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E Mais uma Vez... o Deep Purple na Comissão!!

Postado por Renan Tambarussi domingo, 28 de julho de 2013 0 comentários


Muito de diferente dos seus discos Clássicos, a versão 2013 do Deep Purple traz um som renovado destes "Tiozões" do Rock & Roll! Comparar este Trabalho com os seus anteriores da década de 70 é pura bobagem! Sentem-se e apenas degustem um disco com Músicas de Excelente Qualidade e diversas influências!


Lá dentro você encontra temas diversificados como em "Uncommon Man", que o teclado de Airey soa como o Progressivo do Yes, o contrabaixo inicial de "Blood From A Stone", que de longe faz lembrar o teclado inicial de "You Keep on Movin´" do antológico 'Come and Taste the Band' com o magnífico Tommy Bolin (e não era o contrabaixo de Hughes, mas sim o teclado de Lord!), a jazzística "Body Line", com a típica 'cara' do Dixie Dregs de Steve Morse, entre outras.



Felizmente o Deep Purple não precisa provar mais nada para alguém, mas eles ainda continuam fiéis as suas raízes pesadas. Não é um som estridente e acachapante, mas sim maduro, com o peso na medida certa da harmonia de suas composições. A Banda continua, é lógico, com  'cara' do Gillan, mas também traz grandes momentos de Don Airey e seus Teclados, Steve Morse e sua Guitarra e é claro, como não poderia deixar e ser, Ian Paice detonando a sua batera com a elegância e destreza 'sui generis', preenchendo todas as músicas com as suas batidas rítmicas singulares!



Com certeza vale a pena a aquisição de mais este Trabalho do Purple. Qualidade e excelência tanto na execução, quanto na composição musical, mas por favor, sem comparação com o Purple dos anos 70! Mas se acaso ainda insistirem no absurdo, convido-os para a audição de um Bootleg, "Saindo do Forno", gravado em Bonn, Alemanha, no dia 14 deste!

Ouçam e comprovem se os "Tiozões" ainda mandam ver no velho estilo!! Vocês poderão encontrá-lo no Salada Rock ®!

Sei que a nossa Amiga, também Articulista aqui da Comissão, Thais Monteiro, já nos deu as suas impressões sobre o novo Trabalho do Purple, 'Now What?!', mas como o Tio Jack aqui admira Muito esta Banda, decidi apenas dar-lhes um outro enfoque. E longe de mim querer me comparar as sábias palavras da moça...

Clipe da Semana ( Genesis - Mama )

Postado por Renan Tambarussi quarta-feira, 16 de março de 2011 0 comentários

Eai !

Hoje o Clipe da Semana tem como destaque o grande Genesis. Para quem não sabe, o Genesis é uma clássica banda de Rock Progressivo que vem mostrando muito Rock N Roll ao longo dos anos. Por isso fiquem com a obscura e clássica Mama.

Jethro Tull no Brasil!

Postado por Renan Tambarussi quinta-feira, 6 de janeiro de 2011 0 comentários

Está confirmada uma apresentação do Jethro Tull  em São Paulo. O show acontece dia 15 de maio no Credicard Hall. A pré-venda exclusiva para clientes Credicard, Citibank e Diners começa no próximo dia 19 e vai até 26/01.

Mais informações sobre horário e valores serão divulgadas em breve.
A última vez que os ícones do Rock Progressivo estiveram no Brasil foi em 2007.

De brinde fica um video do maior clássico da banda: Too Old to Rock 'n' Roll, Too Young to Die

Fonte: Whiplash

19 Anos sem Freddie Mercury

Postado por Renan Tambarussi quinta-feira, 25 de novembro de 2010 1 comentários



Ontem, dia 24 de Novembro, é uma data triste a ser lembrada, pois o mundo perdia uma das grandes vozes da mús
ica, Freddie Mercury, que perdeu sua luta contra Aids.
Farokh Bulsara, mais conhecido como Freddie Mercury, nasceu no dia 5 de setembro de 1946, na localidade da Cidade de Pedra, na ilha Zanzibar, à época colônia britânica, hoje pertencente à Tanzânia, na África Oriental. Seus pais, Bomi e Jer Bulsara, eram indianos da religião zoroastriana. Mercury foi educado na St. Peter Boar
ding School, uma escola inglesa perto de Bombaim, na Índia, onde deu seus primeiros passos no âmbito da canção, ao ter aulas de piano. Foi na escola que ele começou a ser chamado "Freddie" e, com o tempo, até os seus pais passaram a chamá-lo assim.




