e ser adorado por ela. Mesmo que às vezes eu não consiga e desista da música, ela não pode suprir o real, minhas necessidades reais, de fome, emoção, busca de identidade (ao menos esta ela pode), e outras coisas. Como vencer uma fase? Em que fase estamos na vida então? A minha música só ajudou a fortalecer o meu bloqueio contra pessoas. Mas eu sempre tive a confiança de acreditar nesta frase que eu criei: Quando eu for lá fora, tudo será diferente. Eu quero dizer que, quando eu mostro minha música para outras pessoas, fora do meu quarto, ela se torna real, e ela funciona. Dito e feito. É o meu sonho que pode acontecer...


Lethal Gab também tenta se inspirar musicalmente em bandas como Nirvana, Smashing Pumpkings, Stereophonics, The Vines, Red Hot Chili Peppers, em alguns grupos de musica brasileira etc.


Lethal Gab tem algum planejamento para o futuro? Qual é a maior ambição da banda, o que vocês esperam para esse ano de 2011?


Essa pergunta me motiva. Espero entrar para o cenário punk. Fortalecer o convívio com outras bandas do cenário de Barueri, não sei se você conhece Pedrão, rs minha cidade, e enfim, criar muitos bate-cabeças e incendiar o circuito. A minha pegada será meio NoFX. E queremos mostrar letras criticando a sociedade e um som que, mais do que a letra, além de criticar a sociedade, dê energia para as pessoas. Queremos lançar um single antes de um CD, como se fosse um CD de 5, 6 faixas apenas, E é isso, queremos por nosso nome na cabeça das pessoas. Lethal Gab, Lethal Gab, Lethal Gab... Lethal Gab... hahaha.




Qual a sua opinião sobre a fase atual que o Rock está vivendo? Você acredita que ele irá ressurgir ou continuará sendo lembrado por seus momentos nostálgicos?
Porque hoje em dia pouca coisa é criada. Geralmente se baseam em estilos e musicas que já existem e que já fizeram sucesso, e as pessoas tentam, principalmente os artistas pop, fazer uma versão high teck e relançam nas mídias, e além disso, o pouco que é produzido nessa nova geração é de baixa qualidade.


O Rock está muito fragmentado na midia, está perdendo e ganhando muito. Ele é como os livros de hoje em dia ,uma mistura de temas, que só pelo nome podemos chamar de rock, para atrair mais público. Isso é bom porque acrescenta na música, novas melodias. A geração de hoje é que está meio estranha.
Esse lance de hight teck .... é muito tenso rs, eu acho que assim como o funk e vários outros estilos, eles tentam ser dançantes, mas do que passar uma mensagem para uma geração. Elas tentam dizer que uma garota é sexy... só isso. São chamadas dançantes para habitar pistas de dança e não um direcionamento ou um desdirecionamento como era o rock. O high teck veio para contribuir sim em bandas de rock que fizerem remixes ou que tem DJ's, como Sublime, que tinha remixes melhores que os originais, ou Linkin Park e Incubus que também tinham DJ, porém, é como você disse, tem pouca coisa criada atualmente. Eu curto o lance de vozes com batida eletrônica, mas isso foge do assunto rock. Talvez o rock tenha influenciado esse estilo, como a musica Pride, do U2


E outra coisa que eu queria saber é se a banda já fez algumas apresentações já gravou algum CD.


É importante dizer que nunca gravamos nada ainda. Apesar que agora, em 2011, vamos gravar. Eu já fiz apresentações mas ainda não com este nome. Agora, tenho domínios da internet para mostrar o meu trabalho, e quero contar com o apoio de vocês sempre!!!


Valeu Pedrão um forte abraço e tudo de bom, galera da Comissão do Rock, fiquem com Deus, e pode contar comigo para colaborar e vibrar suas conquistas também, desejo muita luz!!





Clique sobre os tópicos abaixo para ver os links da banda:


Biografia
Letras - Vagalume
Myspace
Formspring
Twitter
Orkut
Fotolog

Brazilian Bands - Banda Jangos - "Atitude, presença de palco e muita energia"

Postado por Renan Tambarussi quinta-feira, 11 de novembro de 2010 0 comentários


Biografia:

Esse é o Jangos, uma das maiores bandas independentes de São Paulo, capital, que vem atuando no cenário musical brasileiro com um som carismático e comunicativo.

O ano de 2009 começou quente para o Jangos com shows na Rede Bandeirantes de Televisão, no Programa Raul Gil.

