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Renan Tambarussi
terça-feira, 29 de março de 2011
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Uma coisa muito freqüente entre quem ouve Metal é rotular os diferentes estilos. Isso confunde alguns, pois existem centenas de gêneros e subgêneros. Se você se confunde com isso, o site Map of Metal pode ser uma grande ajuda.
O site consiste de um ilha, com as diversas variantes metálicas, e clicando no ícone em cima do estilo, você tem uma curta descrição deste, e uma playlist com algumas músicas que o compõem. É algo bem completo, porque existem desde gêneros como o Heavy Metal até subdivisões como o Funeral Doom.
O site é em inglês, o que dificulta para quem não fala a lingua do tio Sam, mas é bem legal pelas playlists, e pela organização agrupando gêneros que possuem semelhanças.
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Renan Tambarussi
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
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Parece que o Corey Taylor não se contentou só em se apresentar com o Slipknot aqui no Rock in Rio. Ele também vai se apresentar com sua outra banda, o Stone Sour.
Não, não é um projeto paralelo dele. A banda em si surgiu antes do Slipknot, apesar de os mascarados terem mais sucesso.
Mas, vamos ao que importa. O show do Stone Sour será no dia 24 de setembro, o chamado Dia Rock, junto com Red Hot Chili Peppers e Snow Patrol. Se você não conhece a banda, assista a um dos videos.
(De bônus na postagem, um video de uma música que nosso amigo Corey fez em "homenagem" ao Natal)
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Renan Tambarussi
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
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O Clipe da Semana é Hero of War, do Rise Against. Bem diferente das outras músicas da banda, essa é uma balada, calma do começo ao fim. Mas tem uma das melhores letras anti-guerra que eu conheço. A música saiu no álbum Appeal to Reason, de 2008, que também tem outras grandes músicas, como Re-Education (Through Labor), e Savior (que está no Guitar Hero: Warriors of Rock, o mais recente). Enfim, boa banda, bela música.
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Renan Tambarussi
terça-feira, 30 de novembro de 2010
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Sim, meus amigos. O que nós estávamos esperando aconteceu. O System of a Down anunciou seu retorno para alguns shows na Europa. Eles deixaram a seguinte mensagem em seu site oficial:
"Hello All,
We are excited to announce that System will be playing some dates together in 2011.
We also want to thank you for your loyalty and support, not only to System Of A Down, but to all of our solo efforts as well. We have no master plan of sorts - we are playing these shows simply because we want to play together again as a band and for you, our amazing fans. We look forward to seeing all of you!
For a list of tour dates, and on-sale information, go to the NEWS section at systemofadown.com
Peace,
System Of A Down"
Basicamente a mensagm diz que eles vão fazer alguns shows juntos, agradece a lealdade e o apoio, não só ao SOAD, mas também aos outros projetos dos integrantes (Scars on Broadway, carreira solo do Serj Tankian, etc); e diz que eles não tem nada mais planejado, só vão fazer os shows porque querem tocar juntos de novo, e pelos fãs.
É claro que a possibilidade de mais shows (talvez aqui no Brasil) e de um álbum novo existe, vamos esperar que a turnê deles corra bem e que eles continuem com a banda.
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domingo, 21 de novembro de 2010
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Alter Bridge é uma banda muito dificil de se rotular. A rotulação mais comum que eu ouço é Rock/Metal Alternativo, mas dizer isso é extremamente genérico, enquanto a sonoridade é única. Mas é um banda com algumas músicas pesadas, algumas baladas (todas ótimas, por sinal) e o meio-termo.
A banda foi formada em 2004, por dois integrantes do Creed: Mark Tremonti (guitarra) e Scott Philips (bateria). Completam a formação o vocalista Myles Kennedy e o baixista Brian Marshall. Inclusive, Myles recentemente ficou mais conhecido, por causa de boatos de uma reunião entre os integrantes do Led Zeppelin, onde ele seria o vocalista (boatos que infelizmente não aconteceram); e porque ele é o vocalista da banda solo do Slash (ex-Guns n' Roses).
A banda lançou três álbuns de estúdio: One Day Remains, de 2004, Blackbird, de 2007 e AB III, de 2010, além do ao vivo Live from Amsterdam, de 2009. Todos esse valem a pena ser ouvidos, mas meu preferido é o Blackbird, sendo que a faixa-título é minha música preferida da banda.