Depois de se formar em sua terra natal, Mercury e família mudaram-se em 1964 para a Inglaterra, devido a uma revolução iniciada em Zanzibar. Ele tinha dezoito anos. Lá diplomou-se em Design Gráfico e Artístico na Ealing Art College, seguindo os passos de Pete Townshend. Esse conhecimento mostrar-se-ia útil depois, ao Freddie projetar o famoso símbolo da


banda.Algo que poucos fãs sabem é que, na escola de artes em que se bacharelou, Freddie era conhecido como um aluno exemplar e muito quieto. Tinha uma personalidade bastante introspectiva. Concluiu os exames finais do curso com conceito A. Possui uma série de trabalhos em arte visual, hoje disponíveis em alguns sítios na internet.Na faculdade, ele conheceu o baixista Tim Staffell. Tim tinha uma banda na faculdade chamada Smile, que tinha Brian May como guitarrista e Roger Taylor como baterista, e levou Freddie para participar dos ensaios.Em abril de 1970, Tim deixa o grupo e Freddie acaba ficando como vocalista da banda que passa a se chamar QUEEN. Freddie decide mudar o seu nome para Mercury. Ainda em 1970, ele conheceu Mary Austin, com quem viveu por cinco anos. Foi com ela que assumiu sua orientação sexual (Freddie era bissexual) e os dois mantiveram forte amizade até o fim de sua vida. Mary inspirou Freddie na música "Love of My Life", de acordo com declaração do cantor e de seus companheiros de banda, sendo Mary acima de tudo o verdeiro amor dele.Mercury compôs muitos dos sucessos da banda, como "Bohemian Rhapsody", "Somebody to Love", "Love of My Life" e "We Are the Champions"; hinos eloquentes e de estruturação extraordinária. Suas exibições ao vivo eram lendárias, tornando-se a marca da banda. A facilidade com que Freddie dominava as multidões e os seus improvisos vocais envolvendo o público nos shows tornaram as suas turnês um enorme sucesso na década de 1970 e principalmente (enchendo estádios de todo o mundo) nos anos 80.Lançou dois discos-solo, aclamados pela crítica e pelo público.