Em 2008, além de lançar o segundo videoclip da carreira pela emissora Rede 21, o Jangos gravou um DVD ao Vivo nos palcos paranaenses e logo em seguida, entrou em turnê com a Nokia, viajando pelo Brasil para o lançamento do aparelho NOKIA XPRESS MUSIC.

O Jangos apresenta-se em diversas cidades dos estados de SP, RJ, RS, PR, MG, passando por capitais, interior e litoral.

O grande diferencial do Jangos, além da presença de palco, energia e interação com a platéia é a divulgação. A banda distribui uma média de 30 CDs, 10 camisetas e 50 adesivos a cada apresentação. O resultado é que o público sai do show ouvindo o CD e vestindo a camisa.

Mais de 20000 cópias do álbum "Deixa pra Lá" foram distribuídos ao público nos shows. Em conseqüência dessa divulgação, rádios como Jovem Pan, 89FM, Nova FM, Kiss FM, Stereo Vale, Band FM, Venenosa FM (SP, PR, RS, RJ, MG, MS, GO) deram sustentabilidade ao trabalho, veiculando os hits da banda ou anunciando os principais shows.

O Jangos é uma das bandas independentes mais bem estruturadas do Brasil e vem conquistando cada vez mais espaço na mídia nacional.

A essas alturas, você deve estar se perguntando o que significa Jangos e nós respondemos:

Jangos é o retrato da realidade brasileira através da música com atitude, transparência, responsabilidade e descontração.


Comentário:

Visão geral, ou alucinação total:

O que falar de Jangos? É uma nova banda cheia de déjà vus, ou melhor, déjà entendus.

Suas letras falam dos nossos problemas sociais, política, violência, drogas, e claro, malandragem..., alguns destes bem genéricos, mas não tanto quanto os tais "problemas", pois os enfrentamos diariamente e já estamos cansados, portanto sempre é preciso fazer como Jangos, montar uma banda e falar o que se pensa dessa porcaria toda.

Sua musicalidade parece ser uma herança de bandas e músicos como Tihuana, Comunidade Nin-Jitsu, Gabriel O Pensador, O Rappa, Marcelo D2 além da própria extinta Planet Hemp {A letra de "Deixa pra lá" até nos remetem à posição do PH que era a favor da legalização da maconha}, porém a banda também assume um ritmo mais pop-rock/pop-punk que me faz associar com Ultrage a Rigor e até a recente — e estupenda — Ecos Falsos, por exemplo. Destaque para o vocal que dá um "lance" maior nas músicas e o baixo que faz umas linhas bem espertas.

Enfim, mais uma ótima banda paulista, vale muito a pena. Não prejulgue pelo "genérico" ali em cima, a banda tem sua própria personalidade. E quem gostou, que divulgue, não precisa ser com o nome do blog {a não ser que utilize este texto} pois a banda está crescendo consideravelmente, mas tudo é bancado de seus próprios bolsos.


Sob/Sobre o CD:

Como já dito, você ouvirá de Tihuana à Gabriel o Pensador de forma extremamente clara, e ainda assim, com um toque muito original.

Mas não somente o instrumental e o vocal, mas as letras em determinadas faixas fazem referência a estes músicos, incluindo alguns mais distintos, como Bezerra da Silva.

Basicamente o disco é isso, um Rock alternativo que apresenta elementos do HipHop, Ska, Samba, Groove e Reggae. Algumas faixas podem ser consideradas PopRock, como "Efêmero", que ameniza faixas mais agressivas como "Deixa Pra Lá" e romantiza mais o álbum, contrariando o clima largado e "aconselhador" de "Malandro Demais se Atrapalha".

O vocal de Bruno Patto (Cantor e Compositor) denuncia a banda e é uma das marcas registradas e diferenciadas da banda. Com um ritmo semelhante ao do Rap, porém seguindo bem responsável o tempo do instrumental, este a fazer um rock "quebrado".

Em faixas como "Quem Avisa Amigo É", eu até lembro de The Offspring, a mesma fórmula é usada pelo Dexter Holland... bom, só ouvindo para sacar.

"Janela do Busão" faz um reggae que lhe resgata à memória a música "Eu Vi Gnomos", do Tihuana, pela melodia assobiada. "Pra Quê" é tomada pela agitação, o tipo de música que te faz pular, mas além disso deve-se prestar atenção no baixo.

Num clima mais rock'n'roll, "Pra Vadiar" é iniciada... mas depois acaba sendo quebrada pelo vocal e pelo baixo. Porém alterna entre estes dois estilos e, conseguem se manter em paralelo.

Para finalizar temos "Sangue Bom", que possui realmente um ar de despedida, tanto do instrumental como nas letras, que dizem "...o sangue bom, o sangue bom, aproveite a viajem..."