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Renan Tambarussi
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
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Sim, você leu certo, essa semana temos um video do Snoop Dogg fazendo uma música do Metallica. Pra quem não conhece, ele é um cantor de Rap/Hip Hop, do tipo gangsta (sem letras de conteúdo, sem qualidade musical). E pra variar, esse evento foi criado pela emissora mais imbecil o mundo, a MTV.
Dois detalhes:
-A voz desse cara é escrota -Os integrantes do Metallica estavam todos com cara de "WTF?", principalmente o James e o Trujillo
O lado bom é que não estragaram o instrumental, e que o video é curto. Mas ainda assim rende algumas boas risadas.
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Renan Tambarussi
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
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Fiquei devendo o clipe lixo da semana passada, mas cá estou eu com mais uma porcaria das boas. A banda se chama banda Ritual (pelo menos segundo o youtube). O rótulo mais próximo dessa banda seria um Doom Metal (talvez um pouco mais rápido que isso). Mas, chega de enrolação, vamos ao video.
Comentário: Realmente engraçado. O instrumental é razoável até, mas o vocalista me causa altas gargalhadas. Ele é realmente versátil, chegando a fazer agudos tentando imitar o Bruce Dickinson. Mas é uma pena que ele não tem técnica nem pra isso, nem pra nada do que o coitado tenta fazer.
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Renan Tambarussi
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
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Promessas. A salvação do metal. Foi assim que o Black Tide foi rotulado em seu início de carreira. Sim, são uma boa banda, mas não considero a salvação do metal porque o metal tem muitas bandas boas hoje em dia.
Pois bem. Eles estão para lançar um novo álbum, e o nome do álbum será Black Tide. Infelizmente, não foram reveladas a capa nem a data do lançamento.
Mas eu não ia fazer você perder seu tempo a toa. Duas das músicas desse álbum, a saber, Honest Eyes e Bury Me já saíram como single, e você ouve elas aqui na Comissão do Rock. A impressão é que o som amadureceu um pouco, e que o novo álbum será bem diferente do Light From Above. E você, caro leitor, o que achou das músicas?
O novo do Helloween. Na primeira audição não me impressionou muito, embora eu tenha gostado. Um power metal padrão, e infelizmente, um pouco genérico. Mas um bom álbum.
Tracklist
01. Where The Sinners Go 02. Are You Metal? 03. Who is Mr. Madman? 04. Raise The Noise 05. World Of Fantasy 06. Long Live The King 07. The Smile Of The Sun 08. You Stupid Mankind 09. If A Mountain Could Talk 10. The Sage, The Fool, The Sinner 11. My Sacrifice 12. Not Yet Today 13. Far In The Future
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Renan Tambarussi
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
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Aqui na comissão existe o Clipe da Semana. Então, eu vou fazer o Clipe Lixo da Semana, onde eu vou colocar más apresentações, covers malfeitos ou bandas simplesmente ruins. Geralmente vão ser os covers, porque para criar geralmente a pessoa tem que ser melhor, e ter mais conhecimento.
Smells Like Teen Spirit (Nirvana cover Fail)
Esse aqui já começa muito errado, com o "guitarrista" estragando completamente o bom riff da música. Sério, eu toco esse riff melhor com meu violão desafinado. O ritmo desse guitarrista também é deplorável. A banda não tem um baixista, logo o som fica vazio, e o baterista, apesar de ser o melhorzinho dos 3, não é lá grande coisa, mas sem dúvida alguma o maior fail dessa "banda" é a vocalista. Ela acha que gritando ela canta que nem o Kurt, mas não, são só gritos mesmo. O refrão me causa um ataque gigante de riso. 5 minutos de tortura... e eu ainda me pergunto: como a plateia não vaiou?
Gostou do post?
Então aproveite e vote na Comissão para o Prêmio Top Blog! .
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Renan Tambarussi
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
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Mais uma resenha de show aqui na Comissão do Rock. Primeiro, a do SWU, agora o Rush, que fez shows em São Paulo e no Rio de Janeiro, na Time Macinhe Tour.
O Rush é uma banda de rock progressivo (embora várias músicas flertem com Hard Rock e até Heavy Metal), e tem como principal característica a técnica dos músicos, principalmente o baterista Neil Peart, que é um dos melhores do mundo, e faz um ótimo solo de bateria.
O Show
O show começou no horário marcado, e foi iniciado por um video satirizando a banda, onde são tocadas versões inusitadas de Spirit of the Radio. Eventualmente, eles parecem "achar" o som certo e a música começa de verdade. É uma das melhores da banda, e foi muito bem executada.