Em 1991, surgiam rumores de que Mercury estava com AIDS, o que se confirmaram em uma declaração feita por ele mesmo em 23 de novembro, um dia antes de morrer, vindo a falecer na noite de 24 de novembro de 1991, em sua própria casa, chamada de Garden Lodge. Sua morte causou repercussão e tristeza em todo o mundo. A casa de Freddie Mercury, passada por testamento à sua ex-namorada, Mary Austin, recebeu muitos buquês de flores na época e continua a receber até hoje.O corpo de Freddie Mercury foi cremado e por isso infelizmente não existe túmulo para homenageá-lo.Em 25 de novembro de 1992, foi inaugurada uma estátua em sua homenagem, com a presença de Brian May, Roger Taylor, da cantora Montserrat Caballé, Jer e Bomi Bulsara (pais de Freddie) e Kashmira Bulsara (irmã de Freddie), em Montreux, na Suíça, cidade adotada por Freddie como seu segundo lar.Os membros remanescentes do QUEEN fundaram uma associação de caridade em seu nome, a The Mercury Phoenix Trust, e organizaram, em 20 de abril de 1992, no Wembley Stadium, o concerto beneficente The Freddie Mercury Tribute Concert, para homenagear o trabalho e a vida de Freddie.
Curiosidades sobre o mito
Freddie Mercury, por toda sua vida, nunca soube dirigir qualquer automóvel.
Freddie tinha uma paixão peculiar por gatos. Essa paixão era tão exagerada que, durante o intervalo de gravações do álbum Innuendo, ele apresentou uma música em homenagem a sua gata, Delilah. O problema é que o baterista, Roger Taylor, não gostou da música e saiu do estúdio, só voltando no dia seguinte. Mesmo assim, a música homônima ao felino foi gravada.
Seu maior sonho era cantar ao lado de Montserrat Caballé, realizando-o em 1988, com o álbum Barcelona.
No anime chamado Cromartie High School, há um personagem chamado Freddie, uma paródia do vocalista da banda Queen.
Freddie também aparece no anime e no mangá Beck - Mongolian Chop Squad, em sonhos tidos pelos protagonistas dos mesmos.
Freddie nunca se casou com Mary Austin, foram apenas namorados. Mesmo depois de terminarem, continuaram grandes amigos. Grande parte de sua herança foi destinada a ela.
Morreu no mesmo dia que o baterista da banda Kiss, Eric Carr.
A banda jamais viajava junto, de avião. Os quatro integrantes viajavam de dois em dois em aviões separados, pois, se o avião caísse, a banda poderia continuar com os outros dois integrantes.
John Deacon, baixista da banda, era muito próximo a Freddie, tendo dividido várias composições de sucesso com o cantor. Em homenagem ao amigo decidiu se retirar do mundo da música após o final do Queen.
Sua bebida preferida era champagne.
Era grande admirador de John Lennon.
Fã declarado de Freddie, Akira Toriyama, o criador do anime Dragon Ball, fez o professor de baseball de Gohan em homenagem a Freddie.

Matéria original: Wikipedia

Clipe da Semana ( Rush - Fly By Night )

Postado por Renan Tambarussi quarta-feira, 15 de setembro de 2010 0 comentários

Clipe da Semana vai com Rush.O clássico Fly By Night na Comissão do Rock.

Supertramp

Postado por Renan Tambarussi domingo, 12 de setembro de 2010 1 comentários

Supertramp é uma banda de rock progressivo que fez muito sucesso nos anos 70 e 80.A banda foi formada por Rick Davies ( vocalista e pianista ) e Roger Hodgson também vocalista e pianista.Os dois se juntaram com John Helliwell (saxofonista da banda até os dias atuais) e "frontman",o baterista Bob Siebenberg e o baixista Dougie Thompson.A banda foi uma das primeiras de rock a assinar com a gravadora A&M Records.Impulsionados pelo contrato eles resolveram fazer seus primeiros álbuns,depois de duas tentativas de fazer sucesso e mostrar o seu talento,eles lançaram em 74 seu primeiro sucesso:

Crime of the Century vendeu bastante na Europa,a partir dali o mundo estava descobrindo o talento do Supertramp com os sucessos School,musica na qual Rick Davies faz um solo de piano que arrepia qualquer um.Bloody Well Right é outro sucesso,que também é ótima.Hide In Your Shell e Asylum completam a primeira parte do álbum.Na segunda parte vem com o mega sucesso Dreamer,o álbum é finalizado com Rudy,If Everyone Was Listening e Crime of the Century.Esse é meu álbum preferido e o melhor da banda.



Depois do sucesso de Crime Of The Century,a banda lança quatro álbuns que não foram bem nas vendas : Crisis? What Crisis?,Alien Santa monica,Even in the Quietest Moments e King Biscuit Flower Hour.Quietest Moments para mim é o melhor desses citados,com os hits Fool's Overture e Give a Little Bit,também destaco What Crisis. Em 1979,em uma era determinada pelo Hard Rock,Punk Rock e Heavy Metal,surge novamente o Supertramp chegando ao topo das paradas igualando o talento do Pink Floyd com :
 
Breakfast in America chegou ao topo das paradas com os sucessos The Logical Song (uma musica sensacional ),onde John Helliwell mostra que é um ótimo saxofonista.Goodbye Stranger também se destaca no álbum (Rick Davies deu um sucego para Roger onde assumiu cantando e tocando essa musica).O último sucesso é Breakfast in America.