Obrigado à banda pelo som e pela iniciativa independente de divulgar seu material colocando o CD e o Clipe na rede (qualquer rima é mera coincidência).


Contatos:
Site Oficial:
www.jangos.com.br
PalcoMP3:
http://jangos.palcomp3.cifraclub.terra.com.br/
Trama Virtual:
http://tramavirtual.uol.com.br/artista.jsp?id=27566
Bandas de Garagem:
http://bandasdegaragem.uol.com.br/hotsite/index.php?id_banda=6536
Cifraclub:
http://cifraclub.terra.com.br/cifras/jangos/
Letras:
http://jangos.letras.terra.com.br/
Vaga Lume:
http://vagalume.uol.com.br/jangos/

Formação:
Bruno Patto – Vocal
Marcos Tibo – Guitarra
Gustavo Baralho – Baixo
Lucas Garcia - Bateria

Tracklist:
1 - Deixa pra lá
2 - Malandro demais se atrapalha
3 - Janela do busão
4 - Pra quê
5 - Efêmero
6 - Pra vadiar
7 - Quem avisa amigo é
8 - Sangue bom


DMCA.com

Conheça a Banda PullDown: nova fase, mesma essência.

Postado por Renan Tambarussi segunda-feira, 4 de outubro de 2010 0 comentários

PullDown: nova fase, mesma essência.



Com mais de uma década de carreira a banda lança novo disco e aposta no poder da internet

Com mais de uma década de carreira a banda lança novo disco e aposta no poder da internet.

Um instrumental trabalhado, músicas viscerais e uma voz melódica compõem os ingredientes da PullDown, banda com mais de dez anos de estrada em todo o País. A união de quatro músicos proporcionou uma nova forma de apreciar música aos amantes do rock brasileiro.

Com letras fortes a banda conquistou um público fiel, o respeito das outras bandas e imprensa em geral. Ao longo dos anos realizou o lançamento de dois CDs “Ninguém Tem Culpa”, em 2005 (Onelife Records) e “Talvez Seja Esse o Sentido”, em 2006 (Ideal Recs/Urubuz Records).

Participações nos principais festivais de músicas, casas de show de rock e projetos musicais, como o “Estúdio Oi Novo Som” (2009), fazem parte da vasta gama de apresentações da PullDown.

A banda chega a 2010 com diferentes ares. O lançamento do CD “Valor às Coisas Certas” dá o tom da nova fase. Contando com Niper na guitarra e voz, Cassique na guitarra, André Pastura na bateria e Felipe Gardenal no baixo, a PullDown deixa sua marca na história da música nacional.

“Estamos em uma nova fase. A banda está extremamente entrosada e temos deixado a nossa marca no cenário do rock com apresentações cada vez melhores. Nossas expectativas são altas e apostamos na aproximação e carinho dos milhares de fãs que temos em todo o Brasil”, afirma Niper, guitarra e voz da PullDown.

A interatividade sempre foi presente na vida dos músicos e, em 2010, concretiza a postura da banda. Cerca de sete mil pessoas na comunidade oficial no site de relacionamento Orkut, mais de cem comunidades criadas por fãs em todo o mundo e milhares de vídeos no Youtube.com comprovam que a união da qualidade musical, talento e interatividade são a fórmula do sucesso.

Conheça mais sobre a banda nos links abaixo:



Contrate a banda:

Egberto Simões
11 9981-0259
Nextel ID 55*1*24208
MSN: expectadore@hotmail.com
Skype: egberto.simoes

Massacre Em Alphaville

Postado por Renan Tambarussi quinta-feira, 2 de setembro de 2010 5 comentários





Eles chegaram !!!
Um dos quatro caminhos estão aqui!




ATENÇÃO, ATENÇÃO:
Deixe o play ligado !!!



ELES TOPARAM FAZER UMA ENTREVISTA COM A GENTE!
Você acredita mesmo em tudo o que vê? Ou ouve por aí?
#aperte o play


OUÇA A OPINIÃO DESSES CARAS



Dadá

Senhores, estamos falando de Massacre em Alphaville, que concedeu uma entrevista na íntegra para nós da Comissão do Rock! Matéria Exclusiva galera!