Logo depois veio Time Stand Still, que foi acompanhada pelo público, até porque tem uma letra um pouco mais simples. Foi seguida de Presto, uma composição bastante peculiar, mas que eu gosto muito. Nesse momento começava a esfriar cada vez mais (à tarde fez muito calor).
A música seguinte foi Workin' Them Angels, do ótimo Snakes and Arrows, outra que pode virar um clássico da banda com o tempo. A seguir, a instrumental Leave that Thing Alone, onde o baixista Geddy Lee se destaca bastante. Na sequência, a boa Faithless, também do Snakes and Arrows, e uma música que vai estar no próximo disco da banda, Clockwork Angels, e que se chama BU2B (Bought up to Believe).
Depois, outro clássico da banda, Freewill, uma música complexa, com muitas viradas de tempo, e ainda assim uma das mais famosas da banda. Uma pequena esfriada do público com Marathon, seguida de outra bastante conhecida, Subdivisions, que inclusive toca bastante na Kiss FM. Assim acabou a primeira parte do setlist.
A banda depois fez uma pausa de uns 15 minutos, que foi anunciada por um narrador como "uma pausa para os membros irem ao toalete". Sério, quem fala toalete sem ser numa ocasião formal?
A pausa, somada ao frio extremo começaram a desanimar o público. A banda voltou com a segunda parte do setlist, que contém o álbum Moving Pictures na íntegra. Uma contagem regressiva bem lente, e outro bem humorado video de abertura, seguido daquela que é talvez a mais cohecida da banda: Tom Sawyer.
Seguem-se Red Barchetta, e o que pra mim foi o grande momento do show, a instrumental YYZ, que alia perfeitamente peso e técnica. Outra das mais conhecidas, Limelight, e depois, uma grande música, mas que acabou desanimando o público (pelo menos na arquibancada), The Camera Eye. Talvez isso seja pelo fato de ser uma música longa e de letra mais difícil. Ainda assim, era uma música que fazia tempo que estava fora do setlist da banda, e foi um bom momento.
O Moving Pictures segue com Witch Hunt e Vital Signs. Essa última tem momentos em que possui muita influência de reggae, e me agrada muito. Outra música do próximo álbum, Caravan, foi a próxima. A sonoridade do Rush nas duas novas lembra o Snakes and Arrows, e me agrada muito, Caravan é uma ótima música, com um refrão que grudou na minha cabeça.
Em seguida, um ótimo solo de bateria de Neil Peart. Geralmente, eles são dispensáveis, mas no caso do Rush, é obrigação, e são sempre grandes momentos. Em seguida, uma das minhas favoritas, Closer to the Heart, que me agrada por causa da simplicidade, e dos violões, ótimos. As duas primeiras partes de 2112 (que tem mais de 20 minutos na versão original) se seguem. Seria legal um dia ouvir essa música inteira ao vivo, apesar de longa ela não é cansativa em momento algum.
Far Cry é executada e a banda faz a tradicinal pausa de fim de show. Voltam para o encore com a terceira instrumental do set, La Villa Strangiato, outra música onde toda a técnica deles é provada. A última do dia é Working Man, um clássico absoluto da banda. A banda, sob muitos aplausos se despede. No fim do show, ainda é exibido um pedaço do filme "Eu te Amo, Cara", onde o protagonista é fã de Rush.
Foi um grande show, mas infelizmente foi prejudicado pelo frio intenso. Também acho que a banda podia colocar alguma músicas um pouco mais comerciais, como Big Money, ou Fly By Night. Senti falta também de One Little Victory. Mas foi um belo show, que valeu os quase 100 reais de ingresso.
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Renan Tambarussi
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
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Bom, primeiro uma breve apresentação. Eu, que assino pela alcunha de Mito Ale, sou o novo colaborador aqui do blog. E vou começar comentando sobre o Festival SWU, para o qual eu fui nessa segunda-feira, dia 11 de outubro.
O Lugar
O evento aconteceu na Fazenda Maeda, em Itu. Não foi muito difícil chegar lá (no meu caso, fui de carona com amigos), mas soube que quem contava com ônibus teve problemas (se foi seu caso, comente).
A fazenda em si é bem grande, e além dos palcos dos shows existia uma tenda de música eletrônica, um palco para bandas menores e várias outras coisas, como um labirinto, uma roda gigante e muitas outras.
A Organização
Melhor do que eu imaginei, mas com algumas falhas. No show do Rage Against the Machine, algumas grades foram derrubadas e houveram problemas no som.