Em 80 o Supertramp lança seu primeiro álbum ao vivo,que se chama Paris,contando todos os sucessos da banda desde seu primeiro álbum até Breakfast in America.A cada medida a banda ficava mais forte,e essa força veio com Famous Last Words,tendo o sucesso It's Raining Again.Aquele álbum foi marcado pelo último da banda com a formação clássica e original,porque depois da turnê do álbum,Roger Hodgson resolveu deixar a banda depois de muitos desentendimentos.Assim,com a saída de Roger o Supertramp continuou sem ele,assumindo assim,Rick Davies.A banda lançou muitos álbuns e muitas coletâneas,dentro delas se destacam The Autobiography of Supertramp,The Very Best of Supertramp e The Very Best of Supertramp Vol.2.Uma curiosidade que eu não podia deixa - la de fora,eu cito a musica Cannonball do álbum Brother Where You Bound,essa musica foi feita junto com o lendário David Gilmour,em uma parceria da banda com ele.Supertramp foi uma das melhores bandas de rock progressivo junto com Pink Floyd,confira a discografia completa da banda :

1970 - Supertramp
1971 - Indelibly Stamped
1974 - Crime of the Century
1975 - Crisis? What Crisis?
1976 - Alien Santa monica
1977 - Even in the Quietest Moments
1977 - King Biscuit Flower Hour
1979 - Breakfast in America
1979 - Live in Milwaukee Arena
1980 - Paris
1982 - ...Famous Last Words...
1985 - Brother Where You Bound
1986 - The Autobiography of Supertramp
1987 - Classics Vol.9
1987 - Free as a Bird'
1988 - live '88
1990 - The Very Best of Supertramp
1992 - The Very Best of Supertramp Vol.2
1997 - Some Things Never Change
1997 - Supertramp Live in 1977
1999 - It Was The Best of The Times
2001 - Is Everybody Listening?
2002 - Slow Motion
2005 - Retrospectable:The Supertramp Anthology

SUPERTRAMP - THE LOGICAL SONG



Supertramp - Goodbye Stranger



Supertramp - School


Fonte : Destroyer

Porcupine Tree

Postado por Renan Tambarussi domingo, 5 de setembro de 2010 0 comentários

Vocês devem estar se perguntando: - Porcupine Tree? Que nome estranho para uma banda de Rock! Mais aguarem porque quando um espinho cai da árvore de porcos-epinho, ele entra na sua cabeça. Vejam a excelente banda de Rock Progressivo, Porcupine Tree, na Comissão do Rock!



Em 1987, o músico Steven Wilson deu início a dois projetos musicais. O primeiro, o trio de Rock No-Man. O segundo projeto nasceu de uma grande piada que Steven e seu amigo Malcolm Stocks fizeram, criando uma história fictícia sobre um lendário grupo dos anos 70. A “viagem” deles foi completa, descrevendo os membros da banda e uma extensa e absurda discografia. Steven se empolgou com a brincadeira e gravou algumas horas de material próprio, que supostamente seria da lendária banda. 


Steven Wilson
Tudo isto era pura brincadeira, mas no começo de 1989, Steven acreditou nestas gravações o suficiente para poder compilar uma fita K7, intitulada “Tarquin's Seaweed Farm“, e mandou algumas cópias para pessoas as quais julgou que se interessariam.


Uma das fitas foi parar na revista “Freakbeat” liderada por Allen e Ivor Trueman. Steven não sabia, mas eles estavam em processo de criação de um selo próprio. Apesar deles terem feito um review “meia-boca” na revista, convidaram o Porcupine Tree para contribuir em uma música do primeiro lançamento do seu novo selo, uma compilação das melhores bandas de música psicodélica. 


Isto também demorou alguns bons meses para gerar frutos. Enquanto isto, Steven continuou a distribuir música da banda Porcupine Tree da mesma forma que “Tarquin's Seaweed Farm“ e seu sucessor "The Nostalgia Factory", ambos trabalhos muito completos, incluindo encarte com história da banda e outras informações fantasiosas.