É verdade, eles toparam fazer uma entrevista com a gente. Vamos receber Guto, Jô, Dadá e Agá, para uma entrevista para conhecer quem são os caras que já tem material novo sendo lançado na doombox (matéria). Engajados e divertidos ao mesmo tempo, contam que já passaram por cada uma, inclusive perderam um vôo de volta para o Brasil por causa de um Halls! Bom, eles já passearam bastante pela América Latina com suas turnês, gostam de arte,
e já andaram fazendo heroísmos por aí. Não? É que o som deles não tem nada de bonzinho. Mas os caras
são muito gente fina. E prova disso é que eles estão aqui. Para defender o que eles acreditam
e explicar tudo para nós. A Comissão agradece a sua leitura, caro amigo internauta.





ROCK ENGAJADO
(crust, sludge, trash, stoner)



JÔ
Comissão do Rock Entrevista Massacre em Alphaville!!
CR: Oi galera tudo bom? Explica pra gente: Quem é o Massacre em Alphaville?
Ví> Salve Victor! Antes de qualquer coisa, muito obrigado pelo espaço e convite! Como diz o Guto, nós não fazemos nada para agradar alguém, do contrário nossa proposta não seria sincera. Mas se por algum motivo o que a gente se propõe a fazer despertou algum interesse a ponto de sermos convidados a responder essa entrevista, nós ficamos sinceramente agradecidos.
Hoje o Massacre é: Guto, Jô e Dadá nos vocais. O Guto foi convidado a fazer parte da trupe recentemente, mas de certa forma já faz bastante tempo que ele faz parte do Massacre. Já substituiu o Jô e o Dadá em shows que um ou outro estiveram ausentes e, além disso, sempre manteve uma amizade muito estreita e sincera com a gente. O Agá é o guitarrista. E eu sou o baterista.
Agá
Augusto> Querido, antes de qualquer coisa, um beijo enorme. Nem sei como agradecer à altura pela atenção.
Guto
CR: Como vocês podem descrever o som de vocês?
Ví> No começo da banda, nossa proposta musical era estritamente “crust-punk”. Nossa primeira demo, de 2002, foi lançada com 11 sons que acabavam em cerca de 10 minutos. Foi uma fase mais crua, direta, com sons retos e rápidos. Hoje eu diria que a estrutura principal das músicas continua sendo o “crust”, mas com algumas ‘pitadas’ de “trash, sludge e stoner”, que são as vertentes do rock sujo e pesado que o Massacre mais se identifica.
Augusto> Olha só... Por estar chegando agora, ainda tenho uma visão bem externa do Massacre em Alphaville, ainda é uma visão de fã, mais "solta" ... Eu adicionaria que, pra mim, o trabalho do Massacre é de poesias, no sentido mais físico delas, sabe? Poesias pessimistas, por vezes rudes, bem rudes, e o som é uma espécie de refém desse estado de espírito. Você poderia rotulá-lo de Crust, de Metal, de Sludge, de Punk, de hardcore... Em qualquer um desses que você escolher, esses quesitos nas letras e nos instrumentais estão presentes.
CR: Eu confesso que a banda é bem original. Qual é a ideologia dela?
Ví> O Massacre tem os dois pés fincados na periferia paulistana. Todos nós crescemos nesse meio, aprendendo a lidar com privações, perdas, necessidades, mas por outro lado, aprendemos a nos auto-estimar, reconhecer nossos próprios valores de quem supera muitas porradas da vida e acima de tudo, aprendemos a respeitar nossos iguais. Em poucas palavras, eu diria que nós rezamos a cartilha do “respeito é pra quem tem”.
Augusto> Me recordo dum evento do Massacre (e nem fazíamos idéia que eu estaria na banda um dia...) e o Dadá, sempre faz questão de mencionar que a banda NÃO É de Alphaville, que o nome se trata duma oposição ao conceito de Alphaville... E eu (intrometido pra caramba) pedi a vez no microfone pra mencionar que acima de qualquer coisa, voluntária ou involuntariamente, se trata de "Batalha de Classes"... Dentro dessa gaiola latino americana se processam essa "poesias" que mencionamos anteriormente...
CR: Explica pra gente como surgiu a banda Massacre em Alphaville na história e o que vocês gostam de tocar e compor. Aliás, vocês compõem músicas próprias?
Ví> O Massacre surgiu da idéia de montar uma banda que fizesse um som simples e direto, baseado em bandas punks dos anos 80 e 90. Numa época em que era (e continua sendo) moda “roqueiros” fazendo músicas com temáticas alegres e vestindo roupas coloridas, nós resolvemos fazer o caminho inverso, seguindo a velha escola do rock sujo, em que a música é pesada e direta e a camiseta preta simboliza nossa contrariedade ao modismo. E sim, nós fazemos músicas próprias, aliás, nosso repertório é todo de sons próprios.
#FAIL???
CR: Como é o Massacre em Alphaville na estrada? Já aconteceu alguma coisa bizarra?
Ví> O Massacre coleciona histórias bizarras. Acho que as duas situações mais bizarras foram:
Um acidente que quase envolveu a van em que estava o Massacre. Nesse acidente um ônibus ficou literalmente pendurado em um mural, prestes a cair em um rio. E o Agá mostrou uma coragem heróica ajudando a resgatar uma parte do pessoal do ônibus.
A outra história bizarra aconteceu no ano passado, quando perdemos nosso vôo de volta pro Brasil por causa de um Halls!!! Nós estávamos no fim de uma tour pelo Chile e por menos de um real que nós tínhamos gastado com o maldito halls, perdemos o vôo e dormimos dois dias no aeroporto de Santiago!
Ah! Recentemente nós fomos pra Ourinhos tocar e na hora do nosso show a polícia mandou parar o evento porque tinha um menor usando droga na porta do local! Passamos o dia viajando, gastamos dinheiro e não tocamos ¬¬