Outra sacanagem foi não poder entrar com comida ou bebida. Isso eles tiraram da gente, mas maconha era o que mais se via lá.
Os Shows
Dos dois outros dias, a única banda que eu gosto é Rage Against the Machine. Vi o show deles pelo Multishow (antes de cortarem). A energia dos caras era imensa, e o show foi de qualidade.
Banda a Banda (dia 11)
Ilo Ferreira: Era uma atração do dia 10, mas foi pro dia 11 por problemas técnicos. Nunca tinha ouvido falar nele. O show foi chatinho, mas ele e a banda foram competentes, e pelo menos foram respeitados pelo público que estava lá.
Alain Johannes: Só sabia que era um ex-guitarrista do Queens of the Stone Age e fui esperando um som parecido. Me decepcionei. Eram músicas muito tranquilas, e até chatinhas. O único momento legal foi quando ele pegou um violão (antes disso ele estava com algo que parecia um cavaquinho), e ensaiou alguns acordes mais rápidos. Mas o show em si foi fraco.
Glória: Me falaram que era uma banda emo, então fui pronto para vaiar. Mas tinha bastante peso o show deles. O estilo era mais ou menos um hardcore, com o vocalista gritando, e um outro cantando normal (lembrando um pouco as bandas emo, mas as letras não eram depressivas). Mesmo assim, não faz meu estilo, embora tenha sido melhor que os dois shows anteriores.
Crashdiët: Primeiro show realmente bom do dia. É uma banda de hard rock de Suécia, que me lembra bastante Motley Crue no som. Estavam divulgando o álbum Generation Wild, e tocaram ótimas músicas, como "Breakin' the Chainz", "Rebel" e a melhor deles, "Generation Wild". Uma pena que o show foi curto, e que a banda ainda não tem tanta presença de palco, mas isso vem com o tempo.
Rahzel: Alguém me diz o que um beatboxer tava fazendo no mesmo dia que várias bandas de rock e metal?
Yo La Tengo: Me desculpem os fãs da banda, mas foi o pior show do dia. O começo foi suportável, apesar de ruim, mas a qualidade foi caindo, o show foi ficando cada vez mais entediante, até que no fim, o guitarrista começou a fazer uns efeitos escrotos, e ainda achando que era o Jimi Hendrix. Foram 10 minutos com esse sofrimento, o que causou um corinho de "Vai Tomar no cu" para a banda. E merecido.
Cavalera Conspiracy: Eu vi o Sepultura no começo do ano abrindo o show do Metallica, mas os irmãos Cavalera humilham Andreas Kisser e cia.. O show mais pesado do dia, e eu, que tava na grade que separava a pista comum da VIP, fui esmagado, e tive que ser retirado de lá.
Avenged Sevenfold: de todas as bandas do dia, minha preferida. E fizeram um grande show, com clássicos como Beast and the Harlot e Unholy Confessions, e músicas do álbum Nightmare, como a faixa-título, Welcome to the Family e algumas outras. Prometeram voltar ao Brasil em breve, provavelmente depois da turnê do Nightmare. Eu vou de VIP nesse show, e espero que façam um setlist de 2 horas.
Incubus: não conhecia a banda, até saber que tocariam no festival. Fizeram um ótimo show, tocando músicas mais pesadas como Megalomaniac, que abriu o show ou baladas como Drive e Love Hurts. Outras que eu gostei muito ao vivo foram Are You In e Wish You Were Here.
Queens of the Stone Age: apesar do atraso, fizeram um grande show, um dos melhores do festival. Grandes músicas, como Monsters in the Parasol, Little Sister, 3s and 7s, No One Knows e várias outras. É uma banda que melhora muito ao vivo. Curiosidade: o vocalista Josh Homme é muito parecido com James Hetfield do Metallica.
Pixies: não gosto muito da banda, mas fizeram um show que agradou bastante o público e à imprensa. Músicas executadas com bastante competência. Um bom show no geral.
Linkin Park: Os headliners da noite. tocaram algumas músicas do álbum novo, que eu não gostei muito (só gosto de Catalyst e da Wretches and Kings). Mas o destaque são as músicas dos dois primeiros álbuns, como Papercut, Numb, Faint, Breaking the Habit, In the End e outras, que foram cantadas em uníssono pela plateia, inclusive as partes de rap. Outro ótimo show.
Tiesto: Não assisti, fui embora assim como a maioria das pessoas que estava lá.