Estas fitas despertaram um interesse na banda, que recém havia gravado a faixa “Linton Samuel Dawson” no álbum de estréia do selo Delerium, intitulado “A Psychedelic Psauna”. O selo também relançou as duas primeiras fitas da banda.


Logo após, Steven foi convidado para ser uma das primeiras bandas a assinar um contrato com a Delerium Records. O contrato previa o relançamento das fitas K7 em dois álbums duplos, mas Steven decidiu compilar seu melhor material em um só álbum duplo, que recebeu o nome de "On the Sunday of Life", sendo este o terceiro lançamento da banda Porcupine Tree pelo selo Delerium Records (o material que não foi usado neste álbum acabou sendo lançado como um álbum de edição limitada, intitulado "Yellow Hedgerow Dreamscape"). Tamanho foi o interesse e curiosidade da mídia e público que "On the Sunday of Life" teve todas suas cópias vendidas quase imediatamente, lançando mais cópias e uma versão em CD.


Enquanto isto, o outro projeto de Steven, No-Man, assinou contrato com a One Little Indian Records e começou a lançar seus trabalhos. No-Man permitiu a Steven se tornar um músico profissional em tempo integral, dando-o mais tempo para seu “projeto paralelo”.

O primeiro álbum do Porcupine Tree foi auto-satisfatório e, de algum modo, nostálgico para Steven, que relembrou suas músicas favoritas dos anos 60 e 70. Porém, para continuar seu projeto, sentiu que era necessário desenvolver algo novo e contemporâneo. O primeiro resultado desta nova idéia foi um single de 30 minutos que une o ambiente Trance de grupos como “The Orb” e “Future Sound of London” com solos de guitarra “líquida”, tudo junto com uma narrativa extraída dos LPs dos anos 60 que faziam propaganda de LSD.


Este experimento foi um grande sucesso, alcançando o TOP 20 Independente do Reino Unido e uma perfeita representação de como a mistura de gêneros musicais caracterizava a música dos anos 90. Na verdade, "Voyage 34" foi concebido para o próximo álbum duplo do Porcupine Tree, "Up the Downstair". Entretanto, quando o álbum surgiu em meados de 1993, a decisão de não incluir o single "Voyage 34" transformou o álbum duplo em simples.


"Up the Downstair" foi descrito como “uma obra de arte psicodélica” pelo chart “Melody Maker”, continuando a fundir Rock e dance. Este álbum contou com a participação especial de dois futuros integrantes da banda, Richard Barbieri (ex- Japan) e Colin Edwin. Em novembro de 1992, "Voyage 34" foi re-lançado e, mesmo não tocando nas rádios, figurou no “NME Indie Chart” por seis semanas, tornando-se um clássico do underground.


A fama e reconhecimento da banda Porcupine Tree tinha crescido o suficiente que o assunto “Shows” não poderia mais ser ignorado. Portanto, em dezembro de 1993, Porcupine Tree pisou nos palcos pela primeira vez, com Steven Wilson (guitarra, vocal), Colin Edwin (baixo), Chris Maitland (bateria), e Richard Barbieri (teclado). Todos os 3 novos integrantes já haviam trabalhado com Steven em vários antigos projetos, todos se mostraram excelentes músicos e simpatizantes do tipo de musica que Porcupine Tree estava seguindo.


A nova formação teve uma química imediata, resultando no álbum ao vivo “Spiral Circus”, que contém gravações dos três primeiros shows do grupo, incluindo uma sessão na rádio BBC.


Novas músicas estavam a caminho. O próximo álbum seria lançado no começo de 1995, precedido pelo EP “Moonloop EP” as duas últimas músicas gravadas durante as gravações para o álbum e as duas primeiras contendo a nova formação da banda. "The Sky Moves Sideways” expandiu os limites dos experimentos em melodia e rock ambiente, mas também é prova da mudança da banda: metade do álbum foi gravado antes da formação da banda e metade após.