CR: Tem algum material novo sendo divulgado por vocês agora?
Ví> O material mais recente é o split “4 Way For Destruction“, lançado esse ano aqui no Brasil e também no Japão. O material tem 19 músicas de 4 bandas: Massacre, Under The Ruins de Brasília, Darge e Encroached do Japão.
acesse
peça sempre cds originais

CR: Atualmente vocês tocam em quais lugares? Viajam por onde, etc.
Ví> Nos últimos meses o Massacre tocou bastante pelo interior de SP. Na capital sempre rola shows em vários locais diferentes. O local que a gente mais se identifica é o Espaço Impróprio, um espaço autônomo no centro de São Paulo que além de ter espaço para shows, possui uma biblioteca, lanchonete vegetariana e bar.

CR: A internet é uma ferramenta eficiente. O que vocês pensam sobre isso?
Augusto> Não é lá uma grande novidade, mas o advento do download tem sido considerado um divisor de águas tão forte quanto foi a invenção da imprensa... Alguns "australopitecos" ainda criticam a prática e muito, muito gozado que uma parcela gigante deles é saudosista da fita k7 (Da hora!) como se essa não tivesse exercido o mesmo efeito em seu período...
Já estive em shows por ter me encorajado de ir somente após escutar a banda via net - Esse valor contemplou a essa banda... - e também já adquiri cds por ter escutado o artista via myspace. Da mesma forma que já escapei de estar em eventos e adquirir material que não compensava por conta de conhecer ao trabalho do artista previamente (pela net!)
O que penso sobre a internet...? Penso que é verdade, tem muita merda transbordando dela, mas eu não tenho muito tempo pra essas merdas. Tenho tentado concentrar meu tempo on-line em coisas mais produtivas. De um modo mais geral, o mesmo câncer que corroeu a televisão migrou instantaneamente para a internet, porém na net, você não é necessariamente mero expectador, há a possibilidade da intervenção, mesmo que seja algo "fraco"... Mas eu mesmo acho que muito pode se conquistar no campo do diálogo e da construção de idéias - Desde que não pare por aí, que vá para o campo da ação (ou, melhor ainda, que estejam constantemente associados).
E voltando ao campo musical, uma última reflexão, a internet tem sido fundamental pra trazer a música de volta a suas raízes mais antigas, daquelas mais "grécia antiga", da música executada em praça pública, pela arte e não como item de prateleira com etiqueta de preço.
A música e arte gráfica vai retornando a seu caráter original. E o que não estiver a nosso alcance, de graça para apreciação sincera, pirateamos. Toda obra deve ser maior e estar em mais destaque do que seu criador.
Ví> Cara, a internet tem um poder incrível. Arrisco dizer que é a ferramenta mais eficiente de fazer chegar informações e conteúdos de forma rápida, de divulgar shows e novidades da banda. Há um tempão atrás nós tínhamos que sair colando cartazes dos shows nas paredes (e até hoje isso é muito válido), mas hoje com um clique qualquer pessoa pode fazer chegar qualquer informação a centenas, milhares, milhões de pessoas. Pro Massacre, a internet é uma grande aliada ;)

CR: Tem alguma mídia social que vocês tenham achado bem legal, ultimamente?