A maioria deste álbum foi preenchida com a música-título de 35 minutos, a qual Steven pretendia preencher o álbum inteiro. O álbum também entrou para os charts “NME”, “Melody Maker” e “Music Week”. Junto do EP “Moonloop EP”, este álbum se tornou o primeiro a ser lançado na América, no outono de 1995, atraindo imprensa favorável dos dois lados do oceano atlântico. A banda realizou numerosos shows pela Europa em grandes casas de shows no Reino Unido, Holanda, Itália e Grécia.


Parcialmente insatisfeita com o resultado “meio solo/meio banda” de "The Sky Moves Sideways", a banda se propôs a escrever seu primeiro material como banda, trabalhando esporadicamente durante o ano seguinte. Procuravam desenvolver um rock mais compacto e ambicioso.


Em maio de 1996 os frutos dessa união apareceram com o single “Waiting”, o qual entrou para todos os charts do Reino Unido, atraindo muita atenção por toda Europa. O single foi seguido pelo primeiro trabalho de Porcupine Tree como banda. “Signify” reflete o poder desta nova banda, mostrando várias influências musicais porém não se apoiando em qualquer uma delas. O lançamento foi acompanhando por grande parte da Europa, se tornando uma força respeitável da música underground. A banda parte para uma extensa e muito bem sucedida turnê por toda Europa. “Signify” é considerado pela banda um dos seus melhores trabalhos.


Porcupine Tree continuou a aumentar sua popularidade durante 1997 e, em março, tocou por três noites para uma platéia de 5 mil pessoas em Roma. Estes shows foram gravados para o álbum ao vivo “Coma Divine”, o qual serviu de “adeus” para a Delerium Records, que sentiu que não poderia mais dar o suporte necessário para a banda continuar a crescer. No final de 1997 os três primeiros álbums da banda foram remasterizados e re-lançados. “Signify” também chegou na América através do selo “ARK 21”.


Steven, Richard, Colin, e Chris passaram o ano de 1998 inteiro gravando o quinto álbum da banda, o qual reflete os movimentos da banda em direção a um som mais orientado e não tão disperso. Quando começaram a gravar, ainda não tinham contrato, mas logo assinaram um com o selo Snapper/K-Scope e em março de 1999 o álbum “Stupid Dream” foi lançado. Uma extensa turnê pelo Reino Unido, Itália, Grécia, Holanda, Bélgica, Suíça, Alemanha, França, Polônia e Estados Unidos acompanhou o lançamento.


Os três singles extraídos deste álbum "Piano Lessons", "Stranger By the Minute," e "Pure Narcotic" alcançaram espaço na mídia “mainstream” nos Estados Unidos e Europa, chegando a tocar nas rádios. Apesar do álbum ser uma “despedida” que alguns velhos fãs estavam incertos, o álbum trouxe muitos novos fãs, tornando-se o álbum aclamado e vendido até então.


Após alguns meses do lançamento do “Stupid Dream”, a banda estava pronta para trabalhar no próximo álbum, gravado durante a virada do milênio e terminado em março de 2000. Com os arranjos de cordas feitos por Dave Gregory do XTC, “Lightbulb Sun” foi criado com base na composição, dinâmica e ambiente de “Stupid Dream”, porém desenvolvido em algo mais intenso e “orgânico” mostrando uma banda mais confiante em seu próprio som.


O álbum foi lançado em maio de 2000, precedido pelo single "Four Chords That Made a Million". Uma noite de ingressos esgotados no Scala, em Londres, deu início para uma pequena turnê pelo Reino Unido, seguido de festivais pela Europa e uma turnê junto da banda Dream Theater.


A turnê de shows continuou até o começo de 2001, sendo sua primeira grande turnê pela Alemanha. Uma edição especial do álbum “Lightbulb Sun” foi lançada em Israel e na Alemanha e, em maio, “Recordings”, uma edição limitada com alguns EPs e sessões dos dois álbums anteriores, foi o último lançamento da banda pelo selo Snapper/Kscope.