Ví> Eu particularmente acho as mídias sociais um "mal necessário". Um mal, porque de certa forma as pessoas ficam mais distantes com a facilidade de contato através desses canais. Antigamente era comum a galera se encontrar com mais freqüência, uns nas casas dos outros, trocar umas fitinhas K-7, trocar zines, hoje em dia isso é raro. Por outro lado, as mídias sociais são necessárias por serem ferramentas bem acessíveis para troca de informações e contatos. Nesse contexto, o Myspace é a principal ferramenta de divulgação do Massacre.
Augusto> Hmmm... fiquei meio sem entender o termo "mídia social" ao certo (me desculpe, sou meio lesadão mesmo...) Mas gostaria de mencionar coisas bem bacanas que andei tendo contato nos últimos tempos... Te recomendaria o ótimo documentário "O Mundo Globalizado de Milton Santos"... O Ví mencionou fanzines, eu te diria que o Nuvem Negra (do Bonga "Diskontroll") é uma boa, também... Na net, recomendo o Blog da Reforma Agrária ( http://www.reformaagraria.blog.br/ ), uma ótima forma de não engolir a seco que é mostrado pela diarréia dourada da revista veja ou pela televisão em cima desse tema, e aliás, é um site gerido por jornalistas e profissionais em geral comprometidos com a causa da reforma agrária e urbana...
Nem sei se era essa a pergunta, mas fica a dica...
CR: Qual é o conselho para quem deseja entrar nesse mercado de músico?
Augusto> Esteja seguro de que vai entrar nesse mercado sabendo manusear perfeitamente bem a um coquetel molotov... Ou de que as bombas atadas a seu corpo vão explodir no ápice da festa de alguma entrega de disco de ouro ou diamante...
Veja só... Quando se vê "coisas" do tipo daquelas de programas como Ídolos.. Aquilo nada tem a ver com música. É só uma loteria. É só gente querendo subir astronomicamente nas "paradas" (fodam-se). O mesmo predomina em todo o "mercado musical". Quem deseja mesmo ingressar em carreira alternativa, não está tão preocupado com fama. Sucesso e fama são coisas distintas. Nem sei se posso dar algum conselho quanto a isso pelo fato de não ter nenhuma musicalidade em mim, mas prefiro expor isso como uma observação.
"(Nós somos) Inimigos do mercado da música, Essa sua porra de Corporação...
Somos a ovelha negra no meio das outras..." ( Napalm..)
Ví> O Massacre não faz parte de “mercado musical” algum. Fazemos o que gostamos porque gostamos sem pretensão nenhuma. Acho que o melhor a ser feito ao pensar em montar uma banda, é não se preocupar em agradar, nem fazer música comercial, só assim é possível criar uma banda com propostas sinceras.
CR: Pô, essa é longa. Bom, não é fácil encontrar um ponto de equilíbrio quando se lida com pessoas. É complicado, e tem aquela velha historinha de que sempre rola um desentendimento, brigas leves, etc (kk). O Massacre também é assim?
Ví> O Massacre já foi assim. Nós passamos por uma fase de tanto desentendimento que resolvemos parar com a banda pra mantermos a amizade e isso sempre foi o que a gente mais prezou, acima de criar músicas. A banda resolveu finalizar as atividades em 2005, mas após 2 anos resolvemos voltar e desde essa volta, nós nos tornamos cada vez mais amigos. Sempre que possível nos reunimos uns nas casas dos outros, com as nossas crianças, nossas mulheres. O Massacre chegou numa maturidade e numa cumplicidade que hoje nós podemos afirmar que somos uma família.
CR: Em época de eleições, me fala o que vocês estão achando do cenário político?
Augusto> A princípio, pra quem me conhece pode achar gozado o que vou dizer, mas Partidos como o da Causa Operária, São o que eu elogiaria numa primeira instância... Numa primeira instância. Principalmente pelo fato deles serem formados de forma não voltada somente as eleições, mas por organizações e reivindicações durante todo o ano...
Porém, me mantenho firme na idéia de que a melhor pessoa pra me representar... sou eu mesmo.
A melhor pessoa pra representar o Vinicius é ele, pra representar o Victor é o próprio Victor... Quem vai melhor representar a quem está lendo essa entrevista agora, é o próprio leitor...
Ninguém absolutamente ninguém sente nossas dores igual a nós mesmos... Não é alguém distante, impessoal, cercado por mordomias que desfarão ainda mais a sensibilidade dele que vai de fato trabalhar por você... E, é fato, por mais que políticos reivindiquem feitos na educação e na saúde, e num montante enorme de coisas, nada, NUNCA, nos foi conquistado senão coletivamente.