Em junho de 2001 a banda fez uma curta turnê pelos Estados Unidos, terminando em um show esgotado em New York. Logo após, Porcupine Tree anuncia que está de contrato assinado com a internacional Lava/Atlantic Records.


Em fevereiro de 2002, a primeira mudança de integrantes acontece quando o baterista Chris Maitland vai embora após 8 anos de banda. A banda logo recruta um extraordinário baterista, conhecido de longa data, chamado Gavin Harrison.


Em março daquele ano, uma coletânia contendo antigos trabalhos, "Stars Die - the Delerium Years 1991-97" foi lançada. A banda começa a trabalhar em seu primeiro álbum com uma grande gravadora, partindo de 30 músicas que Steven havia escrito nos últimos 2 anos. As gravações aconteceram em New York e Londres, com o veterano Paul Northfield (Rush, Ozzy Osbourne, Hole) e Dave Gregory aparece novamente para contribuir com os arranjos de cordas. A mixagem do novo álbum foi feita em Los Angeles, em maio, por Tim Palmer.


O tão esperado novo álbum, “In Absentia” foi lançado pela Lava Records em Setembro de 2002 (em janeiro de 2003 na Europa). Era o trabalho melhor elaborado e mais completo até então, com muito mais peso em algumas músicas e outras lindas e frágeis. O álbum se tornou conhecido mundialmente e se tornou o mais vendido da banda, com 100.000 cópias vendidas no seu primeiro ano. A banda também lançou uma versão em áudio 5.1, mixado por Elliot Scheiner, o qual ganhou o prêmio de melhor álbum em 5.1 no “Surround Music Awards” em Los Angeles.


Para promover o álbum, a banda fez quatro turnês, cobrindo toda Europa e América do Norte. Uma destas turnê foi feita juntamente com a banda sueca de Heavy Metal, Opeth. Durante a turnê, a nova formação da banda teve ajuda de John Wesley (guitarra/vocal). Durante estas turnês, o visual da banda foi elevado a um novo nível com o involvimento do fotógrafo Lasse Hoile, que criou uma escura e surreal visão da música de Porcupine Tree no palco. A longa campanha promocional de “In Absentia” acabou em 30 de novembro de 2003, num show esgotado em Londres.




Formação atual: Steven Wilson (Voz e guitarra), Richard Barbieri (Teclado), 
Colin Edwin (bateria), John Wesley (guitarra) 

Durante 2003, Porcupine Tree também criou um selo próprio e sua loja on-line. O primeiro lançamento do selo “Transmission” foi uma sessão de estúdio gravada para a rádio XM, de Washington, seguido em 2004 de uma gravação para a rádio Polonesa em 2001. A banda planejava usar o selo “Transmission” para lançar material raro e exclusivo. 2003 também foi o ano em que vários álbums foram re-lançados como CDs duplos. 


No começo de 2004 Porcupine Tree embarca numa nova jornada de gravações para seu novo álbum, “Deadwing”, seu segundo lançamento pela Lava/Atlantic. O álbum se inspira em um script de filme escrito por Steven Wilson e seu amigo Mike Bennion. Com as gravações terminadas em novembro de 2004, e as vendas mundiais chegando a meio milhão de unidades, a fome por novas composições era grande entre os fãs ao redor do mundo. Era hora de um novo lançamento.


"Deadwing" foi lançado na Europa e Estados Unidos entre os meses de Março-Abril de 2005, em estéreo e surround 5.1, precedido de dois singles: Shallow (EUA) e Lazarus (Europa). A turnê para promover o álbum começou no Reino Unido no fim de março, e continuou por todo o ano.


Desde então, “In Absenthia” e “Deadwing” aumentaram o renome da banda ao redor do mundo. Melhor que as vendas anteriores, o álbum conseguiu conciliar antigos fãs e agregar e introduzir Porcupine Tree para uma platéia totalmente nova. A exemplo de “In Absentia”, “Deadwing” também foi contemplado com o prêmio “Surround Music Awards”.