É isso um pouquinho do que penso do cenário político. Nunca funcionou. Foi elaborado pra não funcionar a nosso favor.
Nos vendem uma idéia de que nosso povo é um povo bárbaro, tolo e incapaz de se organizar pra, com isso, fazerem "necessárias" instituições como as políticas, policiais e sacerdotais...
Contudo, seja no âmbito profissional, seja no político, seja em nossas vilas, nossos melhores desempenhos e resultados se dão quando decidimos nos organizar, trabalhar mutuamente por um fim em comum e não colocar a ninguém como "´líder" ou "juíz" de nada.
Sobre o circo humorístico que se tem montado nessa eleição 2010, prefiro nem perder nosso tempo mencionando.
"Política" é a política que se faz com nossas próprias mãos. Desde a forma como gerencia o lixo de sua casa até como se organiza por reivindicações junto à prefeitura de seu município e, claro, muito além disso.
"Zero Zero e Confirma" é o ato mais consciente em tempos de eleição. Opinião minha, preciso frisar.
Ví> É impossível falar em política por outras pessoas. Eu falo por mim, mas como conheço bem a galera da banda, digo que é um senso comum entre nós, acharmos que o cenário político brasileiro não muda em nada com representantes de direita ou de esquerda. Da forma que o país é conduzido, na base do republicanismo, as eleições e trocas dos representantes políticos não passam de “formalismos” para que o país continue caminhando da mesma maneira, sem mudanças efetivas no contexto social em que vivemos.
CR: E o cenário musical dessa geração?
Augusto> Confesso que me irrita um pouco, quando escuto coisas do tipo "Hoje em dia não existe mais hardcore... o punk morreu... o som de hoje isso, o som de hoje aquilo...", isso vindo de pessoas envolvidas na coisa toda da "cena" (algo tão nebuloso quanto a definição de "sistema"... e por vezes parecem se confundir...)...
Na (minha) verdade esses segmentos estarão mais fortes do que nunca, a medida que se propuserem a confrontar seu tempo, sem se basear em reivindicar as mesmas coisas de antes com o mesmo comportamento de antes....
Penso que assim, não há a mínima importância de qual seja o estilo musical ou o veículo utilizado para a transferência de idéias...
Não sei onde que não se vê essa "cena" mais genuína, por que nós temos convivido e tocado com eles constantemente! Na verdade, sei de mais bandas alternativas do que mainstream! Estão todas por aí, disseminando suas idéias, sejam engajadas, sejam de diversão, sejam românticas... Estão todas aí.
Dizem que "tudo hoje está um lixo..."... Ora! Que ridículo! As coisas não estão piores, apenas estão ruins dum jeito diferente, mas "antes" não foi melhor. Só era novidade.
Me emputece ver bandas de marmanjos barbados com briguinhas babacas contra a coisa toda do emo... Puxa... Nosso transporte, nossa saúde, a polícia, a política, violência, a igreja, as igrejas... e os caras estão com birra pra cima de meninos de gosto duvidoso pra penteados...(?!) Triste! (Há os que argumentam que o Emo/Screamo e Cia "tomam o público do hardcore..." Pode uma coisa dessas, gente?)
E, provavelmente, um dos maiores retrocessos dos últimos tempos, tem sido a proliferação de idéias totalitárias de direita, intolerantes, homofóbicas que vem acontecendo, não sei se em território nacional, mas aqui pro centro de SP, bastante.
Puxa... Depois de tanto tempo lutando por liberdade, numa tentativa de "causar" e ser o mais fodão dessas "crew/facções/hordas/gangues/corjas"... regredimos a esse estado primitivo de proporções religiosas...
Espero que essa febre tola passe logo...
Mas temos olhado pra todo esse pessimismo que nos aborda atualmente, e nos focado no que é positivo, no que vai construir, pelo menos inspirar a nossas queridas, nossos queridos, nossos filhos.
Ví> Eu diria que hoje, mais do que nunca, o modismo dita uma tendência de criação mais pop, comercial e com isso o rock perde toda a sua essência, a essência de ser o estilo musical rebelde e insurgente.
CR: Dos integrantes alguém tem um hobby/trampo diferente ou um hobby totalmente desconexo da banda?