No final de 2005, Porcupine Tree re-assinou contrato com a Atlantic Records nos Estados Unidos, porém mudou de selo na Europa, assinando com o selo independente Roadrunner Records.


Em Setembro de 2006, a banda lança seu primeiro DVD ao vivo “Arriving Somewhere...”, filmado em Chicago durante a turnê mundial do álbum “Deadwing”. O DVD foi aclamado pela qualidade visual e também pelo som 5.1. A revista “Sound and Vision” cita “Quando o assunto é som surround, Porcupine Tree é um caso à parte”.


Em Dezembro de 2006 as gravações para o nono álbum começaram. “Fear of the Blank Planet” é o trabalho mais ambicioso da banda até então. O título do álbum se refere à música-tema que fala sobre o coquetel de MTV no século 21, sexo, drogas legais, vídeo games, Internet, tédio terminal e o “vazio” que o planeta está.

Em abril de 2007, “Fear of a Blank Planet” é lançado mundialmente pelos selos Lava (EUA) e Roadrunner (Europa), alcançando todoso os charts europeus e norte-americanos numa força jamais vista. A banda sai em uma turnê de seis meses por Europa, Estados Unidos, Japão e Austrália. Mais uma vez Lasse Hoile se junta ao grupo para trabalhar no ambiente do palco e projeção de imagens.




Em setembro 2007, o EP “Nill Recurring” é lançado, contendo quatro faixas que não foram incluídas no álbum “Fear of a Blank Planet”. Lançado pelo selo “Transmission”, a edição limitada de 5.000 cópias não demorou a vender pela loja online Burning Shed, forçando a banda a distribuir mais cópias.


Em outubro de 2007, Porcupine Tree fez uma aparição na loja “Park Avenue CDs” em Orlando, Florida. Este pequeno show acústico será lançado em CD e Vinyl com o nome de “We Lost the Skyline”. O título é uma referência às letras de “The Sky Moves Sideways (Phase One)”.


Curiosidade












Para evitar uma resposta para a pergunta, Steven Wilson começou uma controvérsia sobre as questões sobre a origem do nome da banda. Várias teorias existem sobre o assunto.[carece de fontes] Existe uma lenda entre os indígenas estadunienses sobre um porco-espinho (em inglêsporcupine) que engana seus predadores ao plantar uma muda de árvore que cresce dentro dele, para que ele possa atirar os espinhos, matando seus predadores. O livro Metamagical Themas de Douglas Hofstadter é sobre computadoresfractais e recursão, conhecidas como estruturas de árvore em termos computacionais. Ele inclui uma figura de uma árvore infinita de espinhos para ilustrar os fractais. Steven Wilson é conhecido como um antigo programador de computador, e pode ter sido influenciado por esse livro. Entretanto, o nome pode simplesmente referir-se a cannabis, uma planta conhecida por suas folhas pontiagudas e efeitos alucinógenos quando fumada ou ingerida. Na peça Who's Afraid of Virginia Woolf? de Edward Albee é mencionado por um personagem "evitar os espinhos... dirigir-se diretamente para um árvore". Jon Wesley oferece um explicação, alegando que existe um pub em Londres chamado Porcupine, e existe uma árvore fora do pub conhecida como Porcupine Tree.


Comentários do Pimenta:


"Porcupine Tree  é o Pink Floyd dos anos 90, isso já resume tudo! O verdadeiro Rock Progressivo ainda vive, e está sendo muito bem representado pelo Porcupine !!"


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Clipe da Semana ( Kansas - Dust In the Wind )

Postado por Renan Tambarussi segunda-feira, 30 de agosto de 2010 0 comentários

O Clipe dessa semana vai para a banda Kansas.O clássico é Dust In the Wind,não perca.

Clipe da Semana ( Queen - One Vision )

Postado por Renan Tambarussi quarta-feira, 25 de agosto de 2010 0 comentários

O clipe da semana vai para a banda Queen,com a grande musica One Vision.Não perca.

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