Augusto> Bem... Os caras têm se ocupado em "crescer e se multiplicar..." (risos).
Já até comentei com minha belíssima companheira pra ir se preparando, por que é impossível pertencer ao MxExA e não ser pai... (risos).
Brincadeiras e admiração à parte, sobre os outros caras deixo pro Vinicius, pois ele tem mais condições de responder sobre isso (visto que um hobby é um mínimo que uma pessoa precisa ter pra não enlouquecer duma hora pra outra nesses dias estranhos da gente...)...
Eu, desde menino, sempre me envolvi um pouco com desenho, sabe? Atualmente tenho conseguido dar mais atenção a isso, vincular isso, um pouco mais com essa coisa toda de circuito alternativo musical. Inclusive, tenho compilado a maioria dos mais recentes em uma página de blog... (urubunoposte.blogspot.com)...
E vale mencionar que vez por outra sou visto correndo aqui e ali na zona sul de São Paulo. É o melhor anti depressivo que pude encontrar e que posso recomendar...
Mas o mais importante que posso te dizer que faço é referente ao meu brother caçula, ele tem necessidades muito especiais e os cuidados com ele é uma responsabilidade enorme que me dou. :)
Só mais um ponto aqui, o Ví mantém uma página bem "lisérgica" de textos também!
Ví> O Jô, o Agá e o Guto gostam de desenhar. O Jô e o Agá são tatuadores e o Guto vive criando desenhos e artes digitais (como ele citou acima). Eu trampo numa Ong de proteção animal, de vez em quando escrevo uns textos e curto ficar dando atenção pra patroa, pra minha pequena e pros meus bichos e gosto de cozinhar também. O Dada, trampa em uma fábrica e como hobby, passa metade do tempo livre tomando cerveja, e a outra metade dedicando amor pra Carol.
CR: Vocês gostam de tatuagem, isso é claro. Fiquei sabendo que um dos integrantes trabalha com isso, é verdade??
Ví> Verdade. O Jô e o Agá são tatuadores.
Augusto> (risos) Dividindo o Massacre em estatísticas, ele é uns 5% peso, 10% obscuro, Uns 40% de avaliação ríspida sobre vida e sociedade e pode pôr ai uns 35% de tatuagens. Sobram uns 10% para as outras coisas que eu não vou lembrar facilmente agora...
O que mais admiro nesse ponto dos caras, é que não se vê braços fechados de tatuagens às pressas, como uma espécie dum pedido de autorização pra estar vivo como underground nos dias atuais... Cada uma é feita marcando um ponto específico dum momento específico, tem motivos, entende? Nada feito de modo pueril.
CR: Agora qual é o foco da banda?
Ví> O Massacre vai entrar em uma fase de poucos shows e maior dedicação em criar novos sons. As mulheres do Dadá e do Jô estão grávidas, fora isso, todos nós já temos nossas correrias pessoais (trabalho, casa, mulheres e crianças), com isso, fica difícil aceitar convites pra tocar com muita freqüência. A idéia é criar bastante sons, pra podermos lançar novos materiais no momento mais oportuno.
CR: Mandem uma mensagem para os fãs de vocês (= :
Augusto> Hmm.... bem, deveria ser agora o momento de soltar o verbo e falar bem mais do que faço de fato... Mas não... numa boa?
Estão convidados a ver o Massacre ao vivo. Queremos poder apertar sua mão, conversar contigo e se tivermos a oportunidade, invade o palco, toma o microfone da mão da gente e berra junto! Não se preocupe se não souber a letra, por vezes, os vocalistas também esquecem...
Se tiver uma banda, esperamos trocar contatos, se não tiver o Agamenom vai te espancar até você jurar de pés juntos que vai montar uma banda e logo! (risos)
Ví> Comprem nossos cds, camisetas, marquem presença nos shows, convidem-nos para shows com ótimos cachês! Ahahahah falando sério: O Massacre agradece a quem de alguma maneira apóia a banda, seja indo nos shows, adquirindo materiais, convidando para shows, ouvindo nossos sons, a pessoas como você, Victor, que elaborou uma porrada de perguntas legais e cedeu espaço nessa entrevista para nós. Pessoas que por algum motivo, resolvem perder algum tempo com o Massacre. Valeu mesmo!
CR: Quais os últimos shows que vocês fizeram? Tem algo mais por vir aí, gente?
Ví> Os últimos shows foram todos na capital ou interior de SP. No momento, nós estamos fechando algumas datas pra setembro e outubro. Dia 12 de setembro vai rolar um som numa casa de Cultura em Itaquera e dia 12 de outubro tocaremos no aniversário do parque Raul Seixas, que também fica em Itaquera. Além disso, em breve devemos fechar datas pra shows em Limeira e Curitiba.
Augusto> Bem, nada a ver com a pergunta, mas me despeço por aqui. Queria somente pedir pra analisarem o foco do que produzimos, do que você mesmo produz e verificar as razões. "Fama" é idêntica a adoração, e isso é pra deuses. E deuses devem ser destruídos de nossa história e vidas.
Citando um colega da Louisiana, "Música deveria ser sobre o que você é a favor, não sobre o que você é contra..."
Se puder, confira a outra banda de que faço parte, mais voltada pro doom e pro punk:
Ao Victor e ao novo colega que acabou de ler isso aqui, um beijo e liberdade.
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Comissão do Rock agradece